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Saúde oral, flúor e crianças

2 Setembro, 2007 0

Além da questão da aprendizagem em relação à higiene, há igualmente algumas opções, nomeadamente no campo da intervenção preventiva, que podem evitar, a médio ou longo prazo, algumas patologias, especificamente as cáries, que afectam a grande maioria das pessoas.

De acordo com Catarina Coito, «cerca de 95% da população portuguesa tem, teve, ou terá, cáries. Uma boa forma de as evitar é não só através de uma boa limpeza, como também pela aplicação de flúor. Nas crianças, o flúor deve ser administrado o mais cedo possível, desde a primeira dentição. Além disso, as crianças devem usar uma pasta que contenha entre 1000 a 1500 ppm de flúor.

Além destas formas, pode absorver-se flúor também bebendo água da rede pública, leite ou fazendo bochechos de elixires, entre outros», defende a especialista.

Quanto à relação sempre problemática entre os miúdos e os dentistas, devem, quer os pais, quer os próprios profissionais, trabalhar para que não haja qualquer trauma, normalmente associado aos consultórios dentários.

«É muito importante que a primeira consulta seja meramente informativa e de conhecimento, ou apresentação, entre as crianças e os dentistas.
Toda a envolvência de um consultório, com aquelas máquinas intimidantes e aparelhos que fazem barulhos estranhos, assusta muitos adultos, quanto mais crianças.

Além disso, muitas vezes, os pais estão extremamente ansiosos, andam de um lado para o outro, constantemente a perguntar aos filhos se está tudo bem. Esse comportamento não é benéfico e, nessas alturas, é preferível pedir-lhes para ficarem na sala de espera», defende Catarina Coito.

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