Pequenos flocos de neve sobre os ombros revelam a presença de dermatite seborreica, mais vulgarmente conhecida por caspa, uma condição crónica muito comum do couro cabeludo.
Embora não seja contagiosa e raramente constituir um problema grave de saúde, trata-se de uma condição deveras embaraçosa e, muito frequentemente, difícil de tratar.
Quem já alguma vez teve um episódio de caspa sabe bem o desconforto que é olhar para pequenas partículas brancas, que caiem sobre os ombros e que obrigam a um movimento constante para as sacudir.
A dermatite seborreica é uma inflamação das camadas superficiais da pele que provoca escamas no couro cabeludo, na cara e, mais raramente, noutras zonas do corpo. Parece ser hereditária já que afecta habitualmente vários membros da mesma família e costuma piorar nos climas mais frios.
Trata-se de uma doença de causa desconhecida, mas em que existe um fenómeno inflamatório causado pelo excesso de oleosidade devido à presença aumentada de certos fungos. Este desequilíbrio pode ser causado por exemplo por variações hormonais, ou stresse.
Mas nem toda a caspa significa dermatite seborreica, sendo esta uma das causas de caspa.
Para a maioria das pessoas, é fácil de detectar os sintomas: são pequenas escamas brancas que caiem sobre os ombros, provocadas pela descamação do couro cabeludo e, por vezes, associadas a comichão na mesma zona.
A dermatite seborreica costuma aparecer gradualmente, provocando uma escamação seca ou gordurosa no couro cabeludo mas sem que haja perda de cabelo. Nos casos mais graves podem aparecer manchas amareladas ou avermelhadas no couro cabeludo, por trás das orelhas, no canal auditivo, sobre as sobrancelhas, na cana do nariz, à volta do nariz e no peito.
Erradicar a caspa é uma tarefa quase impossível, que obriga a muita persistência e a um tratamento continuado. Mas nem tudo são más notícias: sendo difícil de tratar, a caspa pode ser controlada. Os casos leves costumam reagir bem a um tratamento diário com um champô delicado.
Casos mais persistentes, obrigam a recorrer a champôs à base de zinco, sulfureto de selénio, ácido salicílico, sulfureto ou alcatrão.
O tratamento deve ser feito diariamente até que a crise esteja controlada e, depois, de forma continuada, duas vezes por semana, durante vários meses. Sendo uma condição crónica e recorrente, a dermatite seborreica pode reaparecer após suspender o tratamento, pelo que, se tal suceder, deve recomeçar os cuidados.
Em casos mais severos, o médico poderá recomendar um tratamento com corticosteróides, normalmente à base de loções. Estes deverão ser utilizados com precaução e com prescrição médica pois o seu uso prolongado pode provocar efeitos secundários. Se a terapia com corticosteróides não eliminar as lesões, pode ainda usar-se um tratamento com quetoconazol.
Nos bebés com menos de um mês, a dermatite seborreica pode provocar uma lesão com crosta, amarela e espessa e, por vezes, uma escamação amarela por trás das orelhas, além de manchas vermelhas na face mas que, geralmente, desaparecem ao fim de alguns meses.
Visite o médico se:
• O desconforto altera o sono e interfere com as suas rotinas;
• Se sente dor nas zonas afectadas;
• Se suspeitar de infecção;
• Se já tentou diversos tratamentos sem qualquer resultado.
Embora não seja contagiosa e raramente constituir um problema grave de saúde, trata-se de uma condição deveras embaraçosa e, muito frequentemente, difícil de tratar.
Quem já alguma vez teve um episódio de caspa sabe bem o desconforto que é olhar para pequenas partículas brancas, que caiem sobre os ombros e que obrigam a um movimento constante para as sacudir.
A dermatite seborreica é uma inflamação das camadas superficiais da pele que provoca escamas no couro cabeludo, na cara e, mais raramente, noutras zonas do corpo. Parece ser hereditária já que afecta habitualmente vários membros da mesma família e costuma piorar nos climas mais frios.
Trata-se de uma doença de causa desconhecida, mas em que existe um fenómeno inflamatório causado pelo excesso de oleosidade devido à presença aumentada de certos fungos. Este desequilíbrio pode ser causado por exemplo por variações hormonais, ou stresse.
Mas nem toda a caspa significa dermatite seborreica, sendo esta uma das causas de caspa.
Para a maioria das pessoas, é fácil de detectar os sintomas: são pequenas escamas brancas que caiem sobre os ombros, provocadas pela descamação do couro cabeludo e, por vezes, associadas a comichão na mesma zona.
A dermatite seborreica costuma aparecer gradualmente, provocando uma escamação seca ou gordurosa no couro cabeludo mas sem que haja perda de cabelo. Nos casos mais graves podem aparecer manchas amareladas ou avermelhadas no couro cabeludo, por trás das orelhas, no canal auditivo, sobre as sobrancelhas, na cana do nariz, à volta do nariz e no peito.
Erradicar a caspa é uma tarefa quase impossível, que obriga a muita persistência e a um tratamento continuado. Mas nem tudo são más notícias: sendo difícil de tratar, a caspa pode ser controlada. Os casos leves costumam reagir bem a um tratamento diário com um champô delicado.
Casos mais persistentes, obrigam a recorrer a champôs à base de zinco, sulfureto de selénio, ácido salicílico, sulfureto ou alcatrão.
O tratamento deve ser feito diariamente até que a crise esteja controlada e, depois, de forma continuada, duas vezes por semana, durante vários meses. Sendo uma condição crónica e recorrente, a dermatite seborreica pode reaparecer após suspender o tratamento, pelo que, se tal suceder, deve recomeçar os cuidados.
Em casos mais severos, o médico poderá recomendar um tratamento com corticosteróides, normalmente à base de loções. Estes deverão ser utilizados com precaução e com prescrição médica pois o seu uso prolongado pode provocar efeitos secundários. Se a terapia com corticosteróides não eliminar as lesões, pode ainda usar-se um tratamento com quetoconazol.
Nos bebés com menos de um mês, a dermatite seborreica pode provocar uma lesão com crosta, amarela e espessa e, por vezes, uma escamação amarela por trás das orelhas, além de manchas vermelhas na face mas que, geralmente, desaparecem ao fim de alguns meses.
Visite o médico se:
• O desconforto altera o sono e interfere com as suas rotinas;
• Se sente dor nas zonas afectadas;
• Se suspeitar de infecção;
• Se já tentou diversos tratamentos sem qualquer resultado.