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Durma bem, sinta-se melhor

Uma “boa” noite de sono faz muito à saúde e ao bem-estar de cada um. Sabia que ajuda a recuperar energias, a fortalecer o sistema imunitário e até a prevenir o aumento de peso?

O sono é, com frequência, “vítima” dos dias que correm. Com o stress do quotidiano, as 24 horas do dia parecem poucas para todas as tarefas profissionais e para os afazeres pessoais. E, às vezes, “roubamos” ao sono algumas dessas horas. Todavia, dormir pouco e dormir mal é prejudicial para a saúde.

Não há um número de horas de sono rígido para cada idade, há apenas valores médios e esses indicam, por exemplo, que um adulto deverá dormir entre sete a oito horas por noite para acordar devidamente revigorado e para que o sono cumpra algumas das suas funções fisiológicas.

Uma delas é o fortalecimento do sistema imunitário do organismo. Durante o sono libertam-se as interleucinas, proteínas naturais que activam os linfócitos, isto é, as células brancas do sangue que funcionam como agentes de defesa do corpo contra bactérias e vírus.

É também durante o sono que se dá a libertação no organismo de algumas hormonas, que contribuem para a recuperação do desgaste diário. Uma das hormonas que é produzida e libertada enquanto se dorme é a do crescimento, o que torna a qualidade do sono essencial durante a infância. Para os adultos, que já não estão em fase de crescimento, esta hormona contribui para uma maior disposição física, ajudando também a proteger os ossos e os músculos contra o desgaste natural do passar dos anos. Está igualmente envolvida no processo de eliminação de gordura.

Também durante o sono há libertação de grandes quantidades de leptina, uma hormona que actua no mecanismo do apetite, no metabolismo da glicose e das gorduras, bem como na promoção do gasto energético. Desta forma, o sono tem um papel, pouco falado mas real, no controlo do peso.

Outras das hormonas associadas ao sono é o cortisol, produzido pela glândula supra-renal e cujo pico de libertação acontece no início da manhã. Funciona como uma espécie de “despertador” natural. Quando o ritmo de libertação desta hormona é alterado, por exemplo, por falta de horas de sono, pode causar efeitos muito semelhantes aos causados pelo stress, nomeadamente ansiedade.

[Continua na página seguinte]

Exactamente o contrário do que se pretende num início de dia… Quando é forçado a encurtar consecutivamente o número de horas de sono ou quando existe algum distúrbio, nomeadamente dificuldade em adormecer ou interrupções nocturnas, isso pode afectar negativamente a sua saúde física e mental.

Tal pode acontecer porque o organismo não desempenha todas as funções que estão associadas ao sono, pelo que dificilmente “acorda” com a devida disposição para as actividades diárias. Não é por acaso que as funções vitais do organismo abrandam enquanto se dorme: é uma forma de “recarregar as baterias” para o dia seguinte.

Há quem reivindique a necessidade de poucas horas de sono, contudo não é possível dormir pouco muitas noites seguidas sem que o organismo se ressinta. A falta de energia e o cansaço são as primeiras “queixas”, mas também a memória e a concentração se ressentem e, a prazo, pode abrir-se caminho a problemas de saúde mais sérios, uma vez que o sistema imunitário não está devidamente fortalecido.

Afinal, quando se diz que “passamos um terço da vida a dormir” alguma razão há…

 

Para uma boa noite de sono e um bom acordar

• Faça uma refeição leve à noite;

• Evite bebidas alcoólicas e tabaco;

• Durma num ambiente silencioso e sem luz;

• Não veja televisão no quarto;

• Não leve trabalho para a cama.

O sono é, com frequência, “vítima” dos dias que correm. Com o stress do quotidiano, as 24 horas do dia parecem poucas para todas as tarefas profissionais e para os afazeres pessoais. E, às vezes, “roubamos” ao sono algumas dessas horas. Todavia, dormir pouco e dormir mal é prejudicial para a saúde.

Não há um número de horas de sono rígido para cada idade, há apenas valores médios e esses indicam, por exemplo, que um adulto deverá dormir entre sete a oito horas por noite para acordar devidamente revigorado e para que o sono cumpra algumas das suas funções fisiológicas.

Uma delas é o fortalecimento do sistema imunitário do organismo. Durante o sono libertam-se as interleucinas, proteínas naturais que activam os linfócitos, isto é, as células brancas do sangue que funcionam como agentes de defesa do corpo contra bactérias e vírus.

É também durante o sono que se dá a libertação no organismo de algumas hormonas, que contribuem para a recuperação do desgaste diário. Uma das hormonas que é produzida e libertada enquanto se dorme é a do crescimento, o que torna a qualidade do sono essencial durante a infância. Para os adultos, que já não estão em fase de crescimento, esta hormona contribui para uma maior disposição física, ajudando também a proteger os ossos e os músculos contra o desgaste natural do passar dos anos. Está igualmente envolvida no processo de eliminação de gordura.

Também durante o sono há libertação de grandes quantidades de leptina, uma hormona que actua no mecanismo do apetite, no metabolismo da glicose e das gorduras, bem como na promoção do gasto energético. Desta forma, o sono tem um papel, pouco falado mas real, no controlo do peso.

Outras das hormonas associadas ao sono é o cortisol, produzido pela glândula supra-renal e cujo pico de libertação acontece no início da manhã. Funciona como uma espécie de “despertador” natural. Quando o ritmo de libertação desta hormona é alterado, por exemplo, por falta de horas de sono, pode causar efeitos muito semelhantes aos causados pelo stress, nomeadamente ansiedade.

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Exactamente o contrário do que se pretende num início de dia… Quando é forçado a encurtar consecutivamente o número de horas de sono ou quando existe algum distúrbio, nomeadamente dificuldade em adormecer ou interrupções nocturnas, isso pode afectar negativamente a sua saúde física e mental.

Tal pode acontecer porque o organismo não desempenha todas as funções que estão associadas ao sono, pelo que dificilmente “acorda” com a devida disposição para as actividades diárias. Não é por acaso que as funções vitais do organismo abrandam enquanto se dorme: é uma forma de “recarregar as baterias” para o dia seguinte.

Há quem reivindique a necessidade de poucas horas de sono, contudo não é possível dormir pouco muitas noites seguidas sem que o organismo se ressinta. A falta de energia e o cansaço são as primeiras “queixas”, mas também a memória e a concentração se ressentem e, a prazo, pode abrir-se caminho a problemas de saúde mais sérios, uma vez que o sistema imunitário não está devidamente fortalecido.

Afinal, quando se diz que “passamos um terço da vida a dormir” alguma razão há…

 

Para uma boa noite de sono e um bom acordar

• Faça uma refeição leve à noite;

• Evite bebidas alcoólicas e tabaco;

• Durma num ambiente silencioso e sem luz;

• Não veja televisão no quarto;

• Não leve trabalho para a cama.

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