Cólera na Guiné-Bissau – Bolama tem beneficiado da acção preventiva da AMI - Médicos de Portugal

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Cólera na Guiné-Bissau – Bolama tem beneficiado da acção preventiva da AMI

13 Outubro, 2008 0

A epidemia de cólera que assola a Guiné-Bissau desde a época das chuvas, ganhou nova força nos últimos dias. Segundo as autoridades sanitárias locais, este novo surto já vitimou mais de 20 pessoas, elevando para perto de 200 os casos mortais desde Maio deste ano.

A região de saúde de Bolama foi a última a ser afectada e mesmo não havendo muita mortalidade, os casos diagnosticados estão em crescimento. A equipa da AMI presente nesta zona desde o ano 2000, continua a apostar na prevenção, com reforço das habituais acções de sensibilização.

A equipa da AMI colaborou ainda na montagem de uma tenda de campanha de isolamento de casos facultada pela UNICEF no Hospital Simão Mendes em Bissau, tendo depois regressado a Bolama, a sua zona de intervenção.

Apesar da cólera se manifestar de forma mais acentuada nas zonas mais urbanizadas, a dificuldade dos acessos às zonas mais remotas do país pode potenciar os perigos para a população. Tem sido também esta, uma das maiores preocupações dos voluntários da AMI que, na semana passada se deslocaram à Ilha das Galinhas em virtude do projecto que a ONG tem vindo a desenvolver neste local, onde foram confrontados com a existência de 17 novos casos em 4 dias, dos quais dois foram mortais. Nesta ilha, a equipa da AMI optou por intervenções directas em conjunto com as autoridades sanitárias de Bissau, lutando com a falta de recursos e as dificuldades de acessibilidade.

A região de saúde de Bolama foi a última a ser afectada e mesmo não havendo muita mortalidade, os casos diagnosticados estão em crescimento. A equipa da AMI presente nesta zona desde o ano 2000, continua a apostar na prevenção, com reforço das habituais acções de sensibilização.

A equipa da AMI colaborou ainda na montagem de uma tenda de campanha de isolamento de casos facultada pela UNICEF no Hospital Simão Mendes em Bissau, tendo depois regressado a Bolama, a sua zona de intervenção.

Apesar da cólera se manifestar de forma mais acentuada nas zonas mais urbanizadas, a dificuldade dos acessos às zonas mais remotas do país pode potenciar os perigos para a população. Tem sido também esta, uma das maiores preocupações dos voluntários da AMI que, na semana passada se deslocaram à Ilha das Galinhas em virtude do projecto que a ONG tem vindo a desenvolver neste local, onde foram confrontados com a existência de 17 novos casos em 4 dias, dos quais dois foram mortais. Nesta ilha, a equipa da AMI optou por intervenções directas em conjunto com as autoridades sanitárias de Bissau, lutando com a falta de recursos e as dificuldades de acessibilidade.

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