Crianças do IPO de Lisboa “dão vida” e criatividade ao Projecto Simbiontes
Por cada criopreservação efectuada entre Maio e Agosto deste ano, a Crioestaminal contribuiu com 5 euros para o objectivo do projecto, angariando um total de 10 mil euros.
Sobre a Crioestaminal
Criada em 2003 por profissionais e empresas da área da saúde, a Crioestaminal é hoje uma referência sempre que se fala da criopreservação de células estaminais do sangue do cordão umbilical dos recém-nascidos. Como empresa pioneira nesta área e com uma posição líder no mercado ibérico, aposta na criação e diversificação de serviços e nos projectos de investigação e desenvolvimento.
Até ao momento, são mais de 30 mil os pais que aderiram no País a esta técnica e que a consideram uma opção preventiva da saúde futura dos seus filhos. Esta realidade confirma a solidez, experiência, qualidade e segurança que a empresa cumpre ao serviço da saúde e que a tornam uma referência no momento de optar pela criopreservação de células estaminais do sangue do cordão umbilical.
A Crioestaminal é a entidade de criopreservação pioneira e líder em Portugal no isolamento e criopreservação de células estaminais, estando também presente em países como Espanha e Itália. Em Portugal, é a única empresa de criopreservação com transplantes realizados.
O projecto privilegia a interacção e enriquecimento mútuo entre vários sectores da sociedade (cientistas, artistas, crianças, idosos, associações de doentes, etc.), que em oficinas pedagógicas criam materiais originais para a angariação de fundos para a ciência.
Neste primeiro evento, dedicado à angariação de fundos para a investigação básica do cancro em Portugal, a Associação Viver a Ciência aliou-se ao Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa e ao Centro de Arte e Comunicação Visual (Ar.Co) para proporcionar às crianças em ambulatório no hospital uma incursão ao mundo da arte e da ciência, através da exploração de uma história.
Estes encontros começaram com a narração do conto “A Menina do Mar”, de Sophia de Mello Breyner Andresen, e continuaram através de oficinas científicas sobre as personagens marinhas e os habitats da história. De seguida, as crianças partiram para a expressão plástica, realizando pinturas num total de 14 telas e 25 ilustrações, fruto da sua criatividade e da interpretação do que aprenderam durante as oficinas. Os seres marinhos das poças das marés, as personagens da história (os peixes, o caranguejo e o polvo) e as paisagens do fundo do mar foram os temas que as crianças mais retrataram nos trabalhos.
Terminados os ateliers, as obras originais preparam-se agora para “dar vida” a uma exposição cujo leilão é inaugurado no próximo dia 28 de Novembro, nas galerias Chiado Plaza, em Lisboa. As obras vão estar patentes ao público durante o mês de Dezembro neste local, e o valor obtido com a venda dos originais reverte para o financiamento da investigação básica na área da Oncologia em Portugal. A gestão dos fundos angariados é da responsabilidade da Associação Viver a Ciência.
Na sequência do trabalho desenvolvido com as crianças em tratamento no IPO, a equipa do projecto Simbiontes deixou o testemunho sobre a iniciativa num livro pedagógico dirigido aos mais pequenos. A edição tem como contexto as personagens e os habitats do conto “A Menina do Mar” e explora conceitos científicos interessantes, como a relação da forma/função das estruturas do corpo destes animais.

