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Atitude dos portugueses face à alimentação preocupa nutricionistas

A obesidade e a forma como os portugueses encaram a alimentação são as principais preocupações dos profissionais de saúde em particular dos nutricionistas, que se reúnem no 8.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Nutrição e Alimentação, no Porto, no Hotel Tiara Park Atlantic, de 15 a 17 de Outubro.

A oitava edição Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Nutrição e Alimentação (SPCNA) tem como tema de abertura “Obesidade: maré-cheia, maré negra”, isto porque, segundo Flora Correia, nutricionista e membro da SPCNA: “Maré negra são as consequências da obesidade, se pensarmos que o adipócito (célula de gordura) como órgão endócrino, é capaz de produzir inúmeras substâncias, sendo muitas pró inflamatórias, e se pensarmos na diabetes tipo II, que tem origem, muitas vezes, no excesso de peso”.

Segundo a especialista, os nutricionistas têm um papel fundamental no combate à “maré negra” de obesidade que assola o nosso país. Para tal, sublinha, a estratégia deverá passar por “criar a consciência de que a obesidade é doença, e crónica, que uma vez instalada tem que ser combatida e tratada durante o resto da vida do doente. Mas o mais importante será a prevenção, que passa por programas de educação alimentar bem elaborados que vão ao encontro das pessoas”.

O congresso encerra com a apresentação dos resultados preliminares do estudo “Alimentação e estilo de vida da população Portuguesa”, que traz uma nova perspectiva sobre os hábitos alimentares dos portugueses e sobre os problemas com eles relacionados.

Ver programa em anexo (Documento associado.pdf)

A oitava edição Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Nutrição e Alimentação (SPCNA) tem como tema de abertura “Obesidade: maré-cheia, maré negra”, isto porque, segundo Flora Correia, nutricionista e membro da SPCNA: “Maré negra são as consequências da obesidade, se pensarmos que o adipócito (célula de gordura) como órgão endócrino, é capaz de produzir inúmeras substâncias, sendo muitas pró inflamatórias, e se pensarmos na diabetes tipo II, que tem origem, muitas vezes, no excesso de peso“.

Segundo a especialista, os nutricionistas têm um papel fundamental no combate à “maré negra” de obesidade que assola o nosso país. Para tal, sublinha, a estratégia deverá passar por “criar a consciência de que a obesidade é doença, e crónica, que uma vez instalada tem que ser combatida e tratada durante o resto da vida do doente. Mas o mais importante será a prevenção, que passa por programas de educação alimentar bem elaborados que vão ao encontro das pessoas”.

O congresso encerra com a apresentação dos resultados preliminares do estudo “Alimentação e estilo de vida da população Portuguesa”, que traz uma nova perspectiva sobre os hábitos alimentares dos portugueses e sobre os problemas com eles relacionados.

Ver programa em anexo (Documento associado.pdf)

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