Com objectivo de alertar para um problema que afecta 100 mil Portugueses, a Associação Portuguesa de Doentes Anticoagulados (APDA) acaba de lançar uma petição online que apela à comparticipação ou redução do IVA dos aparelhos portáteis e respectivos acessórios para a medição dos valores de INR.
O médico Francisco Crespo, Presidente da APDA, refere que “em Portugal existem 100.000 pessoas que necessitam de uma terapêutica anticoagulante oral (TAO) cujo objectivo é reduzir o risco de AVC, sendo que as doenças vasculares (AVC e Enfarte do Miocárdio) são a principal causa de morte em Portugal. A monitorização desta terapêutica, à semelhança de outras patologias crónicas, envolve a aquisição de equipamento e consumíveis próprios.
Como tal, o nosso objectivo é que os mesmos sejam comparticipados pelo Estado de maneira a conduzir a um controlo mais eficaz e seguro da terapêutica, com garantia de menor ocorrência de eventos adversos (tromboses e hemorragias).”
Francisco Crespo acrescenta ainda que “a auto-monitorização dos níveis de coagulação do sangue pelo próprio doente pode ajudar a reduzir o número de casos de AVC no nosso país, uma vez que esta permite que o doente seja autónomo na realização das análises regulares evitando deslocações desnecessárias e tornando simultaneamente o doente mais consciente da sua terapêutica.”
A petição pela comparticipação dos aparelhos portáteis e respectivos acessórios para a medição dos valores de INR está disponível no renovado site da Associação, em www.apda.com.pt.
O objectivo primordial da APDA passa por sensibilizar os doentes e profissionais de saúde para as vantagens, numa primeira fase, da descentralização do controlo para os médicos de família, e em simultâneo, ou numa segunda fase, para a auto-monitorização dos níveis de coagulação do sangue pelo próprio doente, visto ser uma estratégia bem sucedida noutros países da Europa. Esta permite que o doente seja autónomo na realização das análises regulares, evitando deslocações desnecessárias ao Hospital ou Centro de Saúde, tornando o doente mais próximo da sua terapêutica, com possível recurso ao médico responsável, sempre que necessário.
A APDA conta com Jorge Sampaio como sócio honorário. O ex-presidente da República e Alto Representante da ONU procura desta forma sensibilizar para as dificuldades que os doentes anticoagulados têm que ultrapassar diariamente, através do testemunho da sua experiência pessoal. São também sócios honorários e seus apoiantes os Professores Seabra Gomes, Correia de Campos e Queiroz e Mello.
Sobre a APDA [www.apda.com.pt]
A Associação Portuguesa de Doentes Anticogulados (APDA) foi criada em Fevereiro de 2004 e destina-se a doentes sob tratamento com anticoagulantes orais, a profissionais de saúde de diversos quadrantes e a todas as pessoas que queiram ser associados por estarem sensibilizados para o problema dos doentes anticoagulados.
Entre os principais objectivos da APDA destaca-se a promoção da melhoria da qualidade de vida dos doentes e o seu esclarecimento, incentivando o controlo periódico dos níveis de coagulação, como forma de prevenção de eventuais problemas cardio e cerebrovasculares.
O médico Francisco Crespo, Presidente da APDA, refere que “em Portugal existem 100.000 pessoas que necessitam de uma terapêutica anticoagulante oral (TAO) cujo objectivo é reduzir o risco de AVC, sendo que as doenças vasculares (AVC e Enfarte do Miocárdio) são a principal causa de morte em Portugal. A monitorização desta terapêutica, à semelhança de outras patologias crónicas, envolve a aquisição de equipamento e consumíveis próprios.
Como tal, o nosso objectivo é que os mesmos sejam comparticipados pelo Estado de maneira a conduzir a um controlo mais eficaz e seguro da terapêutica, com garantia de menor ocorrência de eventos adversos (tromboses e hemorragias).”
Francisco Crespo acrescenta ainda que “a auto-monitorização dos níveis de coagulação do sangue pelo próprio doente pode ajudar a reduzir o número de casos de AVC no nosso país, uma vez que esta permite que o doente seja autónomo na realização das análises regulares evitando deslocações desnecessárias e tornando simultaneamente o doente mais consciente da sua terapêutica.”
A petição pela comparticipação dos aparelhos portáteis e respectivos acessórios para a medição dos valores de INR está disponível no renovado site da Associação, em www.apda.com.pt.
O objectivo primordial da APDA passa por sensibilizar os doentes e profissionais de saúde para as vantagens, numa primeira fase, da descentralização do controlo para os médicos de família, e em simultâneo, ou numa segunda fase, para a auto-monitorização dos níveis de coagulação do sangue pelo próprio doente, visto ser uma estratégia bem sucedida noutros países da Europa. Esta permite que o doente seja autónomo na realização das análises regulares, evitando deslocações desnecessárias ao Hospital ou Centro de Saúde, tornando o doente mais próximo da sua terapêutica, com possível recurso ao médico responsável, sempre que necessário.
A APDA conta com Jorge Sampaio como sócio honorário. O ex-presidente da República e Alto Representante da ONU procura desta forma sensibilizar para as dificuldades que os doentes anticoagulados têm que ultrapassar diariamente, através do testemunho da sua experiência pessoal. São também sócios honorários e seus apoiantes os Professores Seabra Gomes, Correia de Campos e Queiroz e Mello.
Sobre a APDA [www.apda.com.pt]
A Associação Portuguesa de Doentes Anticogulados (APDA) foi criada em Fevereiro de 2004 e destina-se a doentes sob tratamento com anticoagulantes orais, a profissionais de saúde de diversos quadrantes e a todas as pessoas que queiram ser associados por estarem sensibilizados para o problema dos doentes anticoagulados.
Entre os principais objectivos da APDA destaca-se a promoção da melhoria da qualidade de vida dos doentes e o seu esclarecimento, incentivando o controlo periódico dos níveis de coagulação, como forma de prevenção de eventuais problemas cardio e cerebrovasculares.