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Tabaco » Porque vale a pena deixar de fumar

4 Julho, 2007 0

O desenvolvimento industrial aumentou o conhecimento e a possibilidade de utilização de um número cada vez maior de substâncias químicas. Actualmente, são conhecidas cerca de seis milhões de substâncias químicas, das quais aproximadamente 100 000 são de uso corrente. São utilizadas em quase todas as actividades e presentes quer nas nossas casas, quer nos locais de trabalho.

O conhecimento dos riscos inerentes à utilização de cada produto permite adaptar a melhor estratégia de prevenção, que pode passar por anular o risco (substituir por outro produto), evitar o contacto (através de equipamento de protecção) ou diagnosticar o mais precocemente possível qualquer alteração previsível do estado de saúde.

Existe apenas um aglomerado de produtos químicos (aproximadamente 4000), elaborado para consumo, legal, com interesse económico elevado, e que acarreta consigo vários problemas de saúde, mesmo com um consumo “normal”.

Vamos falar do tabaco…

Apesar do maior conhecimento dos seus efeitos nocivos, continua a ser responsável por 13500 mortes/dia.

As doenças e os efeitos relacionados com o tabaco são bem conhecidos de todos (políticos, profissionais de saúde e consumidores) e passam por:

pele seca, queda de cabelo e aparecimento de rugas precocemente; cataratas e glaucoma; bronquite crónica, enfisema e aumento de seis vezes do risco de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica); disfunção sexual; osteoporose; doença vascular periférica, arteriosclerose, aumento de duas vezes do risco de doença coronária e de cinco vezes de EAM (Enfarte Agudo do Miocárdio); AVC (Acidente Vascular Cerebral). O tabaco concorre ainda para o aumento de duas vezes do risco de desenvolver cancro, nomeadamente da boca, faringe, laringe, traqueia, pulmão (neste caso aumento de dez vezes), estômago, colo do útero, pâncreas, bexiga e rim.

O risco de desenvolvimento destas patologias aumenta com a carga tabágica do indivíduo. Esta é calculada em UMA (Unidade Maço Ano), sendo que uma unidade equivale a fumar um maço (20 cigarros), por dia, durante um ano. Por exemplo, quem fuma dois maços de cigarros durante um período de quinze anos terá uma carga tabágica de 30 UMA. O risco aumenta consideravelmente a partir das 10 UMA.

Apesar dos interesses económicos que ainda sustentam a indústria do tabaco vale a pena reter estas ideias:

Todas as pessoas conseguem deixar de fumar, por mais dependentes que sejam, desde que estejam motivadas para tal, existindo terapêutica de substituição com pastilhas, adesivos, inaladores e outros fármacos e consultas médicas de acompanhamento;

Vale a pena tentar porque volta a adquirir uma respiração normal, o sabor e o cheiro da comida, o fim da dependência e do cheiro a tabaco, o prazer de ter uma saúde melhor, de contribuir para uma boa atmosfera, não prejudicar a saúde dos outros (nomeadamente das crianças) e o dinheiro que poupa para gastar em algo que lhe dê prazer.

O conhecimento dos riscos inerentes à utilização de cada produto permite adaptar a melhor estratégia de prevenção, que pode passar por anular o risco (substituir por outro produto), evitar o contacto (através de equipamento de protecção) ou diagnosticar o mais precocemente possível qualquer alteração previsível do estado de saúde.

Existe apenas um aglomerado de produtos químicos (aproximadamente 4000), elaborado para consumo, legal, com interesse económico elevado, e que acarreta consigo vários problemas de saúde, mesmo com um consumo “normal”.

Vamos falar do tabaco…

Apesar do maior conhecimento dos seus efeitos nocivos, continua a ser responsável por 13500 mortes/dia.

As doenças e os efeitos relacionados com o tabaco são bem conhecidos de todos (políticos, profissionais de saúde e consumidores) e passam por:

pele seca, queda de cabelo e aparecimento de rugas precocemente; cataratas e glaucoma; bronquite crónica, enfisema e aumento de seis vezes do risco de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica); disfunção sexual; osteoporose; doença vascular periférica, arteriosclerose, aumento de duas vezes do risco de doença coronária e de cinco vezes de EAM (Enfarte Agudo do Miocárdio); AVC (Acidente Vascular Cerebral). O tabaco concorre ainda para o aumento de duas vezes do risco de desenvolver cancro, nomeadamente da boca, faringe, laringe, traqueia, pulmão (neste caso aumento de dez vezes), estômago, colo do útero, pâncreas, bexiga e rim.

O risco de desenvolvimento destas patologias aumenta com a carga tabágica do indivíduo. Esta é calculada em UMA (Unidade Maço Ano), sendo que uma unidade equivale a fumar um maço (20 cigarros), por dia, durante um ano. Por exemplo, quem fuma dois maços de cigarros durante um período de quinze anos terá uma carga tabágica de 30 UMA. O risco aumenta consideravelmente a partir das 10 UMA.

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