Ainda que, actualmente em Portugal, não se registem mortes causadas pelo tétano neonatal, a doença mata todos os anos mais de 180.000 crianças e 30.000 mães em todo o mundo. Segundo a UNICEF, a cada três minutos morre um recém-nascido vítima desta doença evitável.
Pelo segundo ano consecutivo, a Dodot apoia o trabalho da UNICEF com vista à erradicação da doença com os fundos resultantes da campanha “Uma embalagem = Uma vacina”. Por cada embalagem de fraldas, toalhetes e toalhitas Kandoo vendidos, a Dodot doa uma vacina contra o tétano que a UNICEF distribui nos países em desenvolvimento. Este ano, Estefanía Luyk, modelo e mãe, é a representante da Dodot para a campanha.
Os fundos angariados no âmbito desta campanha, a decorrer entre os meses de Outubro e Dezembro, têm como destino países onde os níveis de cobertura de vacinação são mais baixos e os índices de mortalidade mais elevados. O tétano é ainda uma doença mortal em países como a República centro-africana, Madagáscar, Bangladesh, Congo, Nigéria, Etiópia, Somália, Paquistão, Índia, China e outras zonas de extrema pobreza, onde o acesso a condições básicas de saúde é difícil.
A ausência de serviços de saúde e a falta de higiene durante o parto favorecem o contágio do tétano. Os esporos da doença introduzem-se no organismo quando o cordão umbilical é cortado com um instrumento não desinfectado.
Tétano materno e neonatal: uma doença mortal
O tétano neonatal e materno afecta os recém-nascidos e as mães que acabaram de dar à luz. Nos recém-nascidos a doença caracteriza-se pela rigidez dos músculos faciais, o que impede a sucção e, por consequência, a alimentação do bebé, criando também dificuldade em chorar. Esta rigidez, que mais tarde se estende a todo o corpo, é acompanhada de espasmos. Salvo excepções, os bebés infectados não chegam a completar quatro semanas de vida.
A doença é inteiramente evitável. A Dodot alia-se aos esforços levados a cabo pela UNICEF no âmbito da “Iniciativa para a Eliminação do Tétano Materno e Neonatal”: “O nosso objectivo, à semelhança do que fizemos o ano passado, é colaborar com a UNICEF para conseguirmos eliminar o tétano neonatal em todos os países”, afirma Gloria Codinas, directora de comunicação da Dodot.
No ano passado, a campanha “Juntos podemos salvar vidas” angariou oito milhões de vacinas, superando as expectativas dos próprios organizadores.
Através da vacinação e da melhoria das condições de higiene durante o parto é possível eliminar o tétano neonatal. Para tal, é necessário que as mulheres recebam cinco doses da vacina, como parte dos cuidados pré-natais de rotina. Com esta simples prática, a mãe fica protegida da doença para o resto da vida e, por sua vez, produzirá anticorpos que transmitem a imunidade ao bebé, protegendo-o durante os dois primeiros meses de vida, altura em que corre maior perigo.
Visita aos países afectados
A modelo Estefanía Luyk, mãe de uma criança de poucos meses, quis apoiar a Dodot na campanha deste ano. Por esse motivo, fez uma viagem de quatro dias à República centro-Africana para acompanhar de perto a campanha de vacinação contra o tétano neonatal.
“Foi a melhor experiência da minha vida do ponto de vista humano. A UNICEF presta uma ajuda impressionante, sobretudo às mães e aos bebés. Numa viagem assim, apercebemo-nos de que ter nascido num determinado lugar e carecer de determinados recursos, pode levar-nos a perder um filho… e que uma simples vacina poderia salvá-lo! Se a minha filha me tivesse visto, estou certa de que estaria orgulhosa de mim”, afirmou Estefanía.
Juntamente com uma delegação da UNICEF e da Dodot, Estefanía visitou as aldeias de Kaga Bandoro, Nana Outto e Ndomete, onde tem sido levada a cabo a vacinação de mulheres grávidas.
O objectivo da colaboração da Dodot com a UNICEF é conseguir a eliminação total da doença, o que segundo a UNICEF é possível até ao ano 2012.
UNICEF
A UNICEF está no terreno em mais de 150 países e territórios para ajudar as crianças a sobreviver e a desenvolver-se, desde os primeiros anos de vida e ao longo da adolescência. A UNICEF, que é o maior fornecedor de vacinas dos países em desenvolvimento, apoia a saúde e nutrição infantil, o acesso a água potável e saneamento, uma educação básica de qualidade para todos, rapazes e raparigas, e a protecção das crianças contra a violência, a exploração e a SIDA. A UNICEF é inteiramente financiada por contribuições voluntárias de particulares, empresas, fundações e governos.
DODOT
A Dodot é uma marca especializada no desenvolvimento de produtos para a higiene diária do bebé. O seu compromisso é garantir aos pais o máximo bem-estar dos filhos. Há 20 anos que a Dodot colabora activamente com a Sociedade Portuguesa de Pediatria no desenvolvimento de programas de investigação nas áreas de cuidado e saúde infantil, com o objectivo de apoiar pediatras e pais no trabalho educativo.
Pelo segundo ano consecutivo, a Dodot apoia o trabalho da UNICEF com vista à erradicação da doença com os fundos resultantes da campanha “Uma embalagem = Uma vacina“. Por cada embalagem de fraldas, toalhetes e toalhitas Kandoo vendidos, a Dodot doa uma vacina contra o tétano que a UNICEF distribui nos países em desenvolvimento. Este ano, Estefanía Luyk, modelo e mãe, é a representante da Dodot para a campanha.
Os fundos angariados no âmbito desta campanha, a decorrer entre os meses de Outubro e Dezembro, têm como destino países onde os níveis de cobertura de vacinação são mais baixos e os índices de mortalidade mais elevados. O tétano é ainda uma doença mortal em países como a República centro-africana, Madagáscar, Bangladesh, Congo, Nigéria, Etiópia, Somália, Paquistão, Índia, China e outras zonas de extrema pobreza, onde o acesso a condições básicas de saúde é difícil.
A ausência de serviços de saúde e a falta de higiene durante o parto favorecem o contágio do tétano. Os esporos da doença introduzem-se no organismo quando o cordão umbilical é cortado com um instrumento não desinfectado.
Tétano materno e neonatal: uma doença mortal
O tétano neonatal e materno afecta os recém-nascidos e as mães que acabaram de dar à luz. Nos recém-nascidos a doença caracteriza-se pela rigidez dos músculos faciais, o que impede a sucção e, por consequência, a alimentação do bebé, criando também dificuldade em chorar. Esta rigidez, que mais tarde se estende a todo o corpo, é acompanhada de espasmos. Salvo excepções, os bebés infectados não chegam a completar quatro semanas de vida.
A doença é inteiramente evitável. A Dodot alia-se aos esforços levados a cabo pela UNICEF no âmbito da “Iniciativa para a Eliminação do Tétano Materno e Neonatal”: “O nosso objectivo, à semelhança do que fizemos o ano passado, é colaborar com a UNICEF para conseguirmos eliminar o tétano neonatal em todos os países”, afirma Gloria Codinas, directora de comunicação da Dodot.
No ano passado, a campanha “Juntos podemos salvar vidas” angariou oito milhões de vacinas, superando as expectativas dos próprios organizadores.
Através da vacinação e da melhoria das condições de higiene durante o parto é possível eliminar o tétano neonatal. Para tal, é necessário que as mulheres recebam cinco doses da vacina, como parte dos cuidados pré-natais de rotina. Com esta simples prática, a mãe fica protegida da doença para o resto da vida e, por sua vez, produzirá anticorpos que transmitem a imunidade ao bebé, protegendo-o durante os dois primeiros meses de vida, altura em que corre maior perigo.
Visita aos países afectados
A modelo Estefanía Luyk, mãe de uma criança de poucos meses, quis apoiar a Dodot na campanha deste ano. Por esse motivo, fez uma viagem de quatro dias à República centro-Africana para acompanhar de perto a campanha de vacinação contra o tétano neonatal.
“Foi a melhor experiência da minha vida do ponto de vista humano. A UNICEF presta uma ajuda impressionante, sobretudo às mães e aos bebés. Numa viagem assim, apercebemo-nos de que ter nascido num determinado lugar e carecer de determinados recursos, pode levar-nos a perder um filho… e que uma simples vacina poderia salvá-lo! Se a minha filha me tivesse visto, estou certa de que estaria orgulhosa de mim”, afirmou Estefanía.
Juntamente com uma delegação da UNICEF e da Dodot, Estefanía visitou as aldeias de Kaga Bandoro, Nana Outto e Ndomete, onde tem sido levada a cabo a vacinação de mulheres grávidas.
O objectivo da colaboração da Dodot com a UNICEF é conseguir a eliminação total da doença, o que segundo a UNICEF é possível até ao ano 2012.
UNICEF
A UNICEF está no terreno em mais de 150 países e territórios para ajudar as crianças a sobreviver e a desenvolver-se, desde os primeiros anos de vida e ao longo da adolescência. A UNICEF, que é o maior fornecedor de vacinas dos países em desenvolvimento, apoia a saúde e nutrição infantil, o acesso a água potável e saneamento, uma educação básica de qualidade para todos, rapazes e raparigas, e a protecção das crianças contra a violência, a exploração e a SIDA. A UNICEF é inteiramente financiada por contribuições voluntárias de particulares, empresas, fundações e governos.
DODOT
A Dodot é uma marca especializada no desenvolvimento de produtos para a higiene diária do bebé. O seu compromisso é garantir aos pais o máximo bem-estar dos filhos. Há 20 anos que a Dodot colabora activamente com a Sociedade Portuguesa de Pediatria no desenvolvimento de programas de investigação nas áreas de cuidado e saúde infantil, com o objectivo de apoiar pediatras e pais no trabalho educativo.