As infecções respiratórias contam-se entre as doenças mais prevalentes da Humanidade, com importantes impactos socioeconómicos e a determinarem elevados níveis de mortalidade – as pneumonias são, atualmente, a 3.ª causa de mortalidade da espécie humana.
Não sendo doenças de todo evitáveis, a sua frequência pode ser diminuída através de comportamentos e atitudes preventivas, entre as quais se destacam:
• adoção modelos de vida saudáveis;
• utilização de equipamentos de protecção respiratória – máscaras faciais;
• utilização de fármacos: vacinas e estimulantes da imunidade.
Modelos de vida saudável
A adoção de modelos de vida saudáveis contribui para a manutenção de uma boa imunidade. Esta requer uma boa alimentação (evitar comidas muito calóricas, ricas em gorduras saturadas, açúcar, sal e excesso de álcool), actividade física regular, não fumar e respeito pelos períodos de repouso (é durante o período de repouso nocturno que se verifica a regeneração das principais células da imunidade, responsáveis pela defesa contra os microrganismos).
Sabe-se, igualmente, que o fumo do tabaco tem como efeito diminuir a actividade das células que têm como missão destruir bactérias que penetram no aparelho respiratório – os macrófagos.
Equipamentos de protecção respiratória
Como a maioria das infecções respiratórias, sobretudo as virais, transmite-se por via inalatória de pessoa a pessoa, sobretudo através da tosse e do espirro, evitar o contacto com uma pessoa que evidencie estar infectada é uma boa opção.
Caso tal não seja possível, devem adoptar-se medidas de protecção respiratória que dificultem a transmissão interpessoal dos microrganismos. Dessas medidas a máscara é a que apresenta maior eficácia mas, na sua ausência, a simples colocação da mão ou do antebraço à frente do nariz e da boca pode impedir essa transmissão.
Lavar frequentemente as mãos é também uma medida muito eficaz, já que outra forma de transmissão de muitas infecções respiratórias se realiza através das mãos, por intermédio de gotículas que contêm os microrganismos.
[Continua na página seguinte]
Os fármacos
Mas, independentemente destas medidas, existem fármacos que nos ajudam a prevenir as infeções respiratórias. Existem duas vacinas – a antigripal e a antipneumocócica – que estimulam a produção de anticorpos contra os vírus da gripe e os pneumococos, estes dos mais importantes microrganismos causadores de infecções respiratórias.
Temos, igualmente, fármacos capazes de desencadear no organismo uma resposta favorável no combate a essas infeções. Estes medicamentos, constituídos por lisados das principais bactérias responsáveis pelas infecções respiratórias, têm a capacidade de proteger o aparelho respiratório dessas agressões infecciosas.
Ultimamente, tem havido um grande esforço para se perceber como funcionam e descobriu-se que eles actuam ao nível das principais células de defesa anti-infecciosa do aparelho respiratório – os leucócitos e os linfócitos – estimulando a sua actividade defensiva.
Esta terapêutica preventiva está, sobretudo, indicada em situações de infecções respiratórias frequentes ou recidivantes, quer do tracto respiratório superior – rinites, faringites, laringites e sinusites – quer do tracto respiratório inferior – infecções brônquicas.
Igualmente deve ser usada em pessoas que tenham condições favoráveis a essas infeções, como por exemplo, aqueles que têm bronquiectasias ou sequelas pulmonares de doenças respiratória anteriores.
Em Portugal, e segundo o SITE do INFARMED , estão comercializados neste grupo os seguintes fármacos: Broncho-Vaxom®, Lantigen B®, Luivac®, Paspat®, Provax®, e Ribomunyl®. Destes, o primeiro fármaco é de longe o mais prescrito, com uma quota de mercado próxima dos 50%. Agora que estamos no inverno não hesite: proteja-se das infeções respiratórias.
Não sendo doenças de todo evitáveis, a sua frequência pode ser diminuída através de comportamentos e atitudes preventivas, entre as quais se destacam:
• adoção modelos de vida saudáveis;
• utilização de equipamentos de protecção respiratória – máscaras faciais;
• utilização de fármacos: vacinas e estimulantes da imunidade.
Modelos de vida saudável
A adoção de modelos de vida saudáveis contribui para a manutenção de uma boa imunidade. Esta requer uma boa alimentação (evitar comidas muito calóricas, ricas em gorduras saturadas, açúcar, sal e excesso de álcool), actividade física regular, não fumar e respeito pelos períodos de repouso (é durante o período de repouso nocturno que se verifica a regeneração das principais células da imunidade, responsáveis pela defesa contra os microrganismos).
Sabe-se, igualmente, que o fumo do tabaco tem como efeito diminuir a actividade das células que têm como missão destruir bactérias que penetram no aparelho respiratório – os macrófagos.
Equipamentos de protecção respiratória
Como a maioria das infecções respiratórias, sobretudo as virais, transmite-se por via inalatória de pessoa a pessoa, sobretudo através da tosse e do espirro, evitar o contacto com uma pessoa que evidencie estar infectada é uma boa opção.
Caso tal não seja possível, devem adoptar-se medidas de protecção respiratória que dificultem a transmissão interpessoal dos microrganismos. Dessas medidas a máscara é a que apresenta maior eficácia mas, na sua ausência, a simples colocação da mão ou do antebraço à frente do nariz e da boca pode impedir essa transmissão.
Lavar frequentemente as mãos é também uma medida muito eficaz, já que outra forma de transmissão de muitas infecções respiratórias se realiza através das mãos, por intermédio de gotículas que contêm os microrganismos.
[Continua na página seguinte]
Os fármacos
Mas, independentemente destas medidas, existem fármacos que nos ajudam a prevenir as infeções respiratórias. Existem duas vacinas – a antigripal e a antipneumocócica – que estimulam a produção de anticorpos contra os vírus da gripe e os pneumococos, estes dos mais importantes microrganismos causadores de infecções respiratórias.
Temos, igualmente, fármacos capazes de desencadear no organismo uma resposta favorável no combate a essas infeções. Estes medicamentos, constituídos por lisados das principais bactérias responsáveis pelas infecções respiratórias, têm a capacidade de proteger o aparelho respiratório dessas agressões infecciosas.
Ultimamente, tem havido um grande esforço para se perceber como funcionam e descobriu-se que eles actuam ao nível das principais células de defesa anti-infecciosa do aparelho respiratório – os leucócitos e os linfócitos – estimulando a sua actividade defensiva.
Esta terapêutica preventiva está, sobretudo, indicada em situações de infecções respiratórias frequentes ou recidivantes, quer do tracto respiratório superior – rinites, faringites, laringites e sinusites – quer do tracto respiratório inferior – infecções brônquicas.
Igualmente deve ser usada em pessoas que tenham condições favoráveis a essas infeções, como por exemplo, aqueles que têm bronquiectasias ou sequelas pulmonares de doenças respiratória anteriores.
Em Portugal, e segundo o SITE do INFARMED , estão comercializados neste grupo os seguintes fármacos: Broncho-Vaxom®, Lantigen B®, Luivac®, Paspat®, Provax®, e Ribomunyl®. Destes, o primeiro fármaco é de longe o mais prescrito, com uma quota de mercado próxima dos 50%. Agora que estamos no inverno não hesite: proteja-se das infeções respiratórias.