Nas últimas décadas, o comportamento natural, de procurar a sombra nas horas de maior intensidade da radiação solar, foi substituído pela exposição ao sol, deliberada e excessiva, com o intuito de obter uma tonalidade bronzeada.
A consequência imediata foi o aumento do número de queimaduras solares. E só alguns anos mais tarde começaram a surgir as principais consequências: envelhecimento prematuro da pele e, sobretudo, o aumento marcado da incidência de vários tipos de cancro da pele.
Fotoprotecção não é sinónimo de protector solar, sendo antes um conceito mais abrangente que engloba os cuidados e comportamentos adequados para evitar as consequências negativas da exposição à radiação ultravioleta (RUV).
A fotoprotecção também não se restringe aos cuidados na praia ou na piscina, mas em todas as actividades em que, por motivos profissionais, desportivos, de lazer, etc., estamos expostos ao sol.
Algumas características pessoais como a cor do cabelo (ruivo, loiro), da pele (clara, com sardas) e dos olhos (azuis) permitem identificar pessoas com menos protecção natural em relação aos raios UV e maior risco de desenvolverem queimadura e/ou cancro da pele. A existência de muitos sinais na pele é também motivo para respeitar e reforçar todas as regras de fotoprotecção;
As crianças até aos dois anos não devem ser expostas directamente ao sol. Na eventualidade de irem à praia devem usar vestuário adequado que cubra a maior extensão possível de pele, sem esquecer o chapéu; devem brincar resguardadas do sol, por exemplo, por um guarda-sol;
Vigie a sua pele, preste atenção à modificação de algum “sinal” ou ao aparecimento de algum “sinal” escuro de novo. Atenção às “feridas” que não cicatrizam. Fale com o seu médico de família que o aconselhará.
Regras a respeitar
Podemos desfrutar do sol, mas se o queremos fazer de uma forma segura, sem colocarmos a nossa saúde em risco, temos que respeitar algumas regras:
• Usar vestuário adequado: chapéu, óculos de sol, t-shirt de malha apertada, calções, etc;
• Evitar a exposição solar directa entre as 12 e as 16 horas. Crianças e pessoas de pele mais clara, idealmente entre as 11 e as 17 horas.
• A exposição solar deve ser gradual e progressiva;
• Aplicar um protector solar de factor 30 ou superior, quinze a trinta minutos antes da exposição ao sol e repetir a aplicação de duas em duas horas ou após banho;
• Não esquecer de proteger os lábios, orelhas e o dorso das mãos;
• A maioria dos “acidentes” com o sol ocorre nos dias mais frescos, nublados, pela ideia errada de que “se não está quente não queima”. A radiação ultravioleta, particularmente UVB, é pouco afectada pelas nuvens;
• Cuidado com o sono! Adormecer ao sol é causa frequente de queimaduras, por vezes graves;
• Atenção aos medicamentos que toma, informe-se com o seu médico, pois alguns podem ser fotossensibilizantes, podendo desencadear uma reacção de tipo queimadura ou alergia na pele exposta ao sol.
“A existência de muitos sinais na pele é também motivo para respeitar e reforçar todas as regras de fotoprotecção”
“As crianças até aos dois anos não devem ser expostas directamente ao sol. Na eventualidade de irem à praia devem usar vestuário adequado que cubra a maior extensão possível de pele”
A consequência imediata foi o aumento do número de queimaduras solares. E só alguns anos mais tarde começaram a surgir as principais consequências: envelhecimento prematuro da pele e, sobretudo, o aumento marcado da incidência de vários tipos de cancro da pele.
Fotoprotecção não é sinónimo de protector solar, sendo antes um conceito mais abrangente que engloba os cuidados e comportamentos adequados para evitar as consequências negativas da exposição à radiação ultravioleta (RUV).
A fotoprotecção também não se restringe aos cuidados na praia ou na piscina, mas em todas as actividades em que, por motivos profissionais, desportivos, de lazer, etc., estamos expostos ao sol.
Algumas características pessoais como a cor do cabelo (ruivo, loiro), da pele (clara, com sardas) e dos olhos (azuis) permitem identificar pessoas com menos protecção natural em relação aos raios UV e maior risco de desenvolverem queimadura e/ou cancro da pele. A existência de muitos sinais na pele é também motivo para respeitar e reforçar todas as regras de fotoprotecção;
As crianças até aos dois anos não devem ser expostas directamente ao sol. Na eventualidade de irem à praia devem usar vestuário adequado que cubra a maior extensão possível de pele, sem esquecer o chapéu; devem brincar resguardadas do sol, por exemplo, por um guarda-sol;
Vigie a sua pele, preste atenção à modificação de algum “sinal” ou ao aparecimento de algum “sinal” escuro de novo. Atenção às “feridas” que não cicatrizam. Fale com o seu médico de família que o aconselhará.
Regras a respeitar
Podemos desfrutar do sol, mas se o queremos fazer de uma forma segura, sem colocarmos a nossa saúde em risco, temos que respeitar algumas regras:
• Usar vestuário adequado: chapéu, óculos de sol, t-shirt de malha apertada, calções, etc;
• Evitar a exposição solar directa entre as 12 e as 16 horas. Crianças e pessoas de pele mais clara, idealmente entre as 11 e as 17 horas.
• A exposição solar deve ser gradual e progressiva;
• Aplicar um protector solar de factor 30 ou superior, quinze a trinta minutos antes da exposição ao sol e repetir a aplicação de duas em duas horas ou após banho;
• Não esquecer de proteger os lábios, orelhas e o dorso das mãos;
• A maioria dos “acidentes” com o sol ocorre nos dias mais frescos, nublados, pela ideia errada de que “se não está quente não queima”. A radiação ultravioleta, particularmente UVB, é pouco afectada pelas nuvens;
• Cuidado com o sono! Adormecer ao sol é causa frequente de queimaduras, por vezes graves;
• Atenção aos medicamentos que toma, informe-se com o seu médico, pois alguns podem ser fotossensibilizantes, podendo desencadear uma reacção de tipo queimadura ou alergia na pele exposta ao sol.
“A existência de muitos sinais na pele é também motivo para respeitar e reforçar todas as regras de fotoprotecção”
“As crianças até aos dois anos não devem ser expostas directamente ao sol. Na eventualidade de irem à praia devem usar vestuário adequado que cubra a maior extensão possível de pele”