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PSOPortugal “invadiu” Terreiro do Paço

Teresa Caeiro, Iva Domingues, Marisa Perez, João Libério, Diogo Morgado, Liliana Santos, Marta Wahnon e Cláudia Semedo foram as figuras públicas que se juntaram ontem à PSOPortugal – Associação Portuguesa da Psoríase na acção de rua “PSOPortugal desce ao Terreiro do Paço”.

Como forma de apoio a esta iniciativa, estas pessoas – tão conhecidas do público em geral – pintaram alguns quadros com a sua perspectiva sobre o símbolo da associação e deixaram uma mensagem de solidariedade para com os 250.000 portugueses que sofrem da doença. O evento contou ainda com a presença de centenas de pessoas com Psoríase, algumas delas que vieram de muito longe para ter um contacto próximo com a associação.

Esta acção teve como objectivo alertar a população para o facto do Serviço Nacional de Saúde (SNS) não reconhecer a Psoríase como doença crónica, recolher assinaturas para a sua petição online e levar este assunto a debate no Parlamento. A PSOPortugal distribuiu também folhetos informativos sobre a Psoríase e as dificuldades que os doentes enfrentam.
“A Psoríase tem que ser considerada uma doença crónica, para que todos os doentes tenham acesso a um tratamento. Muitos são os doentes que agravam substancialmente a sua condição física e psicológica, por não poderem seguir uma terapêutica adequada. As consequências para os doentes podem ser dramáticas”, afirmou João Cunha, presidente da PSOPortugal.

Esta acção de rua insere-se na Campanha “5 anos a lutar pela Psoríase” que a PSOPortugal tem vindo a desenvolver, que já contou com a realização de uma Mesa Redonda na Assembleia da República e com a criação da “Petição pelo Reconhecimento da Psoríase como Doença Crónica”, disponível em www.peticao.com.pt/psoportugal. Ao longo destes 5 anos foram desenvolvidas outras iniciativas de índole social e cultural para esclarecer e sensibilizar a opinião pública para as características da doença.

A Psoríase é uma doença crónica, incurável e não contagiosa que afecta 250.000 pessoas em Portugal e 190 milhões em todo o Mundo.

Como forma de apoio a esta iniciativa, estas pessoas – tão conhecidas do público em geral – pintaram alguns quadros com a sua perspectiva sobre o símbolo da associação e deixaram uma mensagem de solidariedade para com os 250.000 portugueses que sofrem da doença. O evento contou ainda com a presença de centenas de pessoas com Psoríase, algumas delas que vieram de muito longe para ter um contacto próximo com a associação.

Esta acção teve como objectivo alertar a população para o facto do Serviço Nacional de Saúde (SNS) não reconhecer a Psoríase como doença crónica, recolher assinaturas para a sua petição online e levar este assunto a debate no Parlamento. A PSOPortugal distribuiu também folhetos informativos sobre a Psoríase e as dificuldades que os doentes enfrentam.

“A Psoríase tem que ser considerada uma doença crónica, para que todos os doentes tenham acesso a um tratamento. Muitos são os doentes que agravam substancialmente a sua condição física e psicológica, por não poderem seguir uma terapêutica adequada. As consequências para os doentes podem ser dramáticas”, afirmou João Cunha, presidente da PSOPortugal.

Esta acção de rua insere-se na Campanha “5 anos a lutar pela Psoríase” que a PSOPortugal tem vindo a desenvolver, que já contou com a realização de uma Mesa Redonda na Assembleia da República e com a criação da “Petição pelo Reconhecimento da Psoríase como Doença Crónica”, disponível em www.peticao.com.pt/psoportugal. Ao longo destes 5 anos foram desenvolvidas outras iniciativas de índole social e cultural para esclarecer e sensibilizar a opinião pública para as características da doença.

A Psoríase é uma doença crónica, incurável e não contagiosa que afecta 250.000 pessoas em Portugal e 190 milhões em todo o Mundo.

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