Maio é também o mês do coração. Dedicamos por isso este espaço a um olhar sobre os efeitos da ingestão de água na saúde cardiovascular.
Um estudo realizado nos Estados Unidos em 28 indivíduos saudáveis avaliou o efeito da hidratação em indicadores cardiovasculares durante três dias. Os resultados indicam que a ingestão de água tem um impacto directo na pressão sanguínea.
O volume sanguíneo que circula no nosso organismo reflecte a quantidade de água ingerida. Quando se diminui a ingestão de água, verifica-se uma diminuição do volume sanguíneo, reduzindo, consequentemente, o fluxo disponível para irrigar o coração, cérebro, músculos e todos os principais órgãos do organismo. Quanto menor for o fluxo sanguíneo, menor será a quantidade de oxigénio recebida pelos órgãos vitais, diminuindo a capacidade para exercerem as suas funções ditas normais.
Por isso, pessoas que bebem regularmente quantidades muito reduzidas de água correm um maior risco de sofrer, a longo prazo, de perturbações cardíacas.
Segundo a Dr.ª Susan Shirreffs, especialista em desidratação no Departamento de Ciências Biomédicas da Universidade de Aberdeen, a maioria das pessoas precisa ingerir normalmente entre um a dois litros de água por dia, de forma a manter-se saudável. Refere ainda que: “Mesmo uma pequena desidratação pode conduzir a dores de cabeça, letargia ou simplesmente uma redução generalizada no estado de alerta”.
Muito recentemente foi publicado um estudo que avalia a relação entre a dureza da água, a sua concentração em magnésio e em cálcio, e a mortalidade por enfarte agudo do miocárdio e doença isquémica cardíaca, ao longo de 10 anos numa amostra de quase 121.000 indivíduos (estudo cohort).
Os investigadores do Departamento de Epidemiologia da Universidade de Maastricht concluem que não existem evidências que possam associar a dureza da água e a sua composição em magnésio e cálcio na redução da mortalidade por enfarte ou doença cardíaca. Estes dados vão de encontro às conclusões do British Regional Heart Study em 2008, no qual os investigadores concluem que, nem a dureza, nem um elevado consumo de magnésio ou de cálcio têm efeito protector contra doenças cardiovasculares e que iniciativas como adicionar magnésio ou cálcio à água não se justificam.
Concluímos referindo que não podemos confiar exclusivamente no mecanismo da sede para sabermos quando devemos beber água. Quando nos apercebemos que temos sede já nos encontramos ligeiramente desidratados. O segredo reside em ingerir água regularmente ao longo do dia.
Um estudo realizado nos Estados Unidos em 28 indivíduos saudáveis avaliou o efeito da hidratação em indicadores cardiovasculares durante três dias. Os resultados indicam que a ingestão de água tem um impacto directo na pressão sanguínea.
O volume sanguíneo que circula no nosso organismo reflecte a quantidade de água ingerida. Quando se diminui a ingestão de água, verifica-se uma diminuição do volume sanguíneo, reduzindo, consequentemente, o fluxo disponível para irrigar o coração, cérebro, músculos e todos os principais órgãos do organismo. Quanto menor for o fluxo sanguíneo, menor será a quantidade de oxigénio recebida pelos órgãos vitais, diminuindo a capacidade para exercerem as suas funções ditas normais.
Por isso, pessoas que bebem regularmente quantidades muito reduzidas de água correm um maior risco de sofrer, a longo prazo, de perturbações cardíacas.
Segundo a Dr.ª Susan Shirreffs, especialista em desidratação no Departamento de Ciências Biomédicas da Universidade de Aberdeen, a maioria das pessoas precisa ingerir normalmente entre um a dois litros de água por dia, de forma a manter-se saudável. Refere ainda que: “Mesmo uma pequena desidratação pode conduzir a dores de cabeça, letargia ou simplesmente uma redução generalizada no estado de alerta”.
Muito recentemente foi publicado um estudo que avalia a relação entre a dureza da água, a sua concentração em magnésio e em cálcio, e a mortalidade por enfarte agudo do miocárdio e doença isquémica cardíaca, ao longo de 10 anos numa amostra de quase 121.000 indivíduos (estudo cohort).
Os investigadores do Departamento de Epidemiologia da Universidade de Maastricht concluem que não existem evidências que possam associar a dureza da água e a sua composição em magnésio e cálcio na redução da mortalidade por enfarte ou doença cardíaca. Estes dados vão de encontro às conclusões do British Regional Heart Study em 2008, no qual os investigadores concluem que, nem a dureza, nem um elevado consumo de magnésio ou de cálcio têm efeito protector contra doenças cardiovasculares e que iniciativas como adicionar magnésio ou cálcio à água não se justificam.
Concluímos referindo que não podemos confiar exclusivamente no mecanismo da sede para sabermos quando devemos beber água. Quando nos apercebemos que temos sede já nos encontramos ligeiramente desidratados. O segredo reside em ingerir água regularmente ao longo do dia.