A osteopatia tem vindo, ao longo dos anos, a mostrar o seu imenso valor. Desde que foi desenvolvida, esta especialidade tem vindo, naturalmente, a aprimorar-se e consegue, actualmente, dar resposta a uma infinidade de problemas osteo-musculares que, de outra forma, pareciam irresolúveis, reduzindo a qualidade de vida das pessoas afectadas.
Não se pretende, nem nunca se pretendeu, que a osteopatia ou qualquer uma das outras especialidades das medicinas não convencionais adoptassem um status de medicina milagrosa ou panaceia. Poruma razão simples … Milagres, a existir, é com a religião e panaceias…por muito que seja um desejo intrínseco do ser humano, panaceias não existem e, quanto a mim, dificilmente alguma vez existirão. É preciso estar no meio, trabalhar nele, lidar com doentes todos os dias, para que se consiga efectivamente perceber o quanto custa tratar um doente e aferir todos os factores que estão directa e/ou indirectamente envolvidos no seu tratamento.
E entenda-se aqui tratamento como alívio do quadro clínico que, em primeira análise, levou o doente à consulta, e que, nessa mesma primeira análise está sempre relacionado com a ocorrência de dor. Motivação que, aliás, é comum à ida do doente à consulta do médico de família, por exemplo. Contudo, a verdade é que a maioria das pessoas, mercê do eterno problema das posturas adoptadas no dia-a-dia, estão já em desequilíbrio osteo-muscular.
Naturalmente como não existe dor não procuram o profissional de saúde. A osteopatia consegue dar resposta eficaz a todo um conjunto de problemas osteomusculares que ocorrem na sequência do desequilíbrio esquelético. Deve-se observar e perceber o corpo humano de acordo com uma outra perspectiva, que não unicamente a perspectiva do químico para tratar a dor. De facto o medicamento analgésico provoca analgesia, que é como quem diz…ausência de dor.
Prós e contras dos analgésicos
É o papel do analgésico bloquear os sinais de dor de modo a que estes não sejam percebidos pelo consciente. Mas no que aos desequilíbrios músculo-esqueléticos diz respeito, estes vão continuar lá. Porque não foram corrigidos nem alinhados. Daí para a frente duas coisas podem ocorrer…
Uma compensação do corpo no sentido de causar uma nova readaptação do sistema muscular ao desequilíbrio e a dor tende a atenuar ou mesmo a desaparecer. É o que ocorre com aquelas dores que todos sentimos, desvalorizamos até que acordamos um dia e não a temos. Ou, por outro lado, o desequilíbrio tende a agudizar-se, os sintomas e sinais(clínicos) tendem a ser mais intensos e aí já outras estruturas podem ser afectadas com a necessária repercussão clínica.
Um exemplo bem concreto do que acabo de referir é o que ocorre nas situações em que alguém se baixa para agarrar num peso e quando se tenta levantar é acometido de uma forte dor nas costas, na zona lombar podendo irradiar à zona sacra. Nesta situação, o que ocorre é um espasmo defensivo, muito doloroso, dos músculos da parede lombar impossibilitando qualquer movimento à pessoa. Este espasmo defensivo destina-se precisamente a evitar a ocorrência de lesões de maior gravidade provocadas pelo movimento brusco. Daí a importância da dobra dos joelhos quando, por qualquer razão, temos que nos baixar.
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Osteopatia: equilibrar o corpo antes de surgir a dor
A osteopatia consegue oferecer ao paciente todo um conjunto de técnicas e protocolos que se destinam a equilibrar o corpo, mesmo antes de aparecer a dor, que se trata da causa principal da visita ao consultório do profissional de saúde.
Esta especialidade das medicinas mão convencionais (MNC), assenta a sua base de tratamento em 4 permissas – leis- que foram descritas pelo médico que a desenvolveu – Dr.Adrew Taylor Still- ,mas continuam tão actuais como o eram há mais de 100 anos. Este especialista desenvolveu a osteopatia e, em Maio de 1892, fundou o Kirskville College of Osteopathic Medicine. Daí para cá, a especialidade foi evoluindo, existindo actualmente muitas escolas com protocolos e técnicas de tratamento ligeiramente diferentes, mas que obedecem todas às quatro leis centrais da osteopatia…
A primeira lei diz que o corpo humano actua como um todo, logo se alguma das partes estiver afectada isso repercute-se na sua globalidade.
A segunda diz que o corpo tem inerente a sua capacidade de defesa às agressões. A terceira atesta que, se uma qualquer estrutura está afectada, a sua função vai ser alterada. A quarta lei refere-se à lei da artéria e diz que artérias saudáveis, sem alteração de estrutura, promovem uma boa irrigação evitando desta forma a criação de condições para a ocorrência do desequilíbrio.
Na realidade o que significam as leis ?
Pois bem, nalgumas situações podia até parecer que estamos a falar de algo abstracto, mas se verificarmos tal assim não é. Senão vejamos …
A Primeira lei, que atesta o princípio holístico, (já agora holístico é um vocábulo que provém do grego – holos- que significa total), é o que explica o porquê de uma hérnia lombar poder provocar dormências que irradiam pela perna até ao pé. Quando ocorre uma hérnia, trata-se de um desequilíbrio. Quando assim é, o sistema muscular (sempre o mesmo) readapta posições para que o corpo se possa mexer. Esta readaptação, não sendo natural e sendo isso mesmo – uma compensação – vai ,por si só, conduzir a outros desequilíbrios a nível da estrutura esquelética. Não é raro em consulta encontrarem-se pacientes com queixas de dor na zona ilíaca ou sacra e depois, após investigação, chega-se à conclusão que o problema não está ali.
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Quando os desequilíbrios afectam o todo
Por vezes, o problema começou na cervical e foi compensando “por aí abaixo” até se manifestar como um problema sagrado ou lombar. Temos aqui bem patente o princípio holístico em que o desequilíbrio surgiu num segmento alto, e foi compensando até se manifestar e assim afectar o todo. Isto é também particularmente verdade em muitos tipos de dor de cabeça em que o real problema está numa qualquer disfunção de uma ou mais vértebras cervicais. Não esqueçamos que a nossa coluna e todas as estruturas que a compõe não estão fisicamente unidas entre si.
Todas as estruturas são mantidas unidas e em posição pelos ligamentos e músculos que estão mantidos em redor de toda a coluna. Portanto os desequilíbrios surgem e, muitas vezes, as vértebras bloqueiam em desequilíbrio.Com o tempo começam a surgir alterações na capacidade de movimento da coluna ou de parte dela. E, depois, podem surgir todo um conjunto de sinais e sintomas que podem variar desde as dormências, sensações de falta de força, alterações de movimento, entre outras.
Os reflexos e a defesa
A segunda lei atesta tudo aquilo que todos experimentamos diariamente. Um exemplo em concreto são os reflexos. Por exemplo, se escorregamos e estamos na eminência de cair, o corpo activa uma série de reflexos que tendem a atenuar os efeitos da queda ou destinam-se mesmo a evitar a queda. Portanto, o organismo apercebeu-se da agressão ou da alteração e tenta defender-se. O mesmo mecanismo reflexivo está implícito nos reajustes musculares provocados pelas alterações súbitas de posição. A lógica no meio de tudo isto é que o corpo mantenha sempre o meio interno estável independentemente das condições externas – isto designa-se, de grosso modo. Homeostasia. Um outro exemplo da capacidade inerente de defesa é precisamente o sistema imunitário. Todos nascemos com células especializadas na defesa contra agentes agressores.
Já a terceira lei diz que se alguma estrutura estiver afectada, a sua função altera-se. Um exemplo bem concreto é a ausência de dentes. Sempre que faltam dentes a função de mastigação da boca fica bastante alterada. À posteriori, quem paga esta factura é o estômago, que recebe os alimentos sem condições nenhumas para efectuar uma boa digestão.
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Implicações dos bloqueios
Um exemplo mais concreto está relacionado com alterações que ocorram nos discos intervertebrais. Quando estão saudáveis nem se dá por eles, se estão prolapsados, ou estão herniados então dá-se sempre por eles, porque a sua alteração de estrutura pode conduzir à compressão de determinados nervos ou raízes nervosas, provocando desta forma todo um conjunto de sinais ou sintomas que nos abrem a possibilidade de uma clara afecção neurológica.
A quarta lei atesta precisamente o papel das artérias. Um exemplo bem concreto é a ocorrência de alguns bloqueios das vértebras cervicais em que mercê de alguns tipos de movimentos este bloqueio influencia a integridade das artérias que passam mesmo ao longo da face lateral das vértebras cervicais, originando sintomas como tonturas que pioram com movimentos da cabeça, por exemplo. Nalguns casos até podem ocorrer zumbidos nos ouvidos (acufenos), alterações neurológicas como dormências na face lateral do pescoço, face posterior da cabeça, tudo dependendo do tipo de bloqueio, da vértebra ou vértebras afectadas, e da intensidade dos movimentos e se houve ou não causa traumática. Pois havendo não é para a Osteopatia resolver.
Estudo e tratamento do todo
A questão aqui é estudar e tratar o corpo humano de acordo com uma outra perspectiva tendo sempre presente que alterações musculo esqueléticas conduzem a alterações de muitas outras estruturas e órgãos do corpo, mantendo sempre um bom filtro entre o que a osteopatia pode oferecer num determinado contexto clínico e entre o que esta especialidade não pode facultar para determinado contexto. E isto é verdade não só para a osteopatia mas também para todas as variantes e especialidades das MNC, ou mesmo para as especialidades da Medicina Convencional.
Para terminar deixo-vos um exemplo de uma situação muito dolorosa que pode ser eficazmente resolvida através do emprego de algumas técnicas de osteopatia. A dor dorsal.
A dor dorsal pode ter muitas causas, tal como qualquer outra dor, mas aqui refiro-me à dor de ocorrência benigna e que pode ser anulada por técnicas muito simples que consistem na descompressão das vértebras dorsais. Evita-se a recorrência ao químico, corrige-se o desequilíbrio, e o alívio é imediato.
Não se pretende, nem nunca se pretendeu, que a osteopatia ou qualquer uma das outras especialidades das medicinas não convencionais adoptassem um status de medicina milagrosa ou panaceia. Poruma razão simples … Milagres, a existir, é com a religião e panaceias…por muito que seja um desejo intrínseco do ser humano, panaceias não existem e, quanto a mim, dificilmente alguma vez existirão. É preciso estar no meio, trabalhar nele, lidar com doentes todos os dias, para que se consiga efectivamente perceber o quanto custa tratar um doente e aferir todos os factores que estão directa e/ou indirectamente envolvidos no seu tratamento.
E entenda-se aqui tratamento como alívio do quadro clínico que, em primeira análise, levou o doente à consulta, e que, nessa mesma primeira análise está sempre relacionado com a ocorrência de dor. Motivação que, aliás, é comum à ida do doente à consulta do médico de família, por exemplo. Contudo, a verdade é que a maioria das pessoas, mercê do eterno problema das posturas adoptadas no dia-a-dia, estão já em desequilíbrio osteo-muscular.
Naturalmente como não existe dor não procuram o profissional de saúde. A osteopatia consegue dar resposta eficaz a todo um conjunto de problemas osteomusculares que ocorrem na sequência do desequilíbrio esquelético. Deve-se observar e perceber o corpo humano de acordo com uma outra perspectiva, que não unicamente a perspectiva do químico para tratar a dor. De facto o medicamento analgésico provoca analgesia, que é como quem diz…ausência de dor.
Prós e contras dos analgésicos
É o papel do analgésico bloquear os sinais de dor de modo a que estes não sejam percebidos pelo consciente. Mas no que aos desequilíbrios músculo-esqueléticos diz respeito, estes vão continuar lá. Porque não foram corrigidos nem alinhados. Daí para a frente duas coisas podem ocorrer…
Uma compensação do corpo no sentido de causar uma nova readaptação do sistema muscular ao desequilíbrio e a dor tende a atenuar ou mesmo a desaparecer. É o que ocorre com aquelas dores que todos sentimos, desvalorizamos até que acordamos um dia e não a temos. Ou, por outro lado, o desequilíbrio tende a agudizar-se, os sintomas e sinais(clínicos) tendem a ser mais intensos e aí já outras estruturas podem ser afectadas com a necessária repercussão clínica.
Um exemplo bem concreto do que acabo de referir é o que ocorre nas situações em que alguém se baixa para agarrar num peso e quando se tenta levantar é acometido de uma forte dor nas costas, na zona lombar podendo irradiar à zona sacra. Nesta situação, o que ocorre é um espasmo defensivo, muito doloroso, dos músculos da parede lombar impossibilitando qualquer movimento à pessoa. Este espasmo defensivo destina-se precisamente a evitar a ocorrência de lesões de maior gravidade provocadas pelo movimento brusco. Daí a importância da dobra dos joelhos quando, por qualquer razão, temos que nos baixar.
[Continua na página seguinte]
Osteopatia: equilibrar o corpo antes de surgir a dor
A osteopatia consegue oferecer ao paciente todo um conjunto de técnicas e protocolos que se destinam a equilibrar o corpo, mesmo antes de aparecer a dor, que se trata da causa principal da visita ao consultório do profissional de saúde.
Esta especialidade das medicinas mão convencionais (MNC), assenta a sua base de tratamento em 4 permissas – leis- que foram descritas pelo médico que a desenvolveu – Dr.Adrew Taylor Still- ,mas continuam tão actuais como o eram há mais de 100 anos. Este especialista desenvolveu a osteopatia e, em Maio de 1892, fundou o Kirskville College of Osteopathic Medicine. Daí para cá, a especialidade foi evoluindo, existindo actualmente muitas escolas com protocolos e técnicas de tratamento ligeiramente diferentes, mas que obedecem todas às quatro leis centrais da osteopatia…
A primeira lei diz que o corpo humano actua como um todo, logo se alguma das partes estiver afectada isso repercute-se na sua globalidade.
A segunda diz que o corpo tem inerente a sua capacidade de defesa às agressões. A terceira atesta que, se uma qualquer estrutura está afectada, a sua função vai ser alterada. A quarta lei refere-se à lei da artéria e diz que artérias saudáveis, sem alteração de estrutura, promovem uma boa irrigação evitando desta forma a criação de condições para a ocorrência do desequilíbrio.
Na realidade o que significam as leis ?
Pois bem, nalgumas situações podia até parecer que estamos a falar de algo abstracto, mas se verificarmos tal assim não é. Senão vejamos …
A Primeira lei, que atesta o princípio holístico, (já agora holístico é um vocábulo que provém do grego – holos- que significa total), é o que explica o porquê de uma hérnia lombar poder provocar dormências que irradiam pela perna até ao pé. Quando ocorre uma hérnia, trata-se de um desequilíbrio. Quando assim é, o sistema muscular (sempre o mesmo) readapta posições para que o corpo se possa mexer. Esta readaptação, não sendo natural e sendo isso mesmo – uma compensação – vai ,por si só, conduzir a outros desequilíbrios a nível da estrutura esquelética. Não é raro em consulta encontrarem-se pacientes com queixas de dor na zona ilíaca ou sacra e depois, após investigação, chega-se à conclusão que o problema não está ali.
[Continua na página seguinte]
Quando os desequilíbrios afectam o todo
Por vezes, o problema começou na cervical e foi compensando “por aí abaixo” até se manifestar como um problema sagrado ou lombar. Temos aqui bem patente o princípio holístico em que o desequilíbrio surgiu num segmento alto, e foi compensando até se manifestar e assim afectar o todo. Isto é também particularmente verdade em muitos tipos de dor de cabeça em que o real problema está numa qualquer disfunção de uma ou mais vértebras cervicais. Não esqueçamos que a nossa coluna e todas as estruturas que a compõe não estão fisicamente unidas entre si.
Todas as estruturas são mantidas unidas e em posição pelos ligamentos e músculos que estão mantidos em redor de toda a coluna. Portanto os desequilíbrios surgem e, muitas vezes, as vértebras bloqueiam em desequilíbrio.Com o tempo começam a surgir alterações na capacidade de movimento da coluna ou de parte dela. E, depois, podem surgir todo um conjunto de sinais e sintomas que podem variar desde as dormências, sensações de falta de força, alterações de movimento, entre outras.
Os reflexos e a defesa
A segunda lei atesta tudo aquilo que todos experimentamos diariamente. Um exemplo em concreto são os reflexos. Por exemplo, se escorregamos e estamos na eminência de cair, o corpo activa uma série de reflexos que tendem a atenuar os efeitos da queda ou destinam-se mesmo a evitar a queda. Portanto, o organismo apercebeu-se da agressão ou da alteração e tenta defender-se. O mesmo mecanismo reflexivo está implícito nos reajustes musculares provocados pelas alterações súbitas de posição. A lógica no meio de tudo isto é que o corpo mantenha sempre o meio interno estável independentemente das condições externas – isto designa-se, de grosso modo. Homeostasia. Um outro exemplo da capacidade inerente de defesa é precisamente o sistema imunitário. Todos nascemos com células especializadas na defesa contra agentes agressores.
Já a terceira lei diz que se alguma estrutura estiver afectada, a sua função altera-se. Um exemplo bem concreto é a ausência de dentes. Sempre que faltam dentes a função de mastigação da boca fica bastante alterada. À posteriori, quem paga esta factura é o estômago, que recebe os alimentos sem condições nenhumas para efectuar uma boa digestão.
[Continua na página seguinte]
Implicações dos bloqueios
Um exemplo mais concreto está relacionado com alterações que ocorram nos discos intervertebrais. Quando estão saudáveis nem se dá por eles, se estão prolapsados, ou estão herniados então dá-se sempre por eles, porque a sua alteração de estrutura pode conduzir à compressão de determinados nervos ou raízes nervosas, provocando desta forma todo um conjunto de sinais ou sintomas que nos abrem a possibilidade de uma clara afecção neurológica.
A quarta lei atesta precisamente o papel das artérias. Um exemplo bem concreto é a ocorrência de alguns bloqueios das vértebras cervicais em que mercê de alguns tipos de movimentos este bloqueio influencia a integridade das artérias que passam mesmo ao longo da face lateral das vértebras cervicais, originando sintomas como tonturas que pioram com movimentos da cabeça, por exemplo. Nalguns casos até podem ocorrer zumbidos nos ouvidos (acufenos), alterações neurológicas como dormências na face lateral do pescoço, face posterior da cabeça, tudo dependendo do tipo de bloqueio, da vértebra ou vértebras afectadas, e da intensidade dos movimentos e se houve ou não causa traumática. Pois havendo não é para a Osteopatia resolver.
Estudo e tratamento do todo
A questão aqui é estudar e tratar o corpo humano de acordo com uma outra perspectiva tendo sempre presente que alterações musculo esqueléticas conduzem a alterações de muitas outras estruturas e órgãos do corpo, mantendo sempre um bom filtro entre o que a osteopatia pode oferecer num determinado contexto clínico e entre o que esta especialidade não pode facultar para determinado contexto. E isto é verdade não só para a osteopatia mas também para todas as variantes e especialidades das MNC, ou mesmo para as especialidades da Medicina Convencional.
Para terminar deixo-vos um exemplo de uma situação muito dolorosa que pode ser eficazmente resolvida através do emprego de algumas técnicas de osteopatia. A dor dorsal.
A dor dorsal pode ter muitas causas, tal como qualquer outra dor, mas aqui refiro-me à dor de ocorrência benigna e que pode ser anulada por técnicas muito simples que consistem na descompressão das vértebras dorsais. Evita-se a recorrência ao químico, corrige-se o desequilíbrio, e o alívio é imediato.