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Figuras públicas defendem uma causa

1 Maio, 2005 0

O Kioske da Mulher esteve mais uma vez disponível à população. Desta vez, numa iniciativa destinada às mulheres numa data a todas elas dedicada. Algumas figuras públicas apoiaram uma acção que abrangeu, também, rastreios à osteoporose.

«Sentir-se bonita, manter-se saudável por dentro e por fora em qualquer idade, só depende de si» foi a principal mensagem transmitida numa campanha especialmente dirigida às portuguesas no Dia Internacional da Mulher.

A dita mensagem referia-se a uma doença sobejamente frequente na menopausa, a osteoporose. É importante não esquecer que com o aumento da esperança de vida aumentaram as terapêuticas para que a mulher ultrapasse da melhor forma esta fase da vida. Por isso, há que tratar a osteoporose como uma flor!

Simone de Oliveira, Helena Isabel e Sílvia Rizzo defenderam esta causa.

A iniciativa, que contou com o apoio da Merck Sharp & Dohme (MSD), objectivou, sobretudo, sensibilizar as mulheres para uma vida saudável. Uma das formas escolhidas foi através do Kioske da Mulher (KM).

Refira-se que o KM é um centro de informação multimédia para a educação e promoção da saúde da mulher, criado pela Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG) e pela Sociedade Portuguesa de Menopausa (SPM), em colaboração com a MSD.

O Kioske da Mulher esteve disponí-vel para o público durante o dia 8 de Março, entre as 10.00 h e as 22.00 h, no GaiaShopping, no CoimbraShopping, no Centro Colombo e no Centro Vasco da Gama.

Além de poderem consultar o Kioske da Mulher, todas as interessadas tiveram a oportunidade de efectuar uma densitometria óssea – rastreio que permite avaliar o risco de osteoporose.

Expectativas superadas

A acção superou todas as expectativas: os técnicos de diagnóstico não tiveram tréguas e foi muita a curiosidade pelo KM. A Medicina & Saúde quis saber a opinião de algumas portuguesas…

Maria Glenda, de 47 anos, interrompeu os seus afazeres para pesquisar no Kioske da Mulher. Aproveitou e fez o rastreio, cujo resultado do nível de osteoporose foi mínimo.

«É uma iniciativa óptima, porque dá a motivação suficiente para consultarmos o nosso médico. Só julgo que devia acontecer mais vezes», referiu esta moradora em Alverca.

Maria Isabel Centeno é lisboeta, tem 66 anos e também apresenta um risco mínimo de vir a sofrer desta doença. Isto porque, nas suas palavras, «faço densitometrias de dois em dois anos e tomo precauções».

Ainda segundo Maria Isabel, «como muitas mulheres ainda não estão muito sensibilizadas para certas doenças, aparelhos como o Kioske da Mulher deveriam estar disponíveis muitas mais vezes».

Já Maria Esmeralda Vitorino não tem a mesma sorte que Maria Isabel e Maria Glenda. Apresenta um risco médio de vir a ser afectada pela doença que enfraquece os ossos.

«Não foi a primeira densitometria que fiz», referiu esta residente em Vila Franca de Xira, de 67 anos, que considera «os rastreios essenciais para a detecção precoce de uma patologia. Neste dia acho que deveria ter havido despiste da diabetes e do colesterol».

«O Kioske da Mulher é um instrumento muito útil e as informações que dispõe são muito explícitas e ajudam a obter informações acerca de muitas doenças», mencionou Joaquina Mendes, de Sacavém. Esta mulher de 60 anos confessou ir raramente às consultas clínicas. Porém, como acusou um risco médio de osteoporose na densitometria que efectuou, revelou que em breve irá «visitar» o seu médico.

«Vim às compras e ouvi falar nos rastreios e quando me despachei vim logo para aqui», disse Júlia Henriques, que há dois anos fez o mesmo rastreio. O resultado desta habitante de Moscavide, de 82 anos, foi igual ao de Joaquina Mendes. Porém, Júlia consulta regularmente o seu médico. Além disso, «usa e abusa» dos produtos alimentares ricos em cálcio.

Maria Isabel Gomes Leal partilha a mesma localidade de Júlia Henriques, mas não a ausência de osteoporose. «Um dia dei uma queda e imediatamente parti um pulso. Agora, quando for à minha médica vou mostrar o resultado deste rastreio e espero que me aconselhe, embora seja pouco receptiva», apontou Maria Gomes Leal, de 75 anos.

Em relação ao KM, disse: «Esta iniciativa é de louvar porque nos facilita a vida, já que obtemos muitas informações.»

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