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Reforçar defesas

Vitaminas e sais minerais são nutrientes indispensáveis para o reforço do sistema imunitário, sobretudo quando fragilizado pela idade. Retirados dos alimentos ou em suplementos, ajudam na prevenção e no combate às constipações e gripes.

Diz-se que as sociedades actuais estão a envelhecer e assim é, por via do aumento da esperança de vida. Mas esse envelhecimento não corresponde, necessariamente, a uma diminuição da qualidade de vida, sendo cada vez mais as pessoas idosas que recusam render-se ao peso da idade.

Vivem mais anos e querem vivê-los melhor, adoptando estilos de vida saudáveis. Mas a idade reflecte-se inevitavelmente no organismo: sem que isso signifique doença e limitação, a verdade é que há um abrandamento das funções orgânicas, exigindo uma adaptação dos comportamentos.

Assim acontece com o metabolismo, o mecanismo através do qual os nutrientes fornecidos pelos alimentos são transformados em energia e outros componentes indispensáveis à formação, reparação e funcionamento de órgãos e sistemas.

Dá-se uma redução desses processos, bem como uma diminuição da absorção intestinal de determinados nutrientes.

E é aqui que reside um dos desafios que se colocam às pessoas idosas em matéria de alimentação: é que tendem a comer menos, reduzindo, nomeadamente, o consumo de alimentos que fornecem vitaminas e sais minerais, quando, de facto, têm mais necessidade deles.

Uma menor ingestão de cálcio, por exemplo, tem consequências nefastas ao nível da massa óssea, contribuindo para o desenvolvimento da osteoporose.

Já a carência de vitamina D pode reflectir-se a nível neurológico, com efeitos na memória e na capacidade de reacção.

Dada esta vulnerabilidade, a alimentação na terceira idade não deve descurar os alimentos que contêm vitaminas e sais minerais: são eles, sobretudo, as frutas e os vegetais.

E se a ingestão for insuficiente pode revelar-se adequada a toma de suplementos especialmente formulados para adultos com mais de 50 anos.

De uma forma ou de outra, os benefícios são visíveis na protecção do sistema imunitário, importante nesta altura do ano propícia a infecções do sistema respiratório como a constipação e a gripe. Sabendo, como se sabe, que os idosos constituem um grupo de risco face a estes vírus, nunca é demais reforçar as defesas do organismo.

Viver com saúde os anos conquistados é um dos grandes desafios que as sociedades actuais enfrentam, mas é um desafio realista e alcançável com ferramentas que a ciência coloca ao dispor de todas as idades, incluindo a terceira.

Diz-se que as sociedades actuais estão a envelhecer e assim é, por via do aumento da esperança de vida. Mas esse envelhecimento não corresponde, necessariamente, a uma diminuição da qualidade de vida, sendo cada vez mais as pessoas idosas que recusam render-se ao peso da idade.

Vivem mais anos e querem vivê-los melhor, adoptando estilos de vida saudáveis. Mas a idade reflecte-se inevitavelmente no organismo: sem que isso signifique doença e limitação, a verdade é que há um abrandamento das funções orgânicas, exigindo uma adaptação dos comportamentos.

Assim acontece com o metabolismo, o mecanismo através do qual os nutrientes fornecidos pelos alimentos são transformados em energia e outros componentes indispensáveis à formação, reparação e funcionamento de órgãos e sistemas.

Dá-se uma redução desses processos, bem como uma diminuição da absorção intestinal de determinados nutrientes.

E é aqui que reside um dos desafios que se colocam às pessoas idosas em matéria de alimentação: é que tendem a comer menos, reduzindo, nomeadamente, o consumo de alimentos que fornecem vitaminas e sais minerais, quando, de facto, têm mais necessidade deles.

Uma menor ingestão de cálcio, por exemplo, tem consequências nefastas ao nível da massa óssea, contribuindo para o desenvolvimento da osteoporose.

Já a carência de vitamina D pode reflectir-se a nível neurológico, com efeitos na memória e na capacidade de reacção.

Dada esta vulnerabilidade, a alimentação na terceira idade não deve descurar os alimentos que contêm vitaminas e sais minerais: são eles, sobretudo, as frutas e os vegetais.

E se a ingestão for insuficiente pode revelar-se adequada a toma de suplementos especialmente formulados para adultos com mais de 50 anos.

De uma forma ou de outra, os benefícios são visíveis na protecção do sistema imunitário, importante nesta altura do ano propícia a infecções do sistema respiratório como a constipação e a gripe. Sabendo, como se sabe, que os idosos constituem um grupo de risco face a estes vírus, nunca é demais reforçar as defesas do organismo.

Viver com saúde os anos conquistados é um dos grandes desafios que as sociedades actuais enfrentam, mas é um desafio realista e alcançável com ferramentas que a ciência coloca ao dispor de todas as idades, incluindo a terceira.

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