Aquele responsável, que presidia à reunião e que também é o dirigente máximo da APMCG-Associação Portuguesa de Médicos de Clínica <span class="tooltip" onClick="window.location='/glossario/geral';" onMouseover="fixedtooltip(5778, this, event)" onMouseout="delayhidetip()">Geral</span>, sublinhou que, de facto, nos Serviços de Saúde, os sistemas de garantia da qualidade <span class="tooltip" onClick="window.location='/glossario/t';" onMouseover="fixedtooltip(11098, this, event)" onMouseout="delayhidetip()">t</span>êm vindo a desenvolver-se, com o <span class="tooltip" onClick="window.location='/glossario/objectivo';" onMouseover="fixedtooltip(8457, this, event)" onMouseout="delayhidetip()">objectivo</span> de garantir um atendimento de qualidade e eficiente.<br /> <br /> «O cenário da prestação de Cuidados de Saúde está em constante evolução, em constante mudança, surgindo continuamente novos conceitos, novas estratégias e novas opções», afirmou ainda. <br /> <br /> Na perspectiva de Luís Pisco, «num período de aumento exponencial das expectativas e das exigências dos cidadãos, com o consequente aumento da responsabilidade dos profissionais de saúde, quando todas as atenções se centram nos resultados e no uso adequado dos recursos disponíveis, as metodologias de melhoria contínua da qualidade devem ser vistas como uma ferramenta à disposição dos profissionais para mostrar o seu valor e assegurar um activo envolvimento nas tomadas de decisão». <br /> <br /> Desta forma, a qualidade não é encarada somente como uma metodologia de gestão, nem um problema puramente técnico e económico. É, também, vista como uma questão ética e moral.<br /> <br /> O termo «qualidade» tornou-se numa palavra que, quando utilizada e dependendo do observador, acarreta melhor desempenho profissional, maior respeito pela perspectiva do doente e, sobretudo, a utilização optimizada dos recursos disponíveis. <br /> <br /> Mas, de acordo com Luís Pisco, «a qualidade é, fundamentalmente, uma ferramenta que a gestão utiliza para melhorar o seu desempenho. A gestão não é feita para benefício das instituições, mas sim para um melhor atendimento dos que as utilizam, e para uma melhoria permanente voltada para o atendimento das necessidades, expectativas e satisfação da população que recorre aos serviços de saúde».<br /> <br /> É objectivo dos políticos, gestores e profissionais de saúde melhorar a qualidade dos Cuidados de Saúde prestados aos cidadãos. Porém, tal desafio é conseguido através da transformação e da inovação.<br /> <br /> Ora, como afirmou Luís Pisco, «a mudança e a inovação pressupõem uma gestão empreendedora, criativa, <span class="tooltip" onClick="window.location='/glossario/din';" onMouseover="fixedtooltip(4003, this, event)" onMouseout="delayhidetip()">din</span>âmica, que aproveite as oportunidades.<br />

