O que é obesidade? A Obesidade é uma doença crónica caracterizada pelo excesso de gordura no organismo. Após correcção, necessita de um acompanhamento ao longo de toda a vida. A adopção de hábitos saudáveis é indispensável, pois só assim se evitam retrocessos.
O diagnóstico da obesidade pode ser feito de diversas maneiras, no entanto, pela sua simplicidade, emprega-se correntemente o Índice de Massa Corporal (IMC), que se obtém dividindo o peso do indivíduo (em kg) pela altura ao quadrado (ou altura x altura) em metros. A classificação da obesidade, em função do IMC, segundo a Organização Mundial de Saúde é a seguinte:
– menor que 18,5 kg/m2 = baixo peso
– de 18,5 a 24,9 kg/m2 = normal
– de 25,0 a 29,9 kg/m2 = pré obesidade
– de 30,0 a 34,9 kg/m2 = obesidade classe I
– de 35,0 a 39,9 kg/m2 = obesidade classe II
– acima de 40,0 kg/m2 = obesidade classe III
Indivíduos com valores de IMC superiores a 40,0 kg/m2 são chamados de obesos mórbidos (devido à grande morbilidade, isto é, doenças graves relacionadas com este grau de obesidade).
Outro método também muito usado, considera obesa uma pessoa quando esta possui peso 10% a 20% maior do que o peso médio ideal para o sexo e altura.
Os perigos da perda de peso sem acompanhamento adequado são grandes, e tornam-se ainda mais graves quando se utilizam planos alimentares desequilibrados. A longo prazo, as perdas de peso descontroladas e o fenómeno iô-iô estão relacionadas com o aparecimento de doenças e o aumento da mortalidade.
O objectivo do emagrecimento deverá ser a perda de massa gorda e não a perda de água e músculo, pelo que a redução deve ser lenta e acompanhada de exercício físico.
Quais são as causas da obesidade?
A obesidade é causada por um desequilíbrio, entre as calorias que são consumidas sob a forma de alimentos e as calorias que são gastas pelo indivíduo para o organismo funcionar, mesmo em repouso, realizar as actividades física e digerir os alimentos consumidos.
O excesso de calorias (resultante de um balanço positivo entre o que é consumido e o que é gasto) é depositado no organismo. Boa parte desse depósito se faz sob a forma de gordura e quanto mais se deposita mais obeso é o indivíduo.
Dessa maneira, a pessoa pode ser obesa porque:
1. come exageradamente e/ou
2. gasta poucas calorias e/ou
3. tem mais facilidade de produzir gordura quando o balanço calórico é positivo e/ou
4. ‘queima’ gorduras com menor facilidade.
Quais são os factores de risco da doença?
São propensos à obesidade aqueles indivíduos que apresentam uma tendência genética a ser obesos – e isto é bastante frequente – ou quando, mesmo sem tendência genética, exageram na quantidade de alimentos ingeridos (particularmente os alimentos gordurosos) ou levam uma vida muita sedentária.
Quais os tipos de obesidade?
Os indivíduos obesos apresentam-se com maior quantidade de tecido gorduroso pelo organismo e essa deposição de gordura é variável de pessoa para pessoa.
Hoje sabe-se que a gravidade da obesidade está ligada não só ao grau como ao tipo morfológico da sua distribuição. Em relação à morfologia estabeleceram-se dois sub-grupos:
1. Obesidade ginóide, típica da mulher obesa, em que a gordura se distribui sobretudo na metade inferior do corpo, regiões glúteas e coxas dando ao corpo o feitio de pêra.
2. Obesidade andróide, típica do homem obeso, em que a gordura se acumula sobretudo na metade superior do corpo, principalmente no abdómen, como se fosse uma maçã.
Naturalmente há grandes variações entre estes dois tipos de distribuição de gordura pelo corpo e há indivíduos com os dois tipos de obesidade.
Quais as consequências da obesidade se não houver tratamento?
Se o indivíduo com obesidade não se tratar, ele tende a engordar cada vez mais.
Como obesidade é factor de risco indiscutível para várias doenças – só para citar exemplos: diabetes mellitus, hipertensão arterial, alteração nos níveis de triglicerídios e colesterol, enfarto do miocárdio, derrame cerebral, tromboses, problemas ortopédicos e dermatológicos etc. – a manutenção da obesidade ou o seu agravamento, faz com que o indivíduo se torne cada vez mais susceptível a doenças graves e morte precoce.
Obesidade é hoje considerada doença crónica com prognóstico de qualidade de vida comprometida por vezes seriamente e, portanto, deve ser tratada.
O diagnóstico da obesidade pode ser feito de diversas maneiras, no entanto, pela sua simplicidade, emprega-se correntemente o Índice de Massa Corporal (IMC), que se obtém dividindo o peso do indivíduo (em kg) pela altura ao quadrado (ou altura x altura) em metros. A classificação da obesidade, em função do IMC, segundo a Organização Mundial de Saúde é a seguinte:
– menor que 18,5 kg/m2 = baixo peso
– de 18,5 a 24,9 kg/m2 = normal
– de 25,0 a 29,9 kg/m2 = pré obesidade
– de 30,0 a 34,9 kg/m2 = obesidade classe I
– de 35,0 a 39,9 kg/m2 = obesidade classe II
– acima de 40,0 kg/m2 = obesidade classe III
Indivíduos com valores de IMC superiores a 40,0 kg/m2 são chamados de obesos mórbidos (devido à grande morbilidade, isto é, doenças graves relacionadas com este grau de obesidade).
Outro método também muito usado, considera obesa uma pessoa quando esta possui peso 10% a 20% maior do que o peso médio ideal para o sexo e altura.
Os perigos da perda de peso sem acompanhamento adequado são grandes, e tornam-se ainda mais graves quando se utilizam planos alimentares desequilibrados. A longo prazo, as perdas de peso descontroladas e o fenómeno iô-iô estão relacionadas com o aparecimento de doenças e o aumento da mortalidade.
O objectivo do emagrecimento deverá ser a perda de massa gorda e não a perda de água e músculo, pelo que a redução deve ser lenta e acompanhada de exercício físico.
Quais são as causas da obesidade?
A obesidade é causada por um desequilíbrio, entre as calorias que são consumidas sob a forma de alimentos e as calorias que são gastas pelo indivíduo para o organismo funcionar, mesmo em repouso, realizar as actividades física e digerir os alimentos consumidos.
O excesso de calorias (resultante de um balanço positivo entre o que é consumido e o que é gasto) é depositado no organismo. Boa parte desse depósito se faz sob a forma de gordura e quanto mais se deposita mais obeso é o indivíduo.
Dessa maneira, a pessoa pode ser obesa porque:
1. come exageradamente e/ou
2. gasta poucas calorias e/ou
3. tem mais facilidade de produzir gordura quando o balanço calórico é positivo e/ou
4. ‘queima’ gorduras com menor facilidade.
Quais são os factores de risco da doença?
São propensos à obesidade aqueles indivíduos que apresentam uma tendência genética a ser obesos – e isto é bastante frequente – ou quando, mesmo sem tendência genética, exageram na quantidade de alimentos ingeridos (particularmente os alimentos gordurosos) ou levam uma vida muita sedentária.
Quais os tipos de obesidade?
Os indivíduos obesos apresentam-se com maior quantidade de tecido gorduroso pelo organismo e essa deposição de gordura é variável de pessoa para pessoa.
Hoje sabe-se que a gravidade da obesidade está ligada não só ao grau como ao tipo morfológico da sua distribuição. Em relação à morfologia estabeleceram-se dois sub-grupos:
1. Obesidade ginóide, típica da mulher obesa, em que a gordura se distribui sobretudo na metade inferior do corpo, regiões glúteas e coxas dando ao corpo o feitio de pêra.
2. Obesidade andróide, típica do homem obeso, em que a gordura se acumula sobretudo na metade superior do corpo, principalmente no abdómen, como se fosse uma maçã.
Naturalmente há grandes variações entre estes dois tipos de distribuição de gordura pelo corpo e há indivíduos com os dois tipos de obesidade.
Quais as consequências da obesidade se não houver tratamento?
Se o indivíduo com obesidade não se tratar, ele tende a engordar cada vez mais.
Como obesidade é factor de risco indiscutível para várias doenças – só para citar exemplos: diabetes mellitus, hipertensão arterial, alteração nos níveis de triglicerídios e colesterol, enfarto do miocárdio, derrame cerebral, tromboses, problemas ortopédicos e dermatológicos etc. – a manutenção da obesidade ou o seu agravamento, faz com que o indivíduo se torne cada vez mais susceptível a doenças graves e morte precoce.
Obesidade é hoje considerada doença crónica com prognóstico de qualidade de vida comprometida por vezes seriamente e, portanto, deve ser tratada.