Desde há vários séculos que tribos nómadas do deserto de Kalahari utilisam um cacto gigante (Hoodia Gordonii), durante os longos períodos de caça, cujo sumo atenua a sensação de fome, permitindo aguentar melhor a vida no deserto.
Desde 2001, a tribo San cultiva a planta a cerca de 1000km de joanesburgo, a fim de a proteger da extinção, visto o sucesso actual e mundial deste cacto inibidor do apetite.
Esta planta contem uma molécula intrigante, com o nome de código P57, descoberta em 1996, cuja particularidade é de enviar ao cérebro uma mensagem de saciedade, como o faz habitualmente a glicose do sangue.
Esta molécula actua directamente no hipotálamo, que é uma parte do cérebro que controla a fome.
Na realidade, esta faz acreditar ao cérebro que o organismo acabou mesmo de comer. A pessoa deixa simplesmente de ter fome, tirando a vontade de comer. Este modo de acção é original, tendo a vantagem de não ter efeitos secundários, nem frustração ou alteração do sistema nervoso.
As doses recomendadas são de 600 a 900mg a tomar antes das refeiçôes.
Como sempre, é imprescindível associar a utilização do Hoodia Gordonii a uma alimentação equilibrada, sendo fundamental não saltar refeições. Assim, deve ser utilizado para controlar a fome e permitir a pessoa em causa de escolher melhor o que come e corrigir os seus erros.
Contraindicações: desaconselhado na gravidez e em caso de hipertensão arterial não controlada.
Thalassa – Clínica Médica Estética
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