PãoVida, leite, fruta e cereais são a base do pequeno-almoço mais adequado para evitar a hipertensão. Estas escolhas foram apresentadas hoje pela Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH), na Assembleia da República, em Lisboa, junto da Comissão Parlamentar para a Saúde através de uma mesa de alimentos salutares que se devem privilegiar ao pequeno-almoço.
Esta iniciativa contou com a presença da Maria de Belém, presidente da Comissão Parlamentar para a Saúde e com Miguel Ginestal, presidente da Subcomissão da Agricultura, Florestas, Desenvolvimento Rural e Pescas.
As nutricionistas Cláudia Silva e Raquel Silva justificaram as opções alimentares da primeira refeição da manhã.
O PãoVida tem como principal característica a diminuição dos níveis de sal e resulta da mistura de três tipos de farinha – trigo, integral e centeio – que lhe confere uma grande riqueza do ponto de vista nutricional, beneficiando de um decréscimo de 25 por cento de teor de sal.
A criação deste pão insere-se num projecto de alimentação saudável entre a Associação de Industriais de Panificação, Pastelaria e Similares do Norte e a Sociedade Portuguesa de Hipertensão.
Este novo tipo de pão estará brevemente disponível em todo o país.
Menos sal, mais saúde
Luís Martins afirma que “é urgente reduzir o consumo de sal em Portugal, através de um alerta de saúde pública com o objectivo de prevenir o desenvolvimento da doença hipertensiva e outras patologias que possam surgir com o consumo excessivo de sal.
Uma medida relevante é a criação de um “pão do coração”, um pão sem sal, como o PãoVida, bem como um maior controlo nas padarias relativamente ao sal colocado no pão”.
Outra medida é o labelling, isto é, rotular de forma visível os produtos em causa com a denominação de “salgado” ou “muito salgado”.
Esta medida de rotulagem já foi implementada na Austrália e na Finlândia, a Irlanda está também a considerar implementar esta solução e Inglaterra está a tentar obter uma redução de sal através de uma coordenação com a indústria alimentar.
Para discutir a temática do excesso de sal, a Sociedade Portuguesa de Hipertensão e a Universidade Fernando Pessoa estão ainda a organizar uma Reunião Internacional com a abordagem “Consumo de sal, hipertensão arterial e AVC” que se irá realizar a 5 de Dezembro no Porto.
Já estão confirmados 8 dos maiores cientistas europeus nesta matéria e que têm liderado esta luta contra o sal nos seus países.
De acordo com os dados nacionais mais recentes, 1 em cada 3 portugueses adultos sofrem de hipertensão arterial.
Este “assassino silencioso” causa danos graves no organismo e um terço dos doentes só descobrem o seu problema após uma doença grave.
A hipertensão não controlada é a causa mais frequente de Acidente Vascular Cerebral, primeira causa de morte em Portugal.
Sobre a Sociedade Portuguesa de Hipertensão
A Sociedade Portuguesa de Hipertensão foi fundada em Julho de 2004, por um grupo de pessoas que estavam agregadas à extinta associação Portuguesa de Hipertensão que fazia parte da Sociedade Portuguesa de Cardiologia.
A crescente prevalência da Hipertensão Arterial e a necessidade de alertar a população para os riscos e para a prevenção da hipertensão motivou a fundação desta sociedade.
O factor que mais contribuiu para a criação desta sociedade como uma sociedade independente da Sociedade de Cardiologia foi o facto da hipertensão arterial ser uma doença transversal a várias especialidades médicas, diz respeito aos clínicos gerais, aos cardiologistas, internistas, nefrologistas e também endocrinologistas.
A criação desta entidade surge também da necessidade de representar Portugal nas reuniões das Sociedades de Hipertensão de outros países.
Um dos objectivos da Sociedade de Hipertensão é alertar as entidades para conseguir a redução da quantidade de sal no pão.
Outras iniciativas passam pela criação de cursos sobre hipertensão para clínicos gerais e outros técnicos de saúde ligados à patologia.
Esta iniciativa contou com a presença da Maria de Belém, presidente da Comissão Parlamentar para a Saúde e com Miguel Ginestal, presidente da Subcomissão da Agricultura, Florestas, Desenvolvimento Rural e Pescas.
As nutricionistas Cláudia Silva e Raquel Silva justificaram as opções alimentares da primeira refeição da manhã.
O PãoVida tem como principal característica a diminuição dos níveis de sal e resulta da mistura de três tipos de farinha – trigo, integral e centeio – que lhe confere uma grande riqueza do ponto de vista nutricional, beneficiando de um decréscimo de 25 por cento de teor de sal.
A criação deste pão insere-se num projecto de alimentação saudável entre a Associação de Industriais de Panificação, Pastelaria e Similares do Norte e a Sociedade Portuguesa de Hipertensão.
Este novo tipo de pão estará brevemente disponível em todo o país.
Menos sal, mais saúde
Luís Martins afirma que “é urgente reduzir o consumo de sal em Portugal, através de um alerta de saúde pública com o objectivo de prevenir o desenvolvimento da doença hipertensiva e outras patologias que possam surgir com o consumo excessivo de sal.
Uma medida relevante é a criação de um “pão do coração”, um pão sem sal, como o PãoVida, bem como um maior controlo nas padarias relativamente ao sal colocado no pão”.
Outra medida é o labelling, isto é, rotular de forma visível os produtos em causa com a denominação de “salgado” ou “muito salgado”.
Esta medida de rotulagem já foi implementada na Austrália e na Finlândia, a Irlanda está também a considerar implementar esta solução e Inglaterra está a tentar obter uma redução de sal através de uma coordenação com a indústria alimentar.
Para discutir a temática do excesso de sal, a Sociedade Portuguesa de Hipertensão e a Universidade Fernando Pessoa estão ainda a organizar uma Reunião Internacional com a abordagem “Consumo de sal, hipertensão arterial e AVC” que se irá realizar a 5 de Dezembro no Porto.
Já estão confirmados 8 dos maiores cientistas europeus nesta matéria e que têm liderado esta luta contra o sal nos seus países.
De acordo com os dados nacionais mais recentes, 1 em cada 3 portugueses adultos sofrem de hipertensão arterial.
Este “assassino silencioso” causa danos graves no organismo e um terço dos doentes só descobrem o seu problema após uma doença grave.
A hipertensão não controlada é a causa mais frequente de Acidente Vascular Cerebral, primeira causa de morte em Portugal.
Sobre a Sociedade Portuguesa de Hipertensão
A Sociedade Portuguesa de Hipertensão foi fundada em Julho de 2004, por um grupo de pessoas que estavam agregadas à extinta associação Portuguesa de Hipertensão que fazia parte da Sociedade Portuguesa de Cardiologia.
A crescente prevalência da Hipertensão Arterial e a necessidade de alertar a população para os riscos e para a prevenção da hipertensão motivou a fundação desta sociedade.
O factor que mais contribuiu para a criação desta sociedade como uma sociedade independente da Sociedade de Cardiologia foi o facto da hipertensão arterial ser uma doença transversal a várias especialidades médicas, diz respeito aos clínicos gerais, aos cardiologistas, internistas, nefrologistas e também endocrinologistas.
A criação desta entidade surge também da necessidade de representar Portugal nas reuniões das Sociedades de Hipertensão de outros países.
Um dos objectivos da Sociedade de Hipertensão é alertar as entidades para conseguir a redução da quantidade de sal no pão.
Outras iniciativas passam pela criação de cursos sobre hipertensão para clínicos gerais e outros técnicos de saúde ligados à patologia.