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Conferência “O Nosso Envelhecimento” » Sociedades modernas são duplamente envelhecidas

As sociedades modernas são estruturas duplamente envelhecidas, caracterizadas por uma maior longevidade dos seus membros e por uma menor taxa de natalidade, o que torna necessária a conjugação de esforços multidisciplinares para minorar as consequências desta realidade, foi uma das conclusões da conferência “O Nosso Envelhecimento”, organizada pela Plataforma Saúde em Diálogo, que teve lugar em Lisboa, no dia 8 de Junho.

Os participantes no encontro, que reuniu prestadores de cuidados de saúde de valências diversas – farmacêuticos, enfermeiros, médicos, psicólogos e terapeutas, entre outros profissionais – constataram também que se estão a esboçar tendências interessantes nas diferentes formas do “saber ser mais velho”, pelo que é necessário aprofundar e difundir o conhecimento acerca do processo de envelhecimento.

Neste contexto, consideraram ainda imprescindível que se estudem e divulguem, sistematicamente, novas conclusões acerca da aceitação do ciclo de vida no impacto físico, psíquico e social da longevidade, defendendo, nomeadamente, que se identifique com clareza quem é o cidadão idoso.

Ficou ainda assente que urge implementar estruturas e estratégias para fazer face a este aumento da longevidade, associado a uma perda de autonomia, tendo em conta as diferenças de género e integrando as pessoas na sociedade.

Num mundo cada vez mais desenvolvido mas simultaneamente incapaz de responder a necessidades básicas dos idosos ligadas à doença e à solidão, estas acções implicam uma verdadeira revolução de mentalidades e de valores, no sentido de se passar a considerar este extracto populacional como uma mais-valia para o convívio intergeracional e não como um fardo.

É pois fundamental a definição de uma política global para a terceira idade, envolvendo a sociedade civil e a administração pública, para a criação de uma verdadeira promoção da saúde e prevenção de determinadas doenças que, à partida, se sabe serem responsáveis pela perda de qualidade de vida nos últimos anos.

Os participantes na conferência chamaram ainda a atenção para o facto de os avanços registados nas ciências médicas em geral estarem a acrescentar anos à vida, numa sociedade cada vez mais envelhecida e egoísta, sem que se constate em paralelo a preocupação de se acrescentar mais vida aos anos.

A Plataforma Saúde em Diálogo, promotora do encontro, é uma estrutura criada em 1998, de colaboração e consulta entre organizações de promoção da saúde, representativas de doentes, de consumidores e individualidades conjuntamente com a Associação Nacional das Farmácias (ANF).

Os participantes no encontro, que reuniu prestadores de cuidados de saúde de valências diversas – farmacêuticos, enfermeiros, médicos, psicólogos e terapeutas, entre outros profissionais – constataram também que se estão a esboçar tendências interessantes nas diferentes formas do “saber ser mais velho”, pelo que é necessário aprofundar e difundir o conhecimento acerca do processo de envelhecimento.

Neste contexto, consideraram ainda imprescindível que se estudem e divulguem, sistematicamente, novas conclusões acerca da aceitação do ciclo de vida no impacto físico, psíquico e social da longevidade, defendendo, nomeadamente, que se identifique com clareza quem é o cidadão idoso.

Ficou ainda assente que urge implementar estruturas e estratégias para fazer face a este aumento da longevidade, associado a uma perda de autonomia, tendo em conta as diferenças de género e integrando as pessoas na sociedade.

Num mundo cada vez mais desenvolvido mas simultaneamente incapaz de responder a necessidades básicas dos idosos ligadas à doença e à solidão, estas acções implicam uma verdadeira revolução de mentalidades e de valores, no sentido de se passar a considerar este extracto populacional como uma mais-valia para o convívio intergeracional e não como um fardo.

É pois fundamental a definição de uma política global para a terceira idade, envolvendo a sociedade civil e a administração pública, para a criação de uma verdadeira promoção da saúde e prevenção de determinadas doenças que, à partida, se sabe serem responsáveis pela perda de qualidade de vida nos últimos anos.

Os participantes na conferência chamaram ainda a atenção para o facto de os avanços registados nas ciências médicas em geral estarem a acrescentar anos à vida, numa sociedade cada vez mais envelhecida e egoísta, sem que se constate em paralelo a preocupação de se acrescentar mais vida aos anos.

A Plataforma Saúde em Diálogo, promotora do encontro, é uma estrutura criada em 1998, de colaboração e consulta entre organizações de promoção da saúde, representativas de doentes, de consumidores e individualidades conjuntamente com a Associação Nacional das Farmácias (ANF).

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