Queda do cabelo nos homens é bem aceite e nas mulheres continua a ser tabu
Outro dado interessante foi verificar que 7 em 10 dos questionados afirmam ter começado com queda de cabelo antes dos 30 anos e que quase metade dos inquiridos (48%) admite ter queda de cabelo há mais de 1 ano, demonstrando que a alopécia é uma doença que atingiu quase metade dos inquiridos nos primeiros anos da fase adulta.
O Estudo Viviscal verificou ainda que, embora o enfraquecimento ou queda de cabelo demonstre ser um elemento de forte impacto na vida dos inquiridos, 76% não recorre a qualquer tipo de especialista para solucionar este problema (dermatologista, médico de família, farmacêutico), sendo que 47% admite mesmo nunca ter efectuado qualquer tratamento para resolver a doença. Dos que afirmam já terem realizado tratamentos, 37% recorreu a cosméticos e apenas 11% a suplementos alimentares.
Estas são as conclusões do estudo Viviscal 2011 sobre o modo como homens e mulheres lidam com a queda de cabelo. É importante referir ainda que Alopécia Androgenética, ou calvície, como é vulgarmente conhecida, é a principal razão da queda de cabelo nos homens, mas também nas mulheres, onde este problema atinge 1 em cada 2 mulheres portuguesas. No entanto, outras situações podem levar a esta situação, como o stress físico ou psicológico, dietas dramáticas, idade e no caso das mulheres a gravidez, pós-parto e menopausa.
Ficha Técnica: Estudo nacional realizado pela empresa de estudos de mercado Multidados – Consultoria e Tratamento Estatístico de Dados solicitado pelo Viviscal destinado a avaliar o modo como homens e mulheres lidam com a queda de cabelo – diferenças e semelhanças. Participaram no estudo 2.024 indivíduos que sofrem de queda de cabelo do sexo feminino e masculino através de inquérito online em Janeiro de 2011.

