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Mime a sua pele: contra o frio, a regra é hidratar

Quando a temperatura exterior desce, a nossa pele é que paga. O incomodativo cieiro e as frieiras são das agressões mais comuns que o Inverno pode provocar. Para que a sua pele resista ao tempo frio, não basta usar casaco, gorro e luvas, há que cuidar e hidratar por dentro e por fora.

Elástica e resistente, a pele é o nosso escudo protector que todos os dias está sujeito às mais diversas agressões. Das temperaturas baixas e tempo seco típico do Inverno ao vestuário e ar quente que circula no interior das casas, o equilíbrio da epiderme está em constante ameaça. As mudanças bruscas de temperatura favorecem a evaporação da água à superfície da pele, diminuindo o seu grau de hidratação, por isso é comum evidenciar alguns sinais de cieiro e frieiras, abrindo caminho a fissuras e possíveis infecções.

Isto acontece quando o manto hidrolipídico que cobre a camada superior da pele é removido. Além de seca esta fica com pouca flexibilidade, sem protecção, mais vulnerável a eczema (inflamação da pele). Basta lembrar que a pele é constituída por várias camadas de células e milhares de glândulas sebáceas, as quais produzem uma secreção gordurosa que impede que a pele se desidrate, mantendo-a suave a macia. Contudo, existem vários factores que podem reduzir o manto hidrolipídico da pele – banhos prolongados, frequentes e quentes, sabonetes, champôs e detergentes, – deixando-a seca, descamada e irritada. Ora o ar seco e frio acelera a perda de hidratação da pele, o que é agravado pelo facto de nos países ocidentais e ditos desenvolvidos os locais de trabalho e as residências estarem equipadas com aparelhos de ar condicionado, que elevam a temperatura interior.

É que o ar que estes aparelhos libertam é tendencialmente um ar seco, logo mais um potencial agressor da nossa pele.

BANHOS QUENTES: O BEM QUE SABEM, O MAL QUE FAZEM

Com o tempo frio, é normal que se abuse na temperatura da água, afinal um banho quente é reconfortante e relaxante. Mas atenção, quente não deve ser a escaldar. E é de evitar ficar demasiado tempo debaixo do chuveiro. A água quente tem como efeito desidratar ainda mais a pele já que elimina a sua camada protectora.

O uso do sabonete é outro factor a ter em conta, pois também este contribui para remover o manto hidrolipídico natural da pele, devendo evitar-se os que contenham detergentes e optar-se por um que tenha na sua composição óleos gordos essenciais, glicerol e óleo, ou agentes de limpeza de origem vegetal (aveia coloidal).

Mas então, se os banhos não devem ser quentes nem se deve usar sabonete, o que fazer? O que os dermatologistas aconselham é um duche morno, com um sabonete o mais suave possível. E cuidados diferenciados para a pele do rosto, mais delicada e mais exposta do que a do corpo. Não a esfregue, use em vez do sabonete um creme desmaquilhante e remova-o com suavidade.

Findo o banho, faça da toalha uma aliada: retire o excesso de água com gestos suaves, sem esfregar, reduzindo ao mínimo o atrito. E depois hidrate a sua pele, de preferência com um creme emoliente à base de óleos, apropriada para peles secas ou muito secas.

A sua pele agradece.

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ATENÇÃO AOS LÁBIOS E ÀS MÃOS!

No Inverno, a hidratação deve ser um gesto diário. É que mesmo protegida pelo vestuário, a pele sofre com as descidas de temperatura. E há algumas zonas que, pelas razões opostas – ou seja, por não andarem cobertas – requerem uma protecção especial. São elas o rosto, em especial os lábios, e as mãos, cujas lavagens repetidas e a exposição constante facilita a desidratação e o aparecimento de frieiras. Também as unhas sofrem com o frio, já que ficam mais quebradiças.

Mas, nos meses de Inverno, também os lábios ficam particularmente sensíveis e são vítimas fáceis de elementos agressores, como o frio, o vento e os baixos níveis de humidade.

Por ser mais fina e suave, a pele dos lábios pode ficar seca mais facilmente, provocando desconforto ou até mesmo fissuras dolorosas, conhecidas como cieiro.

Nos casos mais persistentes, pode desenvolver-se uma inflamação designada por queilite. Trata-se de uma inflamação da pele dos lábios, que pode ser provocada por uma infecção ou por saliva em excesso, quando existe o hábito de estar constantemente a passar a língua pelos lábios, deixando-os ainda mais secos.

Com maior probabilidade de desenvolver fissuras nos lábios ou cieiro são as pessoas que passam a vida a mordiscar os lábios, arrancando as peles secas que se vão desprendendo. Pode vir a desenvolver-se uma inflamação, as fissuras aprofundam-se, os lábios doem e sangram até.

O contacto com secreções nasais e os corantes dos batons também contribuem para a inflamação dos lábios, a qual por vezes se estende à pele adjacente, como se fosse uma manifestação alérgica.

O que fazer então? O melhor remédio é prevenir: ou seja, proteger os lábios regularmente, evitando o aparecimento de cieiro. Assim, use batons protectores, tendo o cuidado de escolher um que seja adequado aos seus lábios, sob pena de, querendo evitar um problema, criar outro – uma alergia. Quando escolher, dê preferência a um que possua filtro solar, pois o sol do Inverno também pode agravar o cieiro. Na dúvida, peça conselho, ao seu farmacêutico por exemplo.

Mas, como o Inverno já começou em Dezembro é possível que os seus lábios apresentem já sinais de desidratação. Nesse caso, há que hidratá-los generosamente, sem receio de abusar. Faça-o diariamente e reforce a dose à noite. E enquanto não saram resista às tentações: desde logo, nada de arrancar as peles secas. E abstenha-se do gesto de passar a língua pelos lábios para humedecê-los: a saliva evapora rapidamente, deixando os lábios ainda mais secos do que anteriormente. Em vez disso, beba muitos líquidos. Faça-o não só pelos seus lábios, mas pelo corpo todo.

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FRIEIRAS, UM MAL DE PELE E DE CIRCULAÇÃO

Com a chegada do Inverno, é igualmente vulgar o aparecimento das frieiras. São lesões da pele provocadas pela exposição ao frio que atinge, sobretudo, as zonas mais expostas ao ar e humidade: mãos, pés, nariz e orelhas. Mas pode também aparecer nos cotovelos, joelhos e partes inferiores das pernas.

Apesar de não ser uma doença grave, provoca um grande incómodo e até sofrimento, isto porque se trata de uma inflamação dolorosa da pele que fica com cor vermelha e quando pressionada apresenta manchas brancas, permanece fria e insensível, com comichão e inchada.

Em casos mais graves, podem levar à formação de bolhas e dar origem a feridas. Normalmente, as pessoas que sofrem de frieiras têm uma reacção anormal ao frio. Têm dificuldade em manter a temperatura corporal das zonas expostas, por alterações verificadas a nível dos pequenos vasos sanguíneos superficiais que se contraem e apertam excessivamente, não permitindo que o sangue circule, normalmente, até às extremidades e aqueça a pele.

As frieiras afectam, especialmente, as mulheres e, entre estas, as mais jovens e os idosos. Na sua origem parecem intervir factores genéticos, hormonais (as mulheres têm maior tendência para o desenvolvimento de frieiras, por exemplo durante a gravidez ou no período menstrual), problemas circulatórios, entre outros.

Também no caso das frieiras, o tratamento começa na prevenção. E para evitar que a pele se queixe há que tomar medidas preventivas tais como: evitar a exposição ao frio e o aquecimento rápido do corpo depois de exposto a baixas temperaturas (por exemplo retirar primeiro os agasalhos e esperar que o organismo atinja gradualmente uma temperatura mais elevada), e devem usar-se roupas adequadas (luvas, calçado apropriado, gorros de lã, etc.). Quem revelar ter tendência para o aparecimento das frieiras deve proteger-se do frio, cobrindo as zonas afectadas com roupa de preferência de lã. As frieiras melhoram com o calor pouco intenso e com a massagem suave da zona afectada. O exercício físico moderado é útil, pois activa a circulação sanguínea aumentando a temperatura corporal. Mas é de evitar expor a pele afectada a fontes de calor intenso, como aquecedores, lareiras e água quente, porque agravam os sintomas.

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CUIDADOS BÁSICOS

Para além de mais bonita e suave, uma pele hidratada é mais resistente às agressões. Mime a sua pele e siga alguns cuidados básicos:

> Tome banho ou duche com água morna, em vez de quente

> Limite os banhos a 10 ou 15 minutos, no máximo

> Evite tomar banho de imersão

> Use sabonetes suaves, emulsões de limpeza ou óleos de banho

> Hidrate a pele logo após o banho

> Hidrate as mãos e as unhas

> Proteja os lábios com um batom hidratante

> Proteja o rosto e as mãos usando luvas, gorro e cachecol, preferencialmente de lã.

> Beba líquidos em abundância

MÃOS SEMPRE FRIAS

Mais que frias, parece que estão geladas por mais que tente aquece-las. Este é um problema recorrente sentido especialmente por mulheres e idosos, (sobretudo nas mãos e nos pés) mesmo que a temperatura ambiente (e corporal) seja normal, sem oscilações.

Ter as extremidades persistentemente frias pode dever-se a uma circulação periférica deficiente, para além da exposição a temperaturas frias. Uma forma de ajudar a prevenir esta condição é o consumo de alimentos ricos em vitamina C, para melhorar a circulação (citrinos, morangos, kiwi, verduras de folha verde, pimento…) e alimentos ricos em vitamina E, para estimular a vasodilatação dos capilares (frutos secos, brócolos, abacate e cereais integrais).

Elástica e resistente, a pele é o nosso escudo protector que todos os dias está sujeito às mais diversas agressões. Das temperaturas baixas e tempo seco típico do Inverno ao vestuário e ar quente que circula no interior das casas, o equilíbrio da epiderme está em constante ameaça. As mudanças bruscas de temperatura favorecem a evaporação da água à superfície da pele, diminuindo o seu grau de hidratação, por isso é comum evidenciar alguns sinais de cieiro e frieiras, abrindo caminho a fissuras e possíveis infecções.

Isto acontece quando o manto hidrolipídico que cobre a camada superior da pele é removido. Além de seca esta fica com pouca flexibilidade, sem protecção, mais vulnerável a eczema (inflamação da pele). Basta lembrar que a pele é constituída por várias camadas de células e milhares de glândulas sebáceas, as quais produzem uma secreção gordurosa que impede que a pele se desidrate, mantendo-a suave a macia. Contudo, existem vários factores que podem reduzir o manto hidrolipídico da pele – banhos prolongados, frequentes e quentes, sabonetes, champôs e detergentes, – deixando-a seca, descamada e irritada. Ora o ar seco e frio acelera a perda de hidratação da pele, o que é agravado pelo facto de nos países ocidentais e ditos desenvolvidos os locais de trabalho e as residências estarem equipadas com aparelhos de ar condicionado, que elevam a temperatura interior.

É que o ar que estes aparelhos libertam é tendencialmente um ar seco, logo mais um potencial agressor da nossa pele.

BANHOS QUENTES: O BEM QUE SABEM, O MAL QUE FAZEM

Com o tempo frio, é normal que se abuse na temperatura da água, afinal um banho quente é reconfortante e relaxante. Mas atenção, quente não deve ser a escaldar. E é de evitar ficar demasiado tempo debaixo do chuveiro. A água quente tem como efeito desidratar ainda mais a pele já que elimina a sua camada protectora.

O uso do sabonete é outro factor a ter em conta, pois também este contribui para remover o manto hidrolipídico natural da pele, devendo evitar-se os que contenham detergentes e optar-se por um que tenha na sua composição óleos gordos essenciais, glicerol e óleo, ou agentes de limpeza de origem vegetal (aveia coloidal).

Mas então, se os banhos não devem ser quentes nem se deve usar sabonete, o que fazer? O que os dermatologistas aconselham é um duche morno, com um sabonete o mais suave possível. E cuidados diferenciados para a pele do rosto, mais delicada e mais exposta do que a do corpo. Não a esfregue, use em vez do sabonete um creme desmaquilhante e remova-o com suavidade.

Findo o banho, faça da toalha uma aliada: retire o excesso de água com gestos suaves, sem esfregar, reduzindo ao mínimo o atrito. E depois hidrate a sua pele, de preferência com um creme emoliente à base de óleos, apropriada para peles secas ou muito secas.

A sua pele agradece.

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ATENÇÃO AOS LÁBIOS E ÀS MÃOS!

No Inverno, a hidratação deve ser um gesto diário. É que mesmo protegida pelo vestuário, a pele sofre com as descidas de temperatura. E há algumas zonas que, pelas razões opostas – ou seja, por não andarem cobertas – requerem uma protecção especial. São elas o rosto, em especial os lábios, e as mãos, cujas lavagens repetidas e a exposição constante facilita a desidratação e o aparecimento de frieiras. Também as unhas sofrem com o frio, já que ficam mais quebradiças.

Mas, nos meses de Inverno, também os lábios ficam particularmente sensíveis e são vítimas fáceis de elementos agressores, como o frio, o vento e os baixos níveis de humidade.

Por ser mais fina e suave, a pele dos lábios pode ficar seca mais facilmente, provocando desconforto ou até mesmo fissuras dolorosas, conhecidas como cieiro.

Nos casos mais persistentes, pode desenvolver-se uma inflamação designada por queilite. Trata-se de uma inflamação da pele dos lábios, que pode ser provocada por uma infecção ou por saliva em excesso, quando existe o hábito de estar constantemente a passar a língua pelos lábios, deixando-os ainda mais secos.

Com maior probabilidade de desenvolver fissuras nos lábios ou cieiro são as pessoas que passam a vida a mordiscar os lábios, arrancando as peles secas que se vão desprendendo. Pode vir a desenvolver-se uma inflamação, as fissuras aprofundam-se, os lábios doem e sangram até.

O contacto com secreções nasais e os corantes dos batons também contribuem para a inflamação dos lábios, a qual por vezes se estende à pele adjacente, como se fosse uma manifestação alérgica.

O que fazer então? O melhor remédio é prevenir: ou seja, proteger os lábios regularmente, evitando o aparecimento de cieiro. Assim, use batons protectores, tendo o cuidado de escolher um que seja adequado aos seus lábios, sob pena de, querendo evitar um problema, criar outro – uma alergia. Quando escolher, dê preferência a um que possua filtro solar, pois o sol do Inverno também pode agravar o cieiro. Na dúvida, peça conselho, ao seu farmacêutico por exemplo.

Mas, como o Inverno já começou em Dezembro é possível que os seus lábios apresentem já sinais de desidratação. Nesse caso, há que hidratá-los generosamente, sem receio de abusar. Faça-o diariamente e reforce a dose à noite. E enquanto não saram resista às tentações: desde logo, nada de arrancar as peles secas. E abstenha-se do gesto de passar a língua pelos lábios para humedecê-los: a saliva evapora rapidamente, deixando os lábios ainda mais secos do que anteriormente. Em vez disso, beba muitos líquidos. Faça-o não só pelos seus lábios, mas pelo corpo todo.

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FRIEIRAS, UM MAL DE PELE E DE CIRCULAÇÃO

Com a chegada do Inverno, é igualmente vulgar o aparecimento das frieiras. São lesões da pele provocadas pela exposição ao frio que atinge, sobretudo, as zonas mais expostas ao ar e humidade: mãos, pés, nariz e orelhas. Mas pode também aparecer nos cotovelos, joelhos e partes inferiores das pernas.

Apesar de não ser uma doença grave, provoca um grande incómodo e até sofrimento, isto porque se trata de uma inflamação dolorosa da pele que fica com cor vermelha e quando pressionada apresenta manchas brancas, permanece fria e insensível, com comichão e inchada.

Em casos mais graves, podem levar à formação de bolhas e dar origem a feridas. Normalmente, as pessoas que sofrem de frieiras têm uma reacção anormal ao frio. Têm dificuldade em manter a temperatura corporal das zonas expostas, por alterações verificadas a nível dos pequenos vasos sanguíneos superficiais que se contraem e apertam excessivamente, não permitindo que o sangue circule, normalmente, até às extremidades e aqueça a pele.

As frieiras afectam, especialmente, as mulheres e, entre estas, as mais jovens e os idosos. Na sua origem parecem intervir factores genéticos, hormonais (as mulheres têm maior tendência para o desenvolvimento de frieiras, por exemplo durante a gravidez ou no período menstrual), problemas circulatórios, entre outros.

Também no caso das frieiras, o tratamento começa na prevenção. E para evitar que a pele se queixe há que tomar medidas preventivas tais como: evitar a exposição ao frio e o aquecimento rápido do corpo depois de exposto a baixas temperaturas (por exemplo retirar primeiro os agasalhos e esperar que o organismo atinja gradualmente uma temperatura mais elevada), e devem usar-se roupas adequadas (luvas, calçado apropriado, gorros de lã, etc.). Quem revelar ter tendência para o aparecimento das frieiras deve proteger-se do frio, cobrindo as zonas afectadas com roupa de preferência de lã. As frieiras melhoram com o calor pouco intenso e com a massagem suave da zona afectada. O exercício físico moderado é útil, pois activa a circulação sanguínea aumentando a temperatura corporal. Mas é de evitar expor a pele afectada a fontes de calor intenso, como aquecedores, lareiras e água quente, porque agravam os sintomas.

[CONTINUA NA PÁGINA SEGUINTE]

CUIDADOS BÁSICOS

Para além de mais bonita e suave, uma pele hidratada é mais resistente às agressões. Mime a sua pele e siga alguns cuidados básicos:

> Tome banho ou duche com água morna, em vez de quente

> Limite os banhos a 10 ou 15 minutos, no máximo

> Evite tomar banho de imersão

> Use sabonetes suaves, emulsões de limpeza ou óleos de banho

> Hidrate a pele logo após o banho

> Hidrate as mãos e as unhas

> Proteja os lábios com um batom hidratante

> Proteja o rosto e as mãos usando luvas, gorro e cachecol, preferencialmente de lã.

> Beba líquidos em abundância

MÃOS SEMPRE FRIAS

Mais que frias, parece que estão geladas por mais que tente aquece-las. Este é um problema recorrente sentido especialmente por mulheres e idosos, (sobretudo nas mãos e nos pés) mesmo que a temperatura ambiente (e corporal) seja normal, sem oscilações.

Ter as extremidades persistentemente frias pode dever-se a uma circulação periférica deficiente, para além da exposição a temperaturas frias. Uma forma de ajudar a prevenir esta condição é o consumo de alimentos ricos em vitamina C, para melhorar a circulação (citrinos, morangos, kiwi, verduras de folha verde, pimento…) e alimentos ricos em vitamina E, para estimular a vasodilatação dos capilares (frutos secos, brócolos, abacate e cereais integrais).

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