Peles sensíveis: Sempre que brilha o Sol…
…todo o cuidado é pouco. Fonte de alegria, de equilíbrio e bem-estar, o Sol pode desencadear alergias em alguns tipos de pele, que ficam avermelhadas, empoladas e um poço de comichão. Solução: cuidados redobrados perante o Astro-Rei.
Portugal é um país bafejado pelo clima temperado e solarengo, logo que a Primavera se impõe no calendário. E ao longo da extensa orla costeira, entre rios e oceano, o calor do Sol ainda apetece mais. É a luz que aquece a alma, a intensidade que atiça a pele, o dia que inunda de bem-estar noite dentro, para além de um elixir para os ossos e para o equilíbrio orgânico.
Mas tudo tem limites. Os abusos acarretam sempre dissabores. Uma exposição excessiva ao Sol acelera o envelhecimento cutâneo e pode mesmo desenvolver cancro de pele.
Claro que as peles variam e as mais escuras são mais resistentes, contrastando num caso extremo com os albinos, que, não possuindo melanina – a substância responsável pela pigmentação da pele e que a protege, absorvendo a energia dos raios ultravioleta e impedindo que penetrem mais profundamente nos tecidos -, têm a pele mais frágil. Existem ainda peles particularmente sensíveis ao Sol e mesmo uma reduzida exposição é sinónimo de desconforto – são fotossensíveis e reagem ao Sol com vermelhidão, irritação e formação de bolhas e pequenas úlceras.
Minimizar o risco…
A erupção polimorfa solar é a alergia mais comum, que se caracteriza por uma erupção cutânea pruriginosa, com a pele vermelha e com borbulhas, nas zonas expostas ao sol.
Superar a situação impõe dois ou três dias de sombra e, muitas vezes, um medicamento que alivie a comichão.
A Primavera é a época crítica, pois ao longo do Verão a pele acaba por ganhar resistência.
Já a erupção fotoalérgica resulta da combinação dos raios solares com os químicos incluídos em determinados produtos de higiene ou cosmética.
…maximizar a protecção
Se a protecção deve ser um cuidado de todos, as pessoas com fotossensibilidade devem ter cuidados adicionais, que passam em primeiro lugar por uma exposição gradual e evitando sempre as horas em que a radiação ultra-violeta é mais intensa (das 11 às 16h), seja no campo, na cidade ou na praia. O vestuário deve proteger braços e pernas, incluindo um chapéu que dê sombra ao rosto e óculos de sol sendo que os lábios devem estar sempre protegidos com batom específico.
Portugal é um país bafejado pelo clima temperado e solarengo, logo que a Primavera se impõe no calendário. E ao longo da extensa orla costeira, entre rios e oceano, o calor do Sol ainda apetece mais. É a luz que aquece a alma, a intensidade que atiça a pele, o dia que inunda de bem-estar noite dentro, para além de um elixir para os ossos e para o equilíbrio orgânico.
Mas tudo tem limites. Os abusos acarretam sempre dissabores. Uma exposição excessiva ao Sol acelera o envelhecimento cutâneo e pode mesmo desenvolver cancro de pele.
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