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Cicatrizes: Era uma vez…

3 Novembro, 2014 0

…uma cicatriz que traçava na pele a memória de episódios difíceis, deixando sequelas que extravasavam o lado estético. Estas marcas, inapagáveis no pensamento, já podem ser substancialmente reduzidas em nome da auto-estima.

A cicatriz resulta de um processo de reparação do tecido conjuntivo da pele, destruído devido a uma ferida.

Durante a regeneração, o tecido cicatricial apresenta uma estrutura diferente do tecido são. Quando este processo corre bem, a cicatriz fica ao mesmo nível da pele circundante, reconhecendo-se apenas uma risca fina e mais clara. Mas, muitas vezes, os resultados ficam aquém do esperado e evidenciam-se traços inestéticos.

As contracturas são cicatrizes que resultam de uma retracção dos tecidos e são comuns nos casos de feridas que ocupam grandes superfícies, como queimaduras. Quando assim é, as ligaduras compressivas podem ajudar a melhorar o aspecto, devendo ser usadas vários meses sem interrupção. Se a superfície afectada for extensa, é possível aplicar uma pomada ou gel com alantoína, por exemplo, que torna os tecidos mais flexíveis.

Já as cicatrizes atróficas, situadas abaixo do nível da pele circundante, são típicas de perturbações no processo de cura da ferida – formam-se pequenos orifícios devido à escassa produção de tecido conjuntivo.

É o que acontece com a acne, por exemplo. Ao contrário, as cicatrizes hipertróficas elevam-se acima do nível da pele circundante, devido ao excesso de produção de fibras de colagénio.

Por isso, além de salientes, são avermelhadas e podem causar dor e são mais frequentes quando o processo de cura da ferida está exposto a agressões externas, designadamente movimento constante. A cirurgia laser é uma opção para atenuar estas cicatrizes, desde que se proteja o tecido cutâneo adjacente. É igualmente possível injectar colagénio, o que confere à pele uma textura mais lisa e flexível.

As cicatrizes quelóides são ainda mais salientes e ocupam uma superfície extensa, podendo dar origem a sensações de ardor e hipersensibilidade ao contacto. As mulheres jovens e pessoas com pele escura são mais propensas a desenvolver este tipo de cicatriz.

Os pensos redutores mostram ser eficazes, sobretudo nas cicatrizes quelóides e hipertróficas, melhorando a sua aparência.

A cicatriz resulta de um processo de reparação do tecido conjuntivo da pele, destruído devido a uma ferida.

Durante a regeneração, o tecido cicatricial apresenta uma estrutura diferente do tecido são. Quando este processo corre bem, a cicatriz fica ao mesmo nível da pele circundante, reconhecendo-se apenas uma risca fina e mais clara. Mas, muitas vezes, os resultados ficam aquém do esperado e evidenciam-se traços inestéticos.

As contracturas são cicatrizes que resultam de uma retracção dos tecidos e são comuns nos casos de feridas que ocupam grandes superfícies, como queimaduras. Quando assim é, as ligaduras compressivas podem ajudar a melhorar o aspecto, devendo ser usadas vários meses sem interrupção. Se a superfície afectada for extensa, é possível aplicar uma pomada ou gel com alantoína, por exemplo, que torna os tecidos mais flexíveis.

Já as cicatrizes atróficas, situadas abaixo do nível da pele circundante, são típicas de perturbações no processo de cura da ferida – formam-se pequenos orifícios devido à escassa produção de tecido conjuntivo.

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