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Fitoterapia » As plantas ao serviço da saúde

Com ou sem estudos comprovativos das propriedades medicinais das plantas, todos nós já a elas recorremos um dia. Até ao desenvolvimento da era industrial, as plantas, juntamente com produtos de origem mineral e animal, constituíam a base dos tratamentos médicos. A utilização de plantas com fins medicinais é, provavelmente, a forma mais antiga usada pelo Homem para se curar ou reduzir os seus sofrimentos.

Atendendo ao interesse pelas plantas, pouco a pouco o Homem foi procurando descobrir propriedades, virtudes e toxicidades de cada uma delas.

Hoje em dia, as plantas reassumem o seu papel como o mais valioso recurso terapêutico oferecido pela Natureza, e o seu uso é cada vez mais popular entre os povos de todo o mundo. Este recurso dá pelo nome de Fitoterapia.

«A palavra fitoterapia deriva da junção de duas palavras gregas: phytón, que significa planta, e therapeía, que quer dizer tratamento e, como o próprio nome indica, trata-se de um tratamento à base de plantas. Estas plantas, embora não sejam medicamentos, podem ter propriedades medicinais que lhes conferem acção no bem-estar, na melhoria ou até na cura de algumas doenças, podendo, assim, resolver alguns problemas de saúde das pessoas, sejam eles de origem física ou psicológica», explica o Dr. Pedro Lobo do Vale, médico e consultor da Associação Portuguesa da Alimentação Racional e Dietética.

Hoje em dia, estamos perante uma fitoterapia muito mais científica, já que existem imensos produtos à base de plantas fabricados com um rigor científico e com a certeza de que esta ou aquela planta é eficaz em determinadas situações. Aliás, na medicina dita convencional, alguns medicamentos são produzidos meramente à base de plantas.

«Multinacionais da indústria farmacêutica têm apostado em produtos à base de plantas para o consumo das pessoas, tendo em vista a sua aplicabilidade em imensas situações, e também muitos laboratórios a nível internacional têm feito investigações junto de populações indígenas para perceber como é que estas curam certas maleitas, buscando ao mesmo tempo amostras a fim de saber quais as substâncias que podem beneficiar a saúde do Homem de hoje», refere Pedro Lobo do Vale.

Opção válida
para alguns problemas

Em relação à fitoterapia, podem ser evidenciadas algumas vantagens, como por exemplo o facto de constituir uma alternativa aos medicamentos sintéticos, com muito menos efeitos secundários, e de ser uma forma de tratamento muito mais natural do que outras já existentes.

De um modo geral, o uso da maioria das plantas mais correntemente utilizadas não apresenta qualquer problema de saúde pública, desde que tomadas nas doses aconselhadas.

No entanto, «é necessário ter em atenção casos especiais, como a gravidez e a amamentação, em que algumas plantas podem estar contra-indicadas. Como tal, o seu uso deve ser criterioso e, em caso de dúvida, aconselhado pelo seu médico», salienta o médico.

Actualmente, as pessoas recorrem a esta forma terapêutica de duas formas. Na maior parte dos casos deslocam-se a locais onde existem produtos cuja composição é maioritariamente à base de plantas para os adquirir. Outras vezes é o próprio médico ou fitoterapeuta que recomenda um produto fitoterapêutico que acha indicado para melhorar a situação do paciente.

Evidentemente que as plantas não curam todas doenças, devendo o seu uso ser sempre adaptado a cada caso. Por exemplo:

«A tília, a camomila, a passiflora ou o lúpulo são exemplos de plantas que podem ajudar em situações de stress, ansiedade ou insónias. A alcachofra, o bolbo ou o dente-de-leão podem auxiliar nos problemas hepatobiliares e digestivos. Já a equinácia e a própole (resina de origem vegetal produzida pelas abelhas) podem ser úteis a pessoas que facilmente se constipem ou se resfriem», exemplifica o nosso entrevistado.

As plantas com propriedades terapêuticas podem ser utilizadas de várias formas. A mais comum é, sem dúvida, a infusão ou decocção. Para além desta forma, existem outras de mais fácil utilização, como é o caso dos comprimidos, das cápsulas, dos extractos, das tinturas e das ampolas bebíveis; para uso externo existem os cremes e pomadas.

Em qualquer dos casos referidos, podem utilizar-se raízes, folhas, caules, sementes ou flores, dependendo da planta em causa.

Em jeito de conclusão, o nosso entrevistado apenas diz:

«Vejo a fitoterapia não só como uma forma terapêutica do passado como também com um grande lugar no futuro. Penso que pode desempenhar um papel muito importante na nossa saúde.»

Outras plantas medicinais:
– Gengibre
– Aloé vera
– Ginseng
– Ginkgo
– Guaraná
– Ruscus
– Hamamélide
– Castanha-da-índia
– Rutina
– Rábano
– Acerola
– Hortelã-pimenta

Atendendo ao interesse pelas plantas, pouco a pouco o Homem foi procurando descobrir propriedades, virtudes e toxicidades de cada uma delas.

Hoje em dia, as plantas reassumem o seu papel como o mais valioso recurso terapêutico oferecido pela Natureza, e o seu uso é cada vez mais popular entre os povos de todo o mundo. Este recurso dá pelo nome de Fitoterapia.

«A palavra fitoterapia deriva da junção de duas palavras gregas: phytón, que significa planta, e therapeía, que quer dizer tratamento e, como o próprio nome indica, trata-se de um tratamento à base de plantas. Estas plantas, embora não sejam medicamentos, podem ter propriedades medicinais que lhes conferem acção no bem-estar, na melhoria ou até na cura de algumas doenças, podendo, assim, resolver alguns problemas de saúde das pessoas, sejam eles de origem física ou psicológica», explica o Dr. Pedro Lobo do Vale, médico e consultor da Associação Portuguesa da Alimentação Racional e Dietética.

Hoje em dia, estamos perante uma fitoterapia muito mais científica, já que existem imensos produtos à base de plantas fabricados com um rigor científico e com a certeza de que esta ou aquela planta é eficaz em determinadas situações. Aliás, na medicina dita convencional, alguns medicamentos são produzidos meramente à base de plantas.

«Multinacionais da indústria farmacêutica têm apostado em produtos à base de plantas para o consumo das pessoas, tendo em vista a sua aplicabilidade em imensas situações, e também muitos laboratórios a nível internacional têm feito investigações junto de populações indígenas para perceber como é que estas curam certas maleitas, buscando ao mesmo tempo amostras a fim de saber quais as substâncias que podem beneficiar a saúde do Homem de hoje», refere Pedro Lobo do Vale.

Opção válida

para alguns problemas

Em relação à fitoterapia, podem ser evidenciadas algumas vantagens, como por exemplo o facto de constituir uma alternativa aos medicamentos sintéticos, com muito menos efeitos secundários, e de ser uma forma de tratamento muito mais natural do que outras já existentes.

De um modo geral, o uso da maioria das plantas mais correntemente utilizadas não apresenta qualquer problema de saúde pública, desde que tomadas nas doses aconselhadas.

No entanto, «é necessário ter em atenção casos especiais, como a gravidez e a amamentação, em que algumas plantas podem estar contra-indicadas. Como tal, o seu uso deve ser criterioso e, em caso de dúvida, aconselhado pelo seu médico», salienta o médico.

Actualmente, as pessoas recorrem a esta forma terapêutica de duas formas. Na maior parte dos casos deslocam-se a locais onde existem produtos cuja composição é maioritariamente à base de plantas para os adquirir. Outras vezes é o próprio médico ou fitoterapeuta que recomenda um produto fitoterapêutico que acha indicado para melhorar a situação do paciente.

Evidentemente que as plantas não curam todas doenças, devendo o seu uso ser sempre adaptado a cada caso. Por exemplo:

«A tília, a camomila, a passiflora ou o lúpulo são exemplos de plantas que podem ajudar em situações de stress, ansiedade ou insónias. A alcachofra, o bolbo ou o dente-de-leão podem auxiliar nos problemas hepatobiliares e digestivos. Já a equinácia e a própole (resina de origem vegetal produzida pelas abelhas) podem ser úteis a pessoas que facilmente se constipem ou se resfriem», exemplifica o nosso entrevistado.

As plantas com propriedades terapêuticas podem ser utilizadas de várias formas. A mais comum é, sem dúvida, a infusão ou decocção. Para além desta forma, existem outras de mais fácil utilização, como é o caso dos comprimidos, das cápsulas, dos extractos, das tinturas e das ampolas bebíveis; para uso externo existem os cremes e pomadas.

Em qualquer dos casos referidos, podem utilizar-se raízes, folhas, caules, sementes ou flores, dependendo da planta em causa.

Em jeito de conclusão, o nosso entrevistado apenas diz:

«Vejo a fitoterapia não só como uma forma terapêutica do passado como também com um grande lugar no futuro. Penso que pode desempenhar um papel muito importante na nossa saúde.»

Outras plantas medicinais:

– Gengibre

– Aloé vera

– Ginseng

– Ginkgo

– Guaraná

– Ruscus

– Hamamélide

– Castanha-da-índia

– Rutina

– Rábano

– Acerola

– Hortelã-pimenta

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