O Grupo de Investigação do Cancro Digestivo (GICD) promove, pelo terceiro ano consecutivo, o dia nacional deste carcinoma o qual coloca Portugal entre os dez países com maior taxa de mortalidade por este cancro.
Assim, para o dia 30 de Setembro, sexta-feira, o GICD vai realizar uma série de iniciativas entre as quais se destacam uma conferência de imprensa evocativa do Dia Nacional, às 11 horas, na Ordem dos Médicos (OM), no Porto.
A partir das 14.30 horas, na OM do Porto, serão apresentadas e discutidas as normas de orientação clínicas para o tratamento dos doentes portadores de cancro do cólon. Neste workshop participarão membros do GICD além de um painel de reputados especialistas portugueses nesta área.
Durante todo o dia irão decorrer acções de sensibilização em Lisboa, Porto e Coimbra, no que pretende ser um alerta à população para a prevenção do cancro digestivo. Nos centros comerciais Colombo, Amoreiras, Oeiras Parques, Odivelas Parque, El Corte Inglês, Fonte Nova, Olivais Shopping, Arrábida Shopping, NorteShopping, e Coimbra Shopping estarão colocados painéis informativos de alerta à população para o cancro digestivo, com a presença de colaboradoras que irão distribuir pequenas brochuras e prestar informação aludindo aos cuidados a ter.
Com estas iniciativas o GICD espera dar um contributo para melhorar continuamente a qualidade de tratamento dos doentes, bem como elucidar a população em geral acerca desta doença e, consequentemente, contribuir para a sua prevenção.
Panorama nacional da investigação oncológica
Apesar da mortalidade a nível global ter vindo a diminuir nos últimos anos, a incidência do cancro digestivo continua a aumentar no nosso país.
Nos últimos anos tem-se vindo a verificar um aumento do investimento na investigação clínica para tratamento dos doentes portadores desta patologia, já que é a partir destes que se descobrem novos tratamentos mais eficazes.
Em Portugal, embora com conhecimentos e estruturas de nível europeu, a investigação clínica continua a ser dificultada pelos órgãos dirigentes, pelo que as terapêuticas inovadoras só chegam quando já o não são.
Esta situação cria um enorme fosso entre o que a investigação nos oferece e o que é a prática clínica corrente, tendo em atenção o aumento de incidência e a mortalidade que este tipo de cancro provoca (a taxa de sucesso fica-se pelos 35% a 40%).
As instituições têm cada vez mais dificuldade em introduzir novas terapêuticas e protocolos de investigação clínica. A redução do deficit da saúde não se compadece com estes avanços e os mecenas já eram ou não são compreendidos.
Assim, para o dia 30 de Setembro, sexta-feira, o GICD vai realizar uma série de iniciativas entre as quais se destacam uma conferência de imprensa evocativa do Dia Nacional, às 11 horas, na Ordem dos Médicos (OM), no Porto.
A partir das 14.30 horas, na OM do Porto, serão apresentadas e discutidas as normas de orientação clínicas para o tratamento dos doentes portadores de cancro do cólon. Neste workshop participarão membros do GICD além de um painel de reputados especialistas portugueses nesta área.
Durante todo o dia irão decorrer acções de sensibilização em Lisboa, Porto e Coimbra, no que pretende ser um alerta à população para a prevenção do cancro digestivo. Nos centros comerciais Colombo, Amoreiras, Oeiras Parques, Odivelas Parque, El Corte Inglês, Fonte Nova, Olivais Shopping, Arrábida Shopping, NorteShopping, e Coimbra Shopping estarão colocados painéis informativos de alerta à população para o cancro digestivo, com a presença de colaboradoras que irão distribuir pequenas brochuras e prestar informação aludindo aos cuidados a ter.
Com estas iniciativas o GICD espera dar um contributo para melhorar continuamente a qualidade de tratamento dos doentes, bem como elucidar a população em geral acerca desta doença e, consequentemente, contribuir para a sua prevenção.
Panorama nacional da investigação oncológica
Apesar da mortalidade a nível global ter vindo a diminuir nos últimos anos, a incidência do cancro digestivo continua a aumentar no nosso país.
Nos últimos anos tem-se vindo a verificar um aumento do investimento na investigação clínica para tratamento dos doentes portadores desta patologia, já que é a partir destes que se descobrem novos tratamentos mais eficazes.
Em Portugal, embora com conhecimentos e estruturas de nível europeu, a investigação clínica continua a ser dificultada pelos órgãos dirigentes, pelo que as terapêuticas inovadoras só chegam quando já o não são.
Esta situação cria um enorme fosso entre o que a investigação nos oferece e o que é a prática clínica corrente, tendo em atenção o aumento de incidência e a mortalidade que este tipo de cancro provoca (a taxa de sucesso fica-se pelos 35% a 40%).
As instituições têm cada vez mais dificuldade em introduzir novas terapêuticas e protocolos de investigação clínica. A redução do deficit da saúde não se compadece com estes avanços e os mecenas já eram ou não são compreendidos.