Divórcio e filhos
A violência familiar, física e psicológica, tem tendência a perpetuar-se, ou seja, crianças maltratadas têm quatro a cinco vezes mais probabilidade de, em adultas, maltratarem companheiros e filhos.
Violências emocionais, humilhações, constantes desvalorizações e críticas podem destruir mais a personalidade do que propriamente as agressões físicas.
É um mecanismo psíquico de transferência que passa para as gerações seguintes como um processo de libertação. Urge que se torne uma preocupação cada vez mais de todos, pois a violência aumenta a cada momento.
O sofrimento conjugal é a razão mais comum pela qual as pessoas procuram ajuda psicológica.
Quase sempre os maiores problemas estão centrados na quase incapacidade para comunicarem verbalmente e a outros níveis, os seus sentimentos, ideias e pensamentos. Um casamento pode durar se os casais souberem conduzir e lidar com os desentendimentos.
Numa terapia familiar o importante e desejável é deixarem de se preocupar sobre quem tem mais razão ou a lei do seu lado e aceitarem uma mediação o mais isenta possível com base no diálogo e na negociação de ambas as partes.
Os pais devem sempre conversar sobre todos estes e outros aspectos com os filhos, reflectirem juntos sobre as mudanças, assegurar-lhes o seu lugar como filho e tranquilizá-los em relação ao afecto.
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