Qualidade dos medicamentos genéricos debatida na III JoMed » Associação Nacional de Estudantes de Medicina promove as Terceiras Jornadas do Jovem Médico - Página 4 de 5 - Médicos de Portugal

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Qualidade dos medicamentos genéricos debatida na III JoMed » Associação Nacional de Estudantes de Medicina promove as Terceiras Jornadas do Jovem Médico

29 Novembro, 2007 0

A gestão individual do tempo de cada médico é feita pelo próprio, tendo assim uma grande flexibilidade. O mais importante para o centro é manter os utentes satisfeitos e são eles que ditam o que deverá mudar.

Sobre o tema Osteoporose, a Dra. Isabel Marantes, do Serviço de Higiene e Epidemiologia da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, apresentou os resultados de um estudo de avaliação do conhecimento das mulheres portuguesas sobre a osteoporose. Este estudo realizado a 1.800 mulheres – 100 de cada distrito – entre os 18 e 91 anos, revelou que 12% nunca ouviu falar de osteoporose.

Das mulheres que afirmaram saber o que é a doença, 77% definiram correctamente a osteoporose. “A osteoporose pode ser definida como uma alteração da arquitectura óssea; perda de cálcio ósseo ou uma doença óssea com elevado risco de fractura”, afirma a Dra. Isabel.

A maioria das mulheres inquiridas tomou conhecimento da doença pela televisão, através do médico ou da imprensa. Informação de outros estudos veio completar este, demonstrando que os dados sobre a doença que podem ser relidos são mais facilmente assimilados pelas pessoas, isto é, a informação veiculada pelos meios impressos ajuda ao conhecimento desta patologia.

O estudo demonstra que as mulheres mais idosas são as que mais desconhecem a doença e esta médica refere que há ainda uma grande falta de conhecimento relativamente aos factores de risco, tais como não consumir leite, não praticar desporto, fumar, etc. As mulheres mais jovens continuam a acreditar que a osteoporose é uma doença dos mais velhos e Isabel Marantes menciona “isso é uma visão completamente errada”.

A ratiopharm, que apoiou este evento pelo terceiro ano consecutivo refere, através do seu director geral, Paulo Lilaia que este tipo de acção é importante para sensibilizar os jovens médicos para o seu papel no controlo de custos com a saúde, na adesão e na acessibilidade dos doentes à terapêutica. “Acredito que esta nova geração de médicos desmistificou, ao longo da sua formação, as dúvidas quanto à qualidade dos medicamentos genéricos”.

Em Portugal os genéricos continuam a ganhar quota no mercado farmacêutico, tendo atingido em Outubro deste ano 12,4% em valor e 7,6% em unidades vendidas (dados IMS). A ratiopharm detém 22% da quota dos genéricos em embalagens vendidas e 13,2% em valor. A empresa explica que a diferença de 8,8% entre as unidades vendidas e o valor de vendas se deve ao facto de apresentar no seu vasto portfolio produtos a um preço reduzido e não comercializados por outras empresas.

Sobre a ratiopharm

O mercado europeu de genéricos é liderado pela ratiopharm, multinacional alemã que também ocupa o primeiro lugar do ranking do mercado germânico. Presente no mercado nacional desde 1990, a ratiopharm tem um histórico de mais de três décadas de dedicação exclusiva no desenvolvimento, produção e comercialização de medicamentos livres de patente, chamados genéricos.

A ratiopharm dispõe do portfolio mais alargado de medicamentos genéricos. Só em Portugal tem 51 substâncias, devendo comercializar até ao final de 2005 cerca de 62 substâncias em mais 170 formas de apresentação diferentes. Os seus medicamentos abrangem as áreas de maior importância como: O Sistema Nervoso Central, Cardiovascular, Gastro, Antibióticos e Analgésicos, Anti-inflamatórios e Anti-piréticos.

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