Rótulos enganosos nos protectores solares » Comissão Europeia quer tudo mais simples e compreensível
A Comissão Europeia anunciou hoje em Bruxelas a intenção de melhorar o sistema de rotulagem dos protectores solares, tornando-o mais simples e compreensível e eliminando indicações «enganosas», tais como «protecção total», noticia a Lusa.
«Os cidadãos da União Europeia devem ser plenamente informados dos benefícios e limitações dos protectores solares», comentou o comissário europeu responsável pela Saúde e Defesa do Consumidor, Markos Kyprianou, por ocasião do lançamento de uma consulta pública sobre o sistema de rotulagem, promovida pelo executivo.
Bruxelas considera que o actual sistema «acusa algumas deficiências», dado não existir um método de ensaio uniforme utilizado por todos os fabricantes, utilizando cada qual o seu próprio método para medir e indicar o índice de protecção e recorrendo a indicações como «protecção de largo espectro», «espectro de absorção UVA/UVB extra largo» ou «protecção total para bebés».
A Comissão defende que indicações como estas podem dar uma «impressão enganosa», pois não existe nenhum protector solar que proteja a 100 por cento contra as radiações UV perigosas.
Em comunicado, a Comissão sublinha que o chamado factor de protecção solar (SPF) actua sobretudo contra as radiações UVB, que causam queimaduras solares, mas não relativamente às radiações UVA, que contribuem para agravar o risco de cancro da pele e envelhecimento da pele.
Bruxelas pretende, no seguimento da consulta pública agora lançada, que os fabricantes utilizem métodos de ensaio normalizados, nomeadamente relativamente à protecção contra as radiações UVA, e que apliquem um sistema de rotulagem uniforme, simples e compreensível, que contenha também instruções claras sobre como utilizar correctamente o produto.
O novo sistema de rotulagem a ser acordado com a indústria não entrará todavia em vigor antes de 2007, e com a época balnear de 2006 à porta a Comissão recomenda aos consumidores que escolham ainda assim protectores contra radiações UVA e UVB, mas tendo em conta que estes produtos são «apenas uma entre várias medidas de protecção» contra as radiações solares perigosas.
«Os cidadãos da União Europeia devem ser plenamente informados dos benefícios e limitações dos protectores solares», comentou o comissário europeu responsável pela Saúde e Defesa do Consumidor, Markos Kyprianou, por ocasião do lançamento de uma consulta pública sobre o sistema de rotulagem, promovida pelo executivo.
Bruxelas considera que o actual sistema «acusa algumas deficiências», dado não existir um método de ensaio uniforme utilizado por todos os fabricantes, utilizando cada qual o seu próprio método para medir e indicar o índice de protecção e recorrendo a indicações como «protecção de largo espectro», «espectro de absorção UVA/UVB extra largo» ou «protecção total para bebés».
A Comissão defende que indicações como estas podem dar uma «impressão enganosa», pois não existe nenhum protector solar que proteja a 100 por cento contra as radiações UV perigosas.
Em comunicado, a Comissão sublinha que o chamado factor de protecção solar (SPF) actua sobretudo contra as radiações UVB, que causam queimaduras solares, mas não relativamente às radiações UVA, que contribuem para agravar o risco de cancro da pele e envelhecimento da pele.
Bruxelas pretende, no seguimento da consulta pública agora lançada, que os fabricantes utilizem métodos de ensaio normalizados, nomeadamente relativamente à protecção contra as radiações UVA, e que apliquem um sistema de rotulagem uniforme, simples e compreensível, que contenha também instruções claras sobre como utilizar correctamente o produto.
O novo sistema de rotulagem a ser acordado com a indústria não entrará todavia em vigor antes de 2007, e com a época balnear de 2006 à porta a Comissão recomenda aos consumidores que escolham ainda assim protectores contra radiações UVA e UVB, mas tendo em conta que estes produtos são «apenas uma entre várias medidas de protecção» contra as radiações solares perigosas.
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