Doença Renal Crónica (DRC)
• estratégias para a diminuição da perda progressiva de função renal (como a adaptação da dieta, a toma regular de medicamentos para a tensão arterial, ou o controlo rigoroso da glicemia no diabético);
• manutenção de um bom estado nutricional e de prevenção das complicações inerentes à doença, como a anemia, e as alterações do metabolismo mineral e ósseo que podem conduzir, sem tratamento à grande fragilidade óssea, com risco de fractura.
• A perda de função renal é inexorável e, na sua fase avançada (estádio 5), é necessário recorrer às terapêuticas de substituição da função renal que incluem a hemodiálise, diálise peritoneal e a transplantação renal.
Estima-se que um em cada 10 indivíduos (com idade superior a 18 anos) seja atingido pela doença, ou seja, cerca de 800 mil pessoas em Portugal poderão sofrer de doença renal crónica, numa qualquer fase da sua evolução.
Todos os anos surgem mais de 2.000 novos casos de doentes em falência renal, a necessitar de diálise. Em Portugal existem actualmente cerca de dezasseis mil pessoas em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e cerca de duas mil pessoas encontram-se em lista de espera para um transplante renal.
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