Lave as mãos, sff!
São estas, geralmente, as zonas que pecam por defeito de higiene e onde se concentram preferencialmente os germes… E na ausência de água pode ser utilizado um anti-séptico como o álcool. É preciso é eliminar uma potencial fonte de infecção.
Hospitais de risco?
Em Junho de 2005, o então ministro da Saúde, Correia de Campos, gerou alguma polémica ao atribuir o elevado número de infecções no Hospital de S. João, no Porto, à não lavagem das mãos: “Há muitas mãos que não são lavadas quando passam de um doente para o outro”.
Em reacção, o S. João tomou medidas e, no espaço de um ano, as infecções hospitalares baixaram 30 por cento. Entre elas pontua a colocação, junto à cama de cada doente, de um dispositivo com uma solução à base de álcool para utilização dos profissionais de saúde.
Outras medidas visaram combater outro tipo de infecções contraídas em ambiente hospitalar mas que não estão directamente relacionadas com a (não) lavagem das mãos.
FARMÁCIA SAÚDE – ANF
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