Dodot colabora com UNICEF na campanha “Uma embalagem = Uma vacina” com o objectivo de ajudar a eliminar o tétano neonatal - Médicos de Portugal

A carregar...

Dodot colabora com UNICEF na campanha “Uma embalagem = Uma vacina” com o objectivo de ajudar a eliminar o tétano neonatal

5 Novembro, 2008 0

Ainda que, actualmente em Portugal, não se registem mortes causadas pelo tétano neonatal, a doença mata todos os anos mais de 180.000 crianças e 30.000 mães em todo o mundo. Segundo a UNICEF, a cada três minutos morre um recém-nascido vítima desta doença evitável.

Pelo segundo ano consecutivo, a Dodot apoia o trabalho da UNICEF com vista à erradicação da doença com os fundos resultantes da campanha “Uma embalagem = Uma vacina”. Por cada embalagem de fraldas, toalhetes e toalhitas Kandoo vendidos, a Dodot doa uma vacina contra o tétano que a UNICEF distribui nos países em desenvolvimento. Este ano, Estefanía Luyk, modelo e mãe, é a representante da Dodot para a campanha.
Os fundos angariados no âmbito desta campanha, a decorrer entre os meses de Outubro e Dezembro, têm como destino países onde os níveis de cobertura de vacinação são mais baixos e os índices de mortalidade mais elevados. O tétano é ainda uma doença mortal em países como a República centro-africana, Madagáscar, Bangladesh, Congo, Nigéria, Etiópia, Somália, Paquistão, Índia, China e outras zonas de extrema pobreza, onde o acesso a condições básicas de saúde é difícil.

A ausência de serviços de saúde e a falta de higiene durante o parto favorecem o contágio do tétano. Os esporos da doença introduzem-se no organismo quando o cordão umbilical é cortado com um instrumento não desinfectado.

 

Tétano materno e neonatal: uma doença mortal

O tétano neonatal e materno afecta os recém-nascidos e as mães que acabaram de dar à luz. Nos recém-nascidos a doença caracteriza-se pela rigidez dos músculos faciais, o que impede a sucção e, por consequência, a alimentação do bebé, criando também dificuldade em chorar. Esta rigidez, que mais tarde se estende a todo o corpo, é acompanhada de espasmos. Salvo excepções, os bebés infectados não chegam a completar quatro semanas de vida.

A doença é inteiramente evitável. A Dodot alia-se aos esforços levados a cabo pela UNICEF no âmbito da “Iniciativa para a Eliminação do Tétano Materno e Neonatal”: “O nosso objectivo, à semelhança do que fizemos o ano passado, é colaborar com a UNICEF para conseguirmos eliminar o tétano neonatal em todos os países”, afirma Gloria Codinas, directora de comunicação da Dodot.

No ano passado, a campanha “Juntos podemos salvar vidas” angariou oito milhões de vacinas, superando as expectativas dos próprios organizadores.

Através da vacinação e da melhoria das condições de higiene durante o parto é possível eliminar o tétano neonatal. Para tal, é necessário que as mulheres recebam cinco doses da vacina, como parte dos cuidados pré-natais de rotina. Com esta simples prática, a mãe fica protegida da doença para o resto da vida e, por sua vez, produzirá anticorpos que transmitem a imunidade ao bebé, protegendo-o durante os dois primeiros meses de vida, altura em que corre maior perigo.

 

Visita aos países afectados

A modelo Estefanía Luyk, mãe de uma criança de poucos meses, quis apoiar a Dodot na campanha deste ano. Por esse motivo, fez uma viagem de quatro dias à República centro-Africana para acompanhar de perto a campanha de vacinação contra o tétano neonatal.

Páginas: 1 2 3 4

ÁREA RESERVADA

|

Destina-se aos profissionais de saúde

Informações de Saúde

Siga-nos

Copyright 2017 Médicos de Portugal por digital connection. Todos os direitos reservados.