Reiki - Página 4 de 6 - Médicos de Portugal

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O praticante limita-se a ser um canal pelo qual flúi a energia do Universo. Não dá nem transmite a sua própria energia ao receptor. Não intervém nem influencia directamente os resultados obtidos. Não tem qualquer poder para curar. Não consegue obrigar o receptor a aceitar energia se este, consciente ou inconscientemente, a recusar.

O receptor absorve a energia vital através do praticante. Só aspira as frequências e polaridades de que necessita em cada momento. O seu “Entendimento Interior” utilizará o complemento de energia assim disponível, para dissolver, rápida e suavemente, os bloqueios que, ao impedirem a livre circulação da energia vital, provocam entre outras coisas, dores e problemas agudos.

O que pode ser tratado?

Os praticantes de Reiki não fazem diagnósticos, devem abster-se de o fazer; não têm capacidade para tal e nunca poderiam adquiri-la num ou dois fins de semana.

A energia Reiki tem inteligência própria e dirigir-se-á infalivelmente para os pontos onde é mais necessária.

Na já longa história da sua utilização, sem necessidade de qualquer diagnóstico, o Reiki foi útil pelo contributo prestado no alívio das mais diversas doenças conhecidas, incluindo alguns problemas graves, tais como: esclerose, problemas de coração, cancro, doenças de pele, cortes, ferimentos, ossos partidos, dores de cabeça, febres, constipações, gripes, rouquidão, queimaduras, cansaço, impotência, falta de memória, complexos de inferioridade, etc. Um tratamento é como um delicioso banho de luz, que beneficia as pessoas nele envolvidas e proporciona, por vezes, expansão de consciência e experiências espirituais.

Em caso de graves problemas de saúde é aconselhável que o tratamento de Reiki seja feito sob a supervisão de um médico ou outro profissional de saúde. O Reiki reforça os resultados de todos os outros tratamentos, reduzindo efeitos negativos paralelos, encurtando o tempo de cura, diminuindo ou eliminando dores, stress e criando optimismo.

O Reiki não é uma religião

Apesar de o Reiki ser de natureza espiritual não é uma religião. Não tem dogmas e não precisa fé ou crença para que o seu uso seja eficaz. Mas, se já é praticante de uma religião, qualquer que seja, continue a sê-lo. Nada há de contrário na sua prática. O Reiki é energia; energia fornecida pela fonte universal e origem de todas as coisas. Há mesmo quem pense que estando mais em contacto com a energia estamos, também, mais ligados à nossa religião.

Como se aprende Reiki?

Para aprender a canalizar Reiki basta ter o desejo de aprender e praticar.

Seria, no entanto, ilusório pensar, que num ou dois dias se pode aprender a fazer “milagres”; o próprio Dr. Usui, após mais de vinte anos de pesquisa e depois de ter descoberto as chaves que permitiam canalizar a energia, ainda teve de passar 21 dias em jejum e oração no Monte Koryama para perceber como funcionava esta técnica. Hoje, graças à experiência e ao conhecimento que esse pioneiro nos legou, tudo é mais fácil para nós. No entanto, a prática, será sempre o mais precioso dos mestres.

Não basta ler livros, quaisquer que sejam, para aprender Reiki. O ensino desta arte é feito por aqueles que após três a quatro anos de aprendizagem e prática, recebem de um Mestre qualificado, a sintonização ao 3º nível e a autorização para ensinar; tornando-se por sua vez, Mestres/Instrutores.

No sistema Usui/Tibetano há, basicamente, três níveis de ensino mais o mestrado.

Primeiro Nível

No primeiro nível, o candidato recebe:

» Uma série de tratamentos ou sintonizações, que harmonizam alguns chakras e purificam determinados canais chamados “nadis” nos sistemas orientais por onde circula a energia vital;

» Aprende as técnicas básicas, as posições das mãos, como tratar-se a si mesmo e a outras pessoas, animais ou plantas. Embora as aplicações neste nível sejam apenas na parte física, as implicações estendem-se indirectamente ao espiritual e mental. Dar Reiki a si mesmo é o primeiro passo para o compreender.

Segundo Nível

No segundo nível, o candidato recebe:

» Uma nova série de tratamentos ou sintonizações;

» Aprende três chaves (símbolos) para trabalhar com a energia de forma mais eficaz.

Essas chaves permitem, entre outras coisas:

» Entrar em contacto com o subconsciente;

» Enviar Reiki à distância, no espaço e no tempo;

» Eliminar vícios e hábitos indesejáveis;

» Potenciar a realização de objectivos;

» Tratar directamente situações;

» Ajudar a resolver problemas de vária ordem relacionados ou não com a protecção e bem estar de cada um.

Com o 2º nível, o Reiki, para além de abrir novas perspectivas de tratamento, inclusive o envio da energia a qualquer distância, transforma-se numa espécie de canivete suíço apto em circunstâncias tão inimagináveis como reduzir as toxinas da comida ou arranjar estacionamento para o carro. O crescimento espiritual acelera-se, novas ideias e oportunidades começam a surgir; basta estar atento.

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