Dois biliões de pessoas foram afectadas por catástrofes nos últimos dez anos. Desde os anos 70 do século XX, as catástrofes acontecem três vezes mais do que nos anos precedentes e têm consequências muito mais graves. Partindo destas estatísticas, a Cruz Vermelha Portuguesa mantém aberto um Fundo de Emergência, aplicado em casos de terramotos, tempestades, pandemias, incêndios, cheias, ataques terroristas, tsunamis, vagas de frio ou calor, acidentes ferroviários, deslizamento de terras, entre outras catástrofes.
A Magnética Magazine, revista digital que já conta com três edições mensais, propriedade da editora Edit.Set.Go!, decidiu apoiar este Fundo lançando uma campanha de responsabilidade social apadrinhada pela cantora e compositora Rita Redshoes.
E porquê a Cruz Vermelha? Para Rita Redshoes e para os responsáveis da revista online, a credibilidade que a instituição lhes transmite foi fundamental no momento da decisão. Sendo “Vermelho” o tema central da edição de Fevereiro, por se tratar do mês da paixão e do romantismo, a simbiose foi perfeita. Numa reportagem de 12 páginas virtuais dedicada à causa, Rita Redshoes justificou a sua disponibilidade: “Há um sentimento de união neste tipo de causas. Tudo o que ponha em risco a condição, a segurança e a estabilidade humanas são coisas que me despertam.” Na sua opinião, existe sempre uma forma possível de ajudar: “Participar ou dar a cara por uma causa como esta é precisamente aquilo em que eu posso contribuir.”
Na mesma reportagem, Luís Barbosa, o actual presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, declara que os últimos meses de crise económica vieram reforçar as necessidades da instituição: “temos mais trabalho e maiores necessidades de intervenção.” Para Luís Barbosa, apoiar o Fundo de Emergência deve constituir um esforço diário: “Sempre que nos pedem auxílio, a intervenção tem que ser imediata e nós temos que ter reservas para poder ajudar as pessoas. É necessário, por exemplo, termos cobertores e colchões para os sem-abrigo. Quando houve o terramoto do Paquistão, muitas pessoas ficaram nas montanhas, sem abrigo e com muito frio, e nós conseguimos enviar 15.000 cobertores”, exemplifica.
Como contribuir
A contribuição é simples: basta ligar até 31 de Março para o número 760 302 304. Cada chamada custa apenas 0,60 cêntimos + IVA, 0,57 dos quais revertem para o Fundo de Emergência, uma ajuda monetária que pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas. Quem sabe até na sua.
Sobre o Fundo de Emergência
Através deste fundo, a Cruz Vermelha Portuguesa pretende:
– Efectuar campanhas de sensibilização;
– Treinar pessoal especializado;
– Adquirir equipamento especializado, como unidades móveis de telecomunicações ou hospitais de campanha;
– Criar stocks de artigos de subsistência, incluindo alimentos, água, medicamentos, tendas, cobertores e vestuário, entre outras tantas acções de prevenção.
Só assim, a Cruz Vermelha Portuguesa poderá estar apta a:
– Distribuir alimentação adequada;
– Fornecer água potável, erigir sistemas de higiene e saneamento básico e abrigo temporário;
– Prestar cuidados médicos, incluindo apoio psicológico, nas horas imediatamente a seguir à ocorrência de uma catástrofe;
– Dar o apoio necessário na reabilitação das pessoas afectadas, depois da situação de perigo estar controlada.
A Magnética Magazine, revista digital que já conta com três edições mensais, propriedade da editora Edit.Set.Go!, decidiu apoiar este Fundo lançando uma campanha de responsabilidade social apadrinhada pela cantora e compositora Rita Redshoes.
E porquê a Cruz Vermelha? Para Rita Redshoes e para os responsáveis da revista online, a credibilidade que a instituição lhes transmite foi fundamental no momento da decisão. Sendo “Vermelho” o tema central da edição de Fevereiro, por se tratar do mês da paixão e do romantismo, a simbiose foi perfeita. Numa reportagem de 12 páginas virtuais dedicada à causa, Rita Redshoes justificou a sua disponibilidade: “Há um sentimento de união neste tipo de causas. Tudo o que ponha em risco a condição, a segurança e a estabilidade humanas são coisas que me despertam.” Na sua opinião, existe sempre uma forma possível de ajudar: “Participar ou dar a cara por uma causa como esta é precisamente aquilo em que eu posso contribuir.”
Na mesma reportagem, Luís Barbosa, o actual presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, declara que os últimos meses de crise económica vieram reforçar as necessidades da instituição: “temos mais trabalho e maiores necessidades de intervenção.” Para Luís Barbosa, apoiar o Fundo de Emergência deve constituir um esforço diário: “Sempre que nos pedem auxílio, a intervenção tem que ser imediata e nós temos que ter reservas para poder ajudar as pessoas. É necessário, por exemplo, termos cobertores e colchões para os sem-abrigo. Quando houve o terramoto do Paquistão, muitas pessoas ficaram nas montanhas, sem abrigo e com muito frio, e nós conseguimos enviar 15.000 cobertores”, exemplifica.
Como contribuir
A contribuição é simples: basta ligar até 31 de Março para o número 760 302 304. Cada chamada custa apenas 0,60 cêntimos + IVA, 0,57 dos quais revertem para o Fundo de Emergência, uma ajuda monetária que pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas. Quem sabe até na sua.
Sobre o Fundo de Emergência
Através deste fundo, a Cruz Vermelha Portuguesa pretende:
– Efectuar campanhas de sensibilização;
– Treinar pessoal especializado;
– Adquirir equipamento especializado, como unidades móveis de telecomunicações ou hospitais de campanha;
– Criar stocks de artigos de subsistência, incluindo alimentos, água, medicamentos, tendas, cobertores e vestuário, entre outras tantas acções de prevenção.
Só assim, a Cruz Vermelha Portuguesa poderá estar apta a:
– Distribuir alimentação adequada;
– Fornecer água potável, erigir sistemas de higiene e saneamento básico e abrigo temporário;
– Prestar cuidados médicos, incluindo apoio psicológico, nas horas imediatamente a seguir à ocorrência de uma catástrofe;
– Dar o apoio necessário na reabilitação das pessoas afectadas, depois da situação de perigo estar controlada.