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Como evitar um Acidente Vascular Cerebral (AVC): vítima ou cúmplice da doença?

Os acidentes vasculares cerebrais (AVCs) estão entre as causas de morte mais importantes em todo o mundo e que, ao mesmo tempo, podem ser evitados. Basta para isso um pequeno investimento de esforço e de tempo. E vale a pena pois os AVCs ocorrem de forma súbita e, aproximadamente 60% dos doentes que sofrem um AVC, ficam com algum tipo de incapacidade ou morrem.

Factores de risco

O risco, ou seja a probabilidade de vir a sofrer um AVC aumenta, por exemplo, com o hábito de fumar, com dietas pouco saudáveis e a falta de exercício físico. A partir do momento que deixe de fumar, o risco de ter um AVC vai diminuir.

A prática de exercício físico durante 30 minutos, quatro vezes por semana vai também diminuir esse risco. Uma dieta saudável diminui igualmente o risco de doença. Estes factores ligados ao estilo de vida levam ao desenvolvimento de outros factores de risco como a hipertensão arterial, a diabetes, e o excesso de gordura no sangue (colesterol e triglicéridos).

A hipertensão arterial é uma das causas mais frequentes de AVCs e na maioria dos casos não produz qualquer sinal ou sintoma de aviso, sendo por isso necessário medi-la com alguma frequência. Uma dieta saudável, a diminuição da ingestão de sal, álcool e café, a prática de exercício físico e o hábito de não fumar ajudam a manter a tensão em valores normais. Se, mesmo assim, continuarem elevados existem medicamentos para a controlar.

Existem outros factores associados ao aumento do risco de sofrer um AVC como o stress, alguns medicamentos e alterações do ritmo dos batimentos cardíacos, sendo este último responsável por cerca de 20% dos AVCs.

Porque ocorrem AVCs?

O cérebro só funciona quando tem acesso ao oxigénio e aos nutrientes transportados pelo sangue através dos vasos. Estes vasos partem do coração, dirigindo-se ao cérebro através de duas artérias situadas na região lateral do pescoço, ficando cada vez mais finas até chegarem às células cerebrais.

Se a irrigação sanguínea é interrompida, parte do cérebro perde o seu suprimento de nutrientes e oxigénio, provocando lesões que podem ser mais ou menos graves e mais ou menos reversíveis, dependendo da zona afectada e da duração da mesma.

Sinais e sintomas

O aparecimento súbito de fraqueza e/ou dormência da face, do braço ou da perna, geralmente de um lado do corpo, dificuldade de visão (visão dupla), dificuldade de andar, coordenar movimentos, e de equilíbrio, uma dor de cabeça muito severa e confusão ou mesmo inconsciência. Quando vir alguém com estes sintomas deve encaminhá-lo para o hospital, mesmo que os sintomas pareçam pouco intensos pois podem evoluir em gravidade.

Tratamento

Os medicamentos utilizados dependem do tipo de AVC, sendo a prevenção da extensão da lesão e o tratamento dos sintomas a prioridade, devendo ser também detectadas as causas para, se possível, evitar futuros AVCs. Na evolução da doença é prioritária a reabilitação das funções afectadas, podendo no entanto permanecer incapacidades físicas ou mentais.

Não seja cúmplice! Evite os factores de risco para não se tornar uma Vítima!

A hipertensão arterial é uma das causas mais frequentes de AVCs e na maioria dos casos não produz qualquer sinal ou sintoma de aviso, sendo por isso necessário medi-la com alguma frequência.

Factores de risco

O risco, ou seja a probabilidade de vir a sofrer um AVC aumenta, por exemplo, com o hábito de fumar, com dietas pouco saudáveis e a falta de exercício físico. A partir do momento que deixe de fumar, o risco de ter um AVC vai diminuir.

A prática de exercício físico durante 30 minutos, quatro vezes por semana vai também diminuir esse risco. Uma dieta saudável diminui igualmente o risco de doença. Estes factores ligados ao estilo de vida levam ao desenvolvimento de outros factores de risco como a hipertensão arterial, a diabetes, e o excesso de gordura no sangue (colesterol e triglicéridos).

A hipertensão arterial é uma das causas mais frequentes de AVCs e na maioria dos casos não produz qualquer sinal ou sintoma de aviso, sendo por isso necessário medi-la com alguma frequência. Uma dieta saudável, a diminuição da ingestão de sal, álcool e café, a prática de exercício físico e o hábito de não fumar ajudam a manter a tensão em valores normais. Se, mesmo assim, continuarem elevados existem medicamentos para a controlar.

Existem outros factores associados ao aumento do risco de sofrer um AVC como o stress, alguns medicamentos e alterações do ritmo dos batimentos cardíacos, sendo este último responsável por cerca de 20% dos AVCs.

Porque ocorrem AVCs?

O cérebro só funciona quando tem acesso ao oxigénio e aos nutrientes transportados pelo sangue através dos vasos. Estes vasos partem do coração, dirigindo-se ao cérebro através de duas artérias situadas na região lateral do pescoço, ficando cada vez mais finas até chegarem às células cerebrais.

Se a irrigação sanguínea é interrompida, parte do cérebro perde o seu suprimento de nutrientes e oxigénio, provocando lesões que podem ser mais ou menos graves e mais ou menos reversíveis, dependendo da zona afectada e da duração da mesma.

Sinais e sintomas

O aparecimento súbito de fraqueza e/ou dormência da face, do braço ou da perna, geralmente de um lado do corpo, dificuldade de visão (visão dupla), dificuldade de andar, coordenar movimentos, e de equilíbrio, uma dor de cabeça muito severa e confusão ou mesmo inconsciência. Quando vir alguém com estes sintomas deve encaminhá-lo para o hospital, mesmo que os sintomas pareçam pouco intensos pois podem evoluir em gravidade.

Tratamento

Os medicamentos utilizados dependem do tipo de AVC, sendo a prevenção da extensão da lesão e o tratamento dos sintomas a prioridade, devendo ser também detectadas as causas para, se possível, evitar futuros AVCs. Na evolução da doença é prioritária a reabilitação das funções afectadas, podendo no entanto permanecer incapacidades físicas ou mentais.

Não seja cúmplice! Evite os factores de risco para não se tornar uma Vítima!

A hipertensão arterial é uma das causas mais frequentes de AVCs e na maioria dos casos não produz qualquer sinal ou sintoma de aviso, sendo por isso necessário medi-la com alguma frequência.

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