Dores de garganta: Em busca da suavidade perdida
Não é, felizmente, o que acontece na maioria dos casos. Ainda assim, é sempre melhor prevenir. O que passa pelos mesmos gestos envolvidos na prevenção do contágio de doenças respiratórias de origem viral como as constipações e gripes.
Daí que o primeiro dos cuidados seja a lavagem das mãos – antes de manusear alimentos e de comer, depois de ir à casa-de-banho e de mudar a fralda dos bebés, depois de se assoar e de tocar em animais ou fazer jardinagem.
O ideal seria lavá-las também no regresso a casa após a permanência em espaços públicos, sobretudo fechados e com elevada concentração de pessoas – é que são ambientes favoráveis à circulação de vírus.
Estes não são os únicos cuidados a ter: deve tossir-se para um lenço descartável, evitar tocar com a boca em telefones públicos, bebedouros ou fontes, não partilhar objectos do dia-a–dia que estejam em contacto com as mãos e a boca como talheres, copos, guardanapos, toalhas.
E porque o tabaco agride a garganta, pode ser conveniente reduzir ou até eliminar este hábito, se as dores forem frequentes. A poluição também é um agente agressor, em particular para as pessoas alérgicas, pelo que é preciso ter atenção nos dias de maior concentração de poluentes e zonas com tráfego automóvel intenso.
É certo que as dores de garganta podem acontecer em qualquer altura do ano, mas, como andam associadas a vírus, são mais prováveis agora que estamos no Inverno. Por isso, antes que doa, proteja-se.

