A dificuldade ocasional em adormecer é uma experiência humana normal e universal. A insónia, definida como uma dificuldade persistente em adormecer que compromete o funcionamento diurno, é um problema vulgar que abrange 15 a 20 % da população.
A insónia afecta pessoas de todos as idades e é particularmente prejudicial nos mais velhos. As suas consequências incluem a fadiga, dificuldades ocupacionais e nas relações interpessoais e reduzida qualidade de vida.
É importante notar que nem todas as pessoas que dormem menos que a média, todas as noites, têm insónia. Essas são pessoas que têm sono naturalmente curto. Desfazer o mito que toda a gente precisa de dormir oito horas todas as noites, faz com que se sintam mais aliviadas. Aqueles que têm uma breve perturbação do sono no tempo, relacionada com acontecimentos das suas vidas, não são considerados como tendo uma perturbação do sono.
É igualmente importante informar as pessoas que o tempo que passam na cama acreditando que estão apenas «sonolentas» é, na verdade, tempo gasto nos estádios mais leves do sono.
Tipos de insónias
Podemos classificar as insónias em primárias e secundárias.
As perturbações primárias do sono correspondem a outros 10 a 20% dos casos de insónia. As pessoas, neste caso, apresentam dificuldades em adormecer ou em manter o sono, na ausência de qualquer patologia subjacente identificável.
Nas perturbações secundárias podem-se incluir as perturbações psiquiátricas, como a depressão, perturbações da ansiedade, as psicoses ou a doença bipolar, as quais, a maioria dos especialistas acreditam serem a causa subjacente de cerca de metade dos casos de insónia.
O abuso do álcool e outras substâncias somam cerca de 15% da totalidade dos casos de insónia.
O álcool induz sedação, mas o sono resultante é muitas vezes pouco profundo, fragmentado e pouco reparador.
As drogas psicoestimulantes, tais como as anfetaminas e substâncias usadas como descongestionantes nasais, produtos de dieta vendidos sem receita médica, podem induzir dificuldades em iniciar o sono. A cafeína e outros estimulantes como as xantinas encontrados no chá, café, colas e chocolate são frequentemente usados pela sua acção estimulante. Para as pessoas mais sensíveis, mesmo pequenas quantidades impedem o sono. A nicotina e outras substâncias encontradas no fumo do cigarro, rompem a indução e continuidade do sono.
Os problemas médico-cirúrgicos são responsáveis por cerca de 10% dos casos de insónia. A dor de qualquer origem e principalmente nas pessoas idosas, com doenças degenerativas das articulações, muitas vezes são um factor de má qualidade do sono.
A insónia pode ser devida também a outras causas, como por exemplo problemas cardiovasculares com palpitações e falta de ar nocturna, problemas respiratórios nos doentes com bronquite crónica, problemas urinários que obrigam a várias micções nocturnas e ainda quadros demenciais ou apneia do sono.
Para um problema com etiologias tão variadas como a insónia, o melhor tratamento será o da sua causa. A determinação de um diagnóstico preciso permite garantir a segurança e eficácia do tratamento. Várias intervenções podem ser utilizadas, desde uma boa higiene do sono, treino em relaxamento, medicamentos e terapêutica cognitivo comportamental.
Muitas pessoas têm uma higiene do sono inadequada com hábitos e estilos de vida incompatíveis com o sono.
Algumas sugestões úteis
Regularize a hora de deitar e de acordar, faça exercício regularmente (embora não à noite), vá para a cama para dormir ou ter relações sexuais, evite as «sonecas à tarde». Deve também ter em consideração as condições ambientais do seu quarto como a temperatura agradável e a ausência de ruído.
Evite alimentos com cafeína, estimulantes, cigarros e álcool.
A insónia afecta pessoas de todos as idades e é particularmente prejudicial nos mais velhos. As suas consequências incluem a fadiga, dificuldades ocupacionais e nas relações interpessoais e reduzida qualidade de vida.
É importante notar que nem todas as pessoas que dormem menos que a média, todas as noites, têm insónia. Essas são pessoas que têm sono naturalmente curto. Desfazer o mito que toda a gente precisa de dormir oito horas todas as noites, faz com que se sintam mais aliviadas. Aqueles que têm uma breve perturbação do sono no tempo, relacionada com acontecimentos das suas vidas, não são considerados como tendo uma perturbação do sono.
É igualmente importante informar as pessoas que o tempo que passam na cama acreditando que estão apenas «sonolentas» é, na verdade, tempo gasto nos estádios mais leves do sono.
Tipos de insónias
Podemos classificar as insónias em primárias e secundárias.
As perturbações primárias do sono correspondem a outros 10 a 20% dos casos de insónia. As pessoas, neste caso, apresentam dificuldades em adormecer ou em manter o sono, na ausência de qualquer patologia subjacente identificável.
Nas perturbações secundárias podem-se incluir as perturbações psiquiátricas, como a depressão, perturbações da ansiedade, as psicoses ou a doença bipolar, as quais, a maioria dos especialistas acreditam serem a causa subjacente de cerca de metade dos casos de insónia.
O abuso do álcool e outras substâncias somam cerca de 15% da totalidade dos casos de insónia.
O álcool induz sedação, mas o sono resultante é muitas vezes pouco profundo, fragmentado e pouco reparador.
As drogas psicoestimulantes, tais como as anfetaminas e substâncias usadas como descongestionantes nasais, produtos de dieta vendidos sem receita médica, podem induzir dificuldades em iniciar o sono. A cafeína e outros estimulantes como as xantinas encontrados no chá, café, colas e chocolate são frequentemente usados pela sua acção estimulante. Para as pessoas mais sensíveis, mesmo pequenas quantidades impedem o sono. A nicotina e outras substâncias encontradas no fumo do cigarro, rompem a indução e continuidade do sono.
Os problemas médico-cirúrgicos são responsáveis por cerca de 10% dos casos de insónia. A dor de qualquer origem e principalmente nas pessoas idosas, com doenças degenerativas das articulações, muitas vezes são um factor de má qualidade do sono.
A insónia pode ser devida também a outras causas, como por exemplo problemas cardiovasculares com palpitações e falta de ar nocturna, problemas respiratórios nos doentes com bronquite crónica, problemas urinários que obrigam a várias micções nocturnas e ainda quadros demenciais ou apneia do sono.
Para um problema com etiologias tão variadas como a insónia, o melhor tratamento será o da sua causa. A determinação de um diagnóstico preciso permite garantir a segurança e eficácia do tratamento. Várias intervenções podem ser utilizadas, desde uma boa higiene do sono, treino em relaxamento, medicamentos e terapêutica cognitivo comportamental.
Muitas pessoas têm uma higiene do sono inadequada com hábitos e estilos de vida incompatíveis com o sono.
Algumas sugestões úteis
Regularize a hora de deitar e de acordar, faça exercício regularmente (embora não à noite), vá para a cama para dormir ou ter relações sexuais, evite as «sonecas à tarde». Deve também ter em consideração as condições ambientais do seu quarto como a temperatura agradável e a ausência de ruído.
Evite alimentos com cafeína, estimulantes, cigarros e álcool.