O brilho do sol não é igual para todos
“Em dois terços dos casos, o melanoma surge de novo, em pele aparentemente sã, sobretudo em área de pele sujeita a queimaduras solares há anos atrás”, explica Osvaldo Correia. Numa fase muito precoce, a taxa de cura é bastante elevada. Mas se detectado tardiamente, a taxa de mortalidade, aos cinco e dez anos, é elevada. “Faça o seu auto exame periódico da pele de dois em dois meses e, se persistirem dúvidas, consulte o seu médico e, idealmente, o seu dermatologista”, explica o secretário-geral da APCC.
À flor da pele…
A tolerância da pele à radiação ultravioleta da luz solar varia muito de indivíduo para indivíduo. As pessoas de pele clara, loiras e sardentas toleram pouco o sol, ao contrário dos indivíduos de pele escura ou negra.
Em caso de dúvida sobre os horários mais convenientes para estar ao sol, siga a regra da sombra, explicada pelo Dr. João Abel Amaro, director de serviço de Dermatologia do IPO de Lisboa.
Quando a sombra que projectamos no chão (nós ou objectos) é inferior à nossa altura, o risco de queimadura é muito elevado e isso significa que estamos no horário vermelho. Quando a sombra é equivalente à altura, o risco é intermédio e significa que estamos no horário laranja. Por último, se a sombra que projectamos é o dobro da nossa altura, ou maior, o risco é mínimo e estamos no horário verde.
Para mais informações, consulte www.jornaldocentrodesaúde.pt e www.apcc.online.pt (site da APCC)
“Se detectado numa fase precoce, a taxa de cura do melanoma é bastante elevada”
Jornal Centro Saúde
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