Saúde é “silêncio dos órgãos”, bem-estar geral, equilíbrio que se estende a várias áreas da vida pessoal e de relação. Doença é grito do corpo, mal-estar, desequilíbrio que se estende a todas as áreas da vida pessoal e de relação.
O sofrimento provocado por doença, a dor do ser que sofre, do “paciente”, não é quantificável, mensurável, nem sequer comunicável por teorização, conceptualização ou mesmo por expressão estética.
Quem sofre está sempre só perante a sua condição existencial. Mas numa época em que já ninguém compreende a doença como um fenómeno meramente fisiológico, resta-nos a hombridade de encarar a questão da única maneira porque é legítimo fazê-lo: prestar a devida atenção a quem sofre, procurando eliminar todas as causas objectivas que possam determinar o surgimento da patologia, as situações que levam ao agravamento da mesma e o desencadear dos problemas vários decorrentes da situação de doença.
Tendo a preocupação ética de que quem sofre não se sinta um peso social, nem um ser desvalido, estigmatizado, apenas digno de compaixão, mas uma pessoa, de corpo ferido, mas pessoa inteira, com lugar na sociedade da qual faz parte. Que o sentir-se só na dor própria que lhe coube, não seja sinónimo de sentir-se abandonado, isolado, socialmente esquecido.
No Dia Mundial da Saúde é importante reflectir sobre o que tem o Mundo feito, no concreto, objectivamente, para que quem sofre de doença crónica, por esse mundo fora, consiga ter um mínimo de condições para sentir que vale a pena desafiar o sofrimento de cada dia que vive. Para que se comemore condignamente O Dia Mundial da Saúde.
Pel’ A Comissão Directiva
Fernanda Ruaz Ramos
Federação de Instituições de Apoio a Doentes Crónicos
R. Zófimo Pedroso, 66
1950 – 291 LISBOA
Telefone: 218 650 480 *** Fax: 218 650 489
E.mail: fiadc@sapo.pt *** http://fiadc.no.sapo.pt/
O sofrimento provocado por doença, a dor do ser que sofre, do “paciente”, não é quantificável, mensurável, nem sequer comunicável por teorização, conceptualização ou mesmo por expressão estética.
Quem sofre está sempre só perante a sua condição existencial. Mas numa época em que já ninguém compreende a doença como um fenómeno meramente fisiológico, resta-nos a hombridade de encarar a questão da única maneira porque é legítimo fazê-lo: prestar a devida atenção a quem sofre, procurando eliminar todas as causas objectivas que possam determinar o surgimento da patologia, as situações que levam ao agravamento da mesma e o desencadear dos problemas vários decorrentes da situação de doença.
Tendo a preocupação ética de que quem sofre não se sinta um peso social, nem um ser desvalido, estigmatizado, apenas digno de compaixão, mas uma pessoa, de corpo ferido, mas pessoa inteira, com lugar na sociedade da qual faz parte. Que o sentir-se só na dor própria que lhe coube, não seja sinónimo de sentir-se abandonado, isolado, socialmente esquecido.
No Dia Mundial da Saúde é importante reflectir sobre o que tem o Mundo feito, no concreto, objectivamente, para que quem sofre de doença crónica, por esse mundo fora, consiga ter um mínimo de condições para sentir que vale a pena desafiar o sofrimento de cada dia que vive. Para que se comemore condignamente O Dia Mundial da Saúde.
Pel’ A Comissão Directiva
Fernanda Ruaz Ramos
Federação de Instituições de Apoio a Doentes Crónicos
R. Zófimo Pedroso, 66
1950 – 291 LISBOA
Telefone: 218 650 480 *** Fax: 218 650 489
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