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Bem-Estar: Que tal uma massagem?

É evidente o bem-estar psicológico que uma boa massagem gera na mente de quem tem a sorte de a receber.

A massagem é das formas mais antigas de gerar bem-estar no ser humano. O toque das mãos na pele tem, por si só, um grande efeito terapêutico sobre o sistema muscular, e sobre o bem-estar psicológico, pois alivia tensões acumuladas nos músculos ao longo do tempo que resultam de todas as tendências posturais que a esmagadora maioria das pessoas adquire devido aos maus hábitos e às rotinas laborais. Estes obrigam a constantes readaptações do sistema muscular, uma vez que, em qualquer posição em que o corpo esteja, seja ela saudável ou não, os sacrificados são sempre os mesmos – os músculos.

Naturalmente o corpo, ou melhor, o cerebelo está encarregue de perceber a todo o momento a posição dos músculos e articulações e informar o cérebro sobre toda essa preciosa informação, de forma a que este adopte e estruture o próximo movimento a ser executado pelos músculos. Este controlo é feito ao milissegundo, sendo que em cada fracção deste tempo existe a constante necessidade de reagir aos movimentos do corpo, às posturas que adoptamos, à forma como nos movemos, enfim …a tudo o que implique directa e indirectamente o movimento.

Não existe movimento que executemos que não tenha sido possível graças à acção muscular.

 

Músculos e protecção do esqueleto

Toda a azáfama correspondente ao controlo dos músculos por algumas estruturas do sistema nervoso (como o cerebelo), destina-se a manter sempre a independência do meio interno, ou seja, independentemente dos movimentos que executemos os músculos têm a grande responsabilidade de compensar as alterações efectuadas por esses movimentos. Pois muitos desses movimentos causariam certamente alterações no esqueleto, de gravidade variável.

Importa, portanto, concluir que o trabalho executado pelos músculos não é apenas o movimento em si, mas também o de protecção ao esqueleto e à sua harmonia de funcionamento.

Existem inclusive músculos que têm o ingrato papel de constante protecção ao movimento, nomeadamente os músculos que revestem a coluna e todas as suas vértebras. Não existe nenhum suporte físico, ósseo, que una as vértebras entre si, pelo que a posição da coluna é mantida através de fortes ligamentos e de músculos especialmente estruturados para os efeitos.

Será sensivelmente o equivalente a termos uma pilha com 24 moedas sem nada que as una entre si. Se essas moedas sofrerem um toque é de esperar que a pilha se desmorone ao mínimo movimento, precisamente porque não existem tecidos de suporte, nomeadamente músculos.

Com a coluna a situação é semelhante. Existem tantos músculos com funções tão diversas, mas que em último caso servem todas para o mesmo, ou seja, suportar o movimento, em qualquer plano, qualquer ângulo e direcção. Nunca ninguém ficou com a coluna desmoronada por qualquer movimento efectuado, precisamente porque todo o aparato muscular impede que tal ocorra, contudo não nos enganemos …As lesões ocorrem e são de causas variadas.

[Continua na página seguinte]

Quando surgem as lesões

Todo o controlo muscular e o equilíbrio mantido no esqueleto ocorrem pela acção muscular, pelo que quando, por qualquer razão, esta é levada ao extremo, surgem as lesões, musculares primeiro e, à posteriori, lesões ósseas. Um exemplo em concreto é o que ocorre com o alinhamento das vértebras.

A responsabilidade de manter as vértebras alinhadas pertence ao músculos, porém, com o tempo, as más posturas e muitas adaptações fazem com que a capacidade dos músculos para manter o equilíbrio saia bastante comprometida, limitando a resposta às solicitações mecânicas.

Atingido este ponto, a compensação muscular ao movimento já não se fará com a eficiência necessária, mas os movimentos continuam a ser feitos, porque afinal de contas a nossa vida continua. É um pouco aquele princípio de sacrificar a parte para manter o todo. O sistema muscular é precisamente o espelho deste princípio.

É neste ponto que começam a surgir as dores musculares em áreas chave e que nos indicam que algo não está bem. As dores alertam-nos para o cansaço muscular, para a incapacidade dos músculos em compensar os movimentos e, em simultâneo, proteger estruturas mais nobres.

Afinal de contas todo o controlo e equilíbrio do movimento efectuado pelos músculos gera enormes tensões que, não sendo aliviadas pela massagem, vão repercutir-se no desempenho muscular e, numa última fase, nos ossos. Isto porque de todos os músculos que existem no corpo humano, existe um tipo em particular os – músculo-esqueléticos -que consistem no grupo de músculos que está intimamente associado aos ossos.

Em qualquer um dos desequilíbrios aqui descritos é fácil imaginar que músculos com tensão são o primeiro passo para que ocorram alterações da postura óssea. Ainda assim, por vezes, são alterações sub-clínicas, ou seja, não existem queixas para além da dor muscular que a esmagadora maioria das pessoas entende como sendo o resultado de cansaço ou de stress.

Com efeito o cansaço e o stress são companheiros do dia-a-dia, mas nem sempre justificam as dores, sendo muitas vezes estas o sinónimo de alterações posturais. Tais alterações nas primeiras fases não obrigam a consultas ao profissional de saúde, mas com o decorrer do tempo, com o cansaço muscular a agravar-se progressivamente e com as lesões musculares a fazerem-se sentir de forma mais intensa e duradoura, é natural que aumente o desconforto posicional e postural obrigando, por vezes, à auto-medicação com analgésicos e outros medicamentos.

[Continua na página seguinte]

Ainda assim, e quando funciona, o que o analgésico faz é bloquear, através de variados mecanismos, o sinal de dor de forma a que o cérebro não o receba. Na prática esta atitude resulta no alívio da dor, não do problema, porque esse vai lá manter-se até ser efectivamente resolvido.

 

A massagem que desbloqueia os músculos

A massagem actua sobre os músculos e todo o sistema em geral. A nível muscular é possível destacar as acções ao nível dos tecidos profundos provocadas pelo estímulo mecânico da massagem que activa certos tipos de receptores nos tecidos. É, igualmente, um excelente promotor da dinâmica dos fluidos existentes no corpo, nomeadamente, da linfa, dos seus derivados e do sangue. Ao promover a dinâmica destes fluidos, a massagem promove também a optimização da micro-circulação existente ao nível das células, auxiliando imenso na remoção de detritos acumulados no espaço inter-celular.

Esta acumulação de detritos surge pelo funcionamento celular. Não existe célula que, no decurso do seu funcionamento, não produza todo o tipo de detritos. A massagem é excelente no auxílio da remoção desses mesmos detritos.

Existem muitas técnicas de massagem, cada uma das quais oferecendo determinado tipo acções e/ou efeitos sobre os tecidos, mas todas têm em comum a necessidade que o ser humano tem de alívio da dor ou da célebre “sensação de peso nas costas” .

Aliás, eu costumo até dizer que o simples facto de nos movermos é gerador, por si só, de desequilíbrio no sistema osteomuscular, isto porque quando o fazemos, fazemo-lo, regra geral, da pior forma. Actualmente, as actividades laborais não são propriamente o melhor no que à ergonomia diz respeito, o que obviamente contribui para a perpetuação de hábitos e condições com a necessária repercussão na Saúde quer no médio ou no longo prazo.

Normalmente, as condições a que sujeitamos o sistema muscular no local de trabalho são as que mais agridem os músculos, causando desequilíbrios, erros de postura e dificuldades posicionais.

A adopção de medidas e condições onde a ergonomia prevalecesse como princípio e não apenas a questão económica provavelmente contribuiria imenso a longo prazo para a prevenção de problemas osteomusculares que, como é sabido, continuam a ser uma das grandes causas de abstenção laboral, em Portugal. A conclusão é que realmente uma massagem ao final de cada dia só tem vantagens, quer psicológicas quer físicas.

[Continua na página seguinte]

Contra-indicações das massagens

Apesar de todos estes pontos positivos, há que ter em conta que a massagem tem também contra-indicações que em alguns casos são absolutas. Em circunstâncias em que haja febre, a massagem está contra-indicada, pois o acto mecânico da fricção da mão sobre os tecidos gera calor. O que no caso de febre será contraproducente.

Pessoas que sofram de doença proliferativa, tal como o cancro, será contraproducente a massagem. Porquê ? Porque o efeito optimizador da circulação sanguínea e linfática pensa-se que possa estar relacionado também com igual favorecimento da circulação de células tumorais, com consequente infiltração de outros tecidos do corpo. Alguém que tenha história de tromboflebites e/ou varizes, a massagem, aos membros inferiores não será também vantajosa.

Uma tromboflebite é uma inflamação ( a terminação em “ite” significa inflamação) de um segmento de veia que coincide com a formação de um coágulo. A massagem não é vantajosa, porque a actuação mecânica pode promover a libertação do coágulo ou parte deste abrindo sempre a possibilidade de este pedaço entrar em circulação e ir “entupir” um vaso do pulmão, por exemplo, podendo causar uma situação potencialmente fatal designada por TEP( Tromboembolismo pulmonar).

À excepção destas contra-indicações, absolutas, outras poderão surgir de acordo com o contexto clínico e historial da pessoa que desejar a massagem. Daí a necessidade cada vez mais imperiosa de a massagem ser efectuada por profissionais, assim como qualquer acto que implique tocar ou manipular uma pessoa.

Uma massagem ao final de um dia de trabalho, de más posturas e más posições evita muito desconforto no momento e muitos problemas de futuro.

 

Paulo Andrade | Especialista em Naturopatia e Osteopatia

A massagem é das formas mais antigas de gerar bem-estar no ser humano. O toque das mãos na pele tem, por si só, um grande efeito terapêutico sobre o sistema muscular, e sobre o bem-estar psicológico, pois alivia tensões acumuladas nos músculos ao longo do tempo que resultam de todas as tendências posturais que a esmagadora maioria das pessoas adquire devido aos maus hábitos e às rotinas laborais. Estes obrigam a constantes readaptações do sistema muscular, uma vez que, em qualquer posição em que o corpo esteja, seja ela saudável ou não, os sacrificados são sempre os mesmos – os músculos.

Naturalmente o corpo, ou melhor, o cerebelo está encarregue de perceber a todo o momento a posição dos músculos e articulações e informar o cérebro sobre toda essa preciosa informação, de forma a que este adopte e estruture o próximo movimento a ser executado pelos músculos. Este controlo é feito ao milissegundo, sendo que em cada fracção deste tempo existe a constante necessidade de reagir aos movimentos do corpo, às posturas que adoptamos, à forma como nos movemos, enfim …a tudo o que implique directa e indirectamente o movimento.

Não existe movimento que executemos que não tenha sido possível graças à acção muscular.

 

Músculos e protecção do esqueleto

Toda a azáfama correspondente ao controlo dos músculos por algumas estruturas do sistema nervoso (como o cerebelo), destina-se a manter sempre a independência do meio interno, ou seja, independentemente dos movimentos que executemos os músculos têm a grande responsabilidade de compensar as alterações efectuadas por esses movimentos. Pois muitos desses movimentos causariam certamente alterações no esqueleto, de gravidade variável.

Importa, portanto, concluir que o trabalho executado pelos músculos não é apenas o movimento em si, mas também o de protecção ao esqueleto e à sua harmonia de funcionamento.

Existem inclusive músculos que têm o ingrato papel de constante protecção ao movimento, nomeadamente os músculos que revestem a coluna e todas as suas vértebras. Não existe nenhum suporte físico, ósseo, que una as vértebras entre si, pelo que a posição da coluna é mantida através de fortes ligamentos e de músculos especialmente estruturados para os efeitos.

Será sensivelmente o equivalente a termos uma pilha com 24 moedas sem nada que as una entre si. Se essas moedas sofrerem um toque é de esperar que a pilha se desmorone ao mínimo movimento, precisamente porque não existem tecidos de suporte, nomeadamente músculos.

Com a coluna a situação é semelhante. Existem tantos músculos com funções tão diversas, mas que em último caso servem todas para o mesmo, ou seja, suportar o movimento, em qualquer plano, qualquer ângulo e direcção. Nunca ninguém ficou com a coluna desmoronada por qualquer movimento efectuado, precisamente porque todo o aparato muscular impede que tal ocorra, contudo não nos enganemos …As lesões ocorrem e são de causas variadas.

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Quando surgem as lesões

Todo o controlo muscular e o equilíbrio mantido no esqueleto ocorrem pela acção muscular, pelo que quando, por qualquer razão, esta é levada ao extremo, surgem as lesões, musculares primeiro e, à posteriori, lesões ósseas. Um exemplo em concreto é o que ocorre com o alinhamento das vértebras.

A responsabilidade de manter as vértebras alinhadas pertence ao músculos, porém, com o tempo, as más posturas e muitas adaptações fazem com que a capacidade dos músculos para manter o equilíbrio saia bastante comprometida, limitando a resposta às solicitações mecânicas.

Atingido este ponto, a compensação muscular ao movimento já não se fará com a eficiência necessária, mas os movimentos continuam a ser feitos, porque afinal de contas a nossa vida continua. É um pouco aquele princípio de sacrificar a parte para manter o todo. O sistema muscular é precisamente o espelho deste princípio.

É neste ponto que começam a surgir as dores musculares em áreas chave e que nos indicam que algo não está bem. As dores alertam-nos para o cansaço muscular, para a incapacidade dos músculos em compensar os movimentos e, em simultâneo, proteger estruturas mais nobres.

Afinal de contas todo o controlo e equilíbrio do movimento efectuado pelos músculos gera enormes tensões que, não sendo aliviadas pela massagem, vão repercutir-se no desempenho muscular e, numa última fase, nos ossos. Isto porque de todos os músculos que existem no corpo humano, existe um tipo em particular os – músculo-esqueléticos -que consistem no grupo de músculos que está intimamente associado aos ossos.

Em qualquer um dos desequilíbrios aqui descritos é fácil imaginar que músculos com tensão são o primeiro passo para que ocorram alterações da postura óssea. Ainda assim, por vezes, são alterações sub-clínicas, ou seja, não existem queixas para além da dor muscular que a esmagadora maioria das pessoas entende como sendo o resultado de cansaço ou de stress.

Com efeito o cansaço e o stress são companheiros do dia-a-dia, mas nem sempre justificam as dores, sendo muitas vezes estas o sinónimo de alterações posturais. Tais alterações nas primeiras fases não obrigam a consultas ao profissional de saúde, mas com o decorrer do tempo, com o cansaço muscular a agravar-se progressivamente e com as lesões musculares a fazerem-se sentir de forma mais intensa e duradoura, é natural que aumente o desconforto posicional e postural obrigando, por vezes, à auto-medicação com analgésicos e outros medicamentos.

[Continua na página seguinte]

Ainda assim, e quando funciona, o que o analgésico faz é bloquear, através de variados mecanismos, o sinal de dor de forma a que o cérebro não o receba. Na prática esta atitude resulta no alívio da dor, não do problema, porque esse vai lá manter-se até ser efectivamente resolvido.

 

A massagem que desbloqueia os músculos

A massagem actua sobre os músculos e todo o sistema em geral. A nível muscular é possível destacar as acções ao nível dos tecidos profundos provocadas pelo estímulo mecânico da massagem que activa certos tipos de receptores nos tecidos. É, igualmente, um excelente promotor da dinâmica dos fluidos existentes no corpo, nomeadamente, da linfa, dos seus derivados e do sangue. Ao promover a dinâmica destes fluidos, a massagem promove também a optimização da micro-circulação existente ao nível das células, auxiliando imenso na remoção de detritos acumulados no espaço inter-celular.

Esta acumulação de detritos surge pelo funcionamento celular. Não existe célula que, no decurso do seu funcionamento, não produza todo o tipo de detritos. A massagem é excelente no auxílio da remoção desses mesmos detritos.

Existem muitas técnicas de massagem, cada uma das quais oferecendo determinado tipo acções e/ou efeitos sobre os tecidos, mas todas têm em comum a necessidade que o ser humano tem de alívio da dor ou da célebre “sensação de peso nas costas” .

Aliás, eu costumo até dizer que o simples facto de nos movermos é gerador, por si só, de desequilíbrio no sistema osteomuscular, isto porque quando o fazemos, fazemo-lo, regra geral, da pior forma. Actualmente, as actividades laborais não são propriamente o melhor no que à ergonomia diz respeito, o que obviamente contribui para a perpetuação de hábitos e condições com a necessária repercussão na Saúde quer no médio ou no longo prazo.

Normalmente, as condições a que sujeitamos o sistema muscular no local de trabalho são as que mais agridem os músculos, causando desequilíbrios, erros de postura e dificuldades posicionais.

A adopção de medidas e condições onde a ergonomia prevalecesse como princípio e não apenas a questão económica provavelmente contribuiria imenso a longo prazo para a prevenção de problemas osteomusculares que, como é sabido, continuam a ser uma das grandes causas de abstenção laboral, em Portugal. A conclusão é que realmente uma massagem ao final de cada dia só tem vantagens, quer psicológicas quer físicas.

[Continua na página seguinte]

Contra-indicações das massagens

Apesar de todos estes pontos positivos, há que ter em conta que a massagem tem também contra-indicações que em alguns casos são absolutas. Em circunstâncias em que haja febre, a massagem está contra-indicada, pois o acto mecânico da fricção da mão sobre os tecidos gera calor. O que no caso de febre será contraproducente.

Pessoas que sofram de doença proliferativa, tal como o cancro, será contraproducente a massagem. Porquê ? Porque o efeito optimizador da circulação sanguínea e linfática pensa-se que possa estar relacionado também com igual favorecimento da circulação de células tumorais, com consequente infiltração de outros tecidos do corpo. Alguém que tenha história de tromboflebites e/ou varizes, a massagem, aos membros inferiores não será também vantajosa.

Uma tromboflebite é uma inflamação ( a terminação em “ite” significa inflamação) de um segmento de veia que coincide com a formação de um coágulo. A massagem não é vantajosa, porque a actuação mecânica pode promover a libertação do coágulo ou parte deste abrindo sempre a possibilidade de este pedaço entrar em circulação e ir “entupir” um vaso do pulmão, por exemplo, podendo causar uma situação potencialmente fatal designada por TEP( Tromboembolismo pulmonar).

À excepção destas contra-indicações, absolutas, outras poderão surgir de acordo com o contexto clínico e historial da pessoa que desejar a massagem. Daí a necessidade cada vez mais imperiosa de a massagem ser efectuada por profissionais, assim como qualquer acto que implique tocar ou manipular uma pessoa.

Uma massagem ao final de um dia de trabalho, de más posturas e más posições evita muito desconforto no momento e muitos problemas de futuro.

 

Paulo Andrade | Especialista em Naturopatia e Osteopatia

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