O exercício aliado à saúde e ao bem-estar
Lisboa Wellness Center – Muito mais que um ginásio
Com um novo conceito de saúde e de bem-estar, nasceu, no Estádio da Luz, o Lisboa Wellness Center. Com diversas valências, o Lisboa Wellness Center tem um centro clínico, onde é feito o enquadramento clínico dos utentes no sentido de efectuar um diagnóstico inicial para que se possam prescrever as actividades de forma rigorosa e eficaz com vista à obtenção e manutenção do bem-estar.
Além disso, possui ainda uma academia que coloca os corpos em movimento, um departamento de Dermocosmética para elevar a auto-estima e corrigir eventuais imperfeições do rosto e do corpo e um SPA que cuida não só do corpo, mas também da alma.
O espaço é, segundo Paulo Rocha, «único em Lisboa e talvez no país». Único porque tem como principal preocupação o bem-estar geral das pessoas. «Trata-se de um bem-estar físico, psicológico, social e cultural, e não só da prática de meia dúzia de exercícios físicos mais ou menos intensos. Esta é a principal diferença entre o Wellness e o Fitness, de que tanto se fala e que naturalmente, faz desta instituição um espaço único no contexto nacional».
«Todo o cuidado em manter a boa forma física só faz sentido se houver também um bem-estar que passe também pela melhoria da auto-estima, da auto-imagem e do controlo do stress. Neste sentido, o nosso SPA é um espaço não só de tratamento, mas também de relaxamento que vai de encontro ao que se entende por bem-estar psicológico», adianta Paulo Rocha.
No fundo, o que se pretende é dar a oportunidade de praticar a actividade física em segurança, com divertimento e enquadrada numa filosofia de saúde e bem-estar.
É neste contexto que se torna evidente o facto de o Lisboa Wellness Center ser um dos parceiros privilegiados do Instituto de Exercício e Saúde.
Deverá uma doente com osteoporose praticar uma modalidade desportiva como o Judo, colocando em risco os seus frágeis ossos?
Será seguro, para uma mulher com doença vascular periférica, fazer sauna, sabendo que o calor pode dilatar as suas veias, aumentando a probabilidade de uma complicação grave?
Pois bem, é certo que o exercício faz bem à saúde, no entanto, é preciso praticá-lo de forma segura e eficaz para que o efeito não seja o oposto ao desejado.
«O exercício pode ser feito com o objectivo de prevenir o aparecimento de determinadas doenças, mas está também indicado como tratamento para pessoas que já desenvolveram algumas dessas patologias, contribuindo assim para evitar o agravamento dos problemas», afirma o Dr. Paulo Rocha, director do Instituto de Exercício e Saúde.
«Quando a actividade física informal ou o exercício surgem como parte integrante do tratamento para uma patologia é fundamental a existência de uma sintonia entre os diferentes profissionais da saúde para que o exercício possa ser realizado de forma segura e eficaz», continua.
Foi precisamente com o intuito de estreitar a comunicação entre as áreas da saúde e do exercício que, há cerca de cinco anos, foi criado o Instituto de Exercício e Saúde – IES.
«O nosso objectivo inicial foi preencher as lacunas na área da formação científica numa zona de interface entre a medicina, o exercício, a saúde e a nutrição», afirma o director do Instituto.
Neste contexto o IES tem vindo, ao longo da sua actividade, a desenvolver formações especializadas para públicos alvos diferentes que têm em comum o exercício como um dos meios de melhorar a saúde e o bem-estar da população portuguesa.
«O primeiro curso de formação especializada que desenvolvemos foi na área da fisiologia do exercício, a que vulgarmente as pessoas chamam de treino personalizado, e foi dirigido a profissionais com uma formação de base mais avançada.
Esta formação surgiu no sentido de dar instrumentos e estratégias de acção para a elaboração de programas de exercício estruturados e adaptados às características de diferentes tipos de pessoas, salientando-se neste quadro a obesidade, as doenças cardiovasculares, a diabetes mellitus ou as doenças do foro reumatológico, como por exemplo a artrite e a osteoporose», esclarece Paulo Rocha.

