Um grupo de estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa decidiu este ano transformar a praxe aos novos alunos num acto de solidariedade no combate à leucemia, promovendo uma acção de rua para esclarecer a população e apelar ao registo de dadores de medula óssea.
A acção tem lugar quarta-feira, dia 1 de Outubro, entre as 16:00 e as 18:00, na estação do Cais do Sodré, em Lisboa, com o apoio da APCL – Associação Portuguesa Contra a Leucemia, do CEDACE – Centro Nacional de Dadores de Células e Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão e da Santa Casa da Misericórdia, que disponibiliza o equipamento necessário para o efeito.
“Há ainda alguns mitos sobre a doação de medula óssea, nomeadamente que se trata de um processo doloroso. Com esta acção pretendemos sensibilizar a população para a importância deste acto e angariar dadores”, explica Diogo Martins, da Comissão Organizadora da Recepção ao Caloiro da Faculdade de Medicina de Lisboa e um dos impulsionares desta iniciativa inédita.
Em vez de uma praxe tradicional, os caloiros da Faculdade de Medicina vão receber uma palestra sobre transplante de medula óssea, ministrada pela Clínica Universitária de Hematologia (HSM/FML), com o objectivo de ficarem melhor preparados quando saírem à rua para esclarecer e sensibilizar as pessoas para esta causa.
A recolha de dadores de medula óssea está a cargo de especialistas do Centro de Histocomptabilidade do Sul.
A falta de dadores de medula óssea é um dos grandes entraves à luta contra a leucemia. Desde 2002, ano em que surgiu a ACPL, o número de dadores passou dos 1.800 para mais de 132 mil. O objectivo é alcançar os 160 mil dadores até ao final do ano.
APCL
A APCL – Associação Portuguesa Contra a Leucemia nasceu a 21 de Janeiro de 2002, por vontade de antigos doentes e médicos do IPOFG (Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil – Centro Regional de Oncologia de Lisboa) empenhados no apoio da sociedade civil a todos os que lutam contra esta devastadora doença. Os objectivos da APCL são: contribuir para aumentar a eficácia do tratamento das leucemias e outras neoplasias hematológicas afins; apoiar os doentes e suas famílias; promover o progresso do conhecimento científico sobre a natureza, evolução, prevenção e tratamento destas doenças.
A acção tem lugar quarta-feira, dia 1 de Outubro, entre as 16:00 e as 18:00, na estação do Cais do Sodré, em Lisboa, com o apoio da APCL – Associação Portuguesa Contra a Leucemia, do CEDACE – Centro Nacional de Dadores de Células e Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão e da Santa Casa da Misericórdia, que disponibiliza o equipamento necessário para o efeito.
“Há ainda alguns mitos sobre a doação de medula óssea, nomeadamente que se trata de um processo doloroso. Com esta acção pretendemos sensibilizar a população para a importância deste acto e angariar dadores”, explica Diogo Martins, da Comissão Organizadora da Recepção ao Caloiro da Faculdade de Medicina de Lisboa e um dos impulsionares desta iniciativa inédita.
Em vez de uma praxe tradicional, os caloiros da Faculdade de Medicina vão receber uma palestra sobre transplante de medula óssea, ministrada pela Clínica Universitária de Hematologia (HSM/FML), com o objectivo de ficarem melhor preparados quando saírem à rua para esclarecer e sensibilizar as pessoas para esta causa.
A recolha de dadores de medula óssea está a cargo de especialistas do Centro de Histocomptabilidade do Sul.
A falta de dadores de medula óssea é um dos grandes entraves à luta contra a leucemia. Desde 2002, ano em que surgiu a ACPL, o número de dadores passou dos 1.800 para mais de 132 mil. O objectivo é alcançar os 160 mil dadores até ao final do ano.
APCL
A APCL – Associação Portuguesa Contra a Leucemia nasceu a 21 de Janeiro de 2002, por vontade de antigos doentes e médicos do IPOFG (Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil – Centro Regional de Oncologia de Lisboa) empenhados no apoio da sociedade civil a todos os que lutam contra esta devastadora doença. Os objectivos da APCL são: contribuir para aumentar a eficácia do tratamento das leucemias e outras neoplasias hematológicas afins; apoiar os doentes e suas famílias; promover o progresso do conhecimento científico sobre a natureza, evolução, prevenção e tratamento destas doenças.