Os fungos que provocam o pé de atleta concentram-se muitas vezes em locais húmidos e abafados. Tornou-se vulgar, por este motivo, associar a infecção à frequência de balneários.
A crença comum é que o pé de atleta é altamente contagioso e que é possível contraí-lo ao caminhar descalço numa casa de banho. Mas a verdade é que os pés suados ou mal enxutos após a natação ou o banho têm as suas responsabilidades no desenvolvimento da infecção.
É frequente que um membro da família sofra de pé de atleta sem que os restantes familiares que vivem na mesma casa sejam afectados. Isto demonstra que o fungo precisa de condições propícias para se desenvolver.
O pé de atleta é muito comum. Ocorre principalmente entre os rapazes e os homens adultos e pouco nas mulheres e crianças com menos de 12 anos. Pode tratar-se facilmente, mas também pode mostrar-se extremamente resistente ao tratamento.
Pé de atleta é um termo que se generalizou para classificar uma infecção por fungos localizada nos pés. O termo científico é tinea pedis. Os fungos que provocam a enfermidade são germes vivos, como pequenas plantas, que crescem e se multiplicam em todos os seres humanos. Na verdade, um grande número de pessoas pode ter estes fungos na sua pele. Mas se as condições não forem as mais propícias, o pé de atleta não se desenvolve.
Uma vez que a infecção tende para nunca ocorrer em pessoas que andam habitualmente descalças, parece poder concluir-se que o suor, a humidade e uma deficiente ventilação dos pés criam as condições para o desenvolvimento dos fungos. Ou seja, o Verão pode estar associado ao pé de atleta.
Comichão intensa
O pé de atleta afecta as pessoas de formas muito diversificadas. Em certos casos, a pele entre os dedos dos pés pode apresentar um aspecto avermelhado e escamoso, acompanhado por fendas. Noutras pessoas, para além do tom avermelhado, a infecção pode manifestar-se sob a forma de bolhas na pele.
Estas manifestações associadas ao pé de atleta são muitas vezes acompanhadas por prurido (comichão), por vezes muito intenso.
Existem ainda outras manifestações da enfermidade como infecções nas unhas dos pés que, quando ocorrem, mostram-se quase sempre mais difíceis de tratar. Estas infecções podem conduzir ao enfraquecimento das unhas e, por vezes, resultam na sua queda total.
Mas nem todas as fendas e rachas que surgem na pele dos pés se devem ao pé de atleta. Antes de iniciar um tratamento, é conveniente consultar um médico que aconselhará a terapêutica mais conveniente. Recorrer a um medicamento disponível sem receita médica só com o conselho do seu farmacêutico. Mas convém não perder tempo porque se o pé de atleta não for tratado, pode evoluir e o período de tratamento ser maior. As complicações graves são raras.
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Diagnosticado o fungo, o tratamento deve iniciar-se imediatamente. Nos casos mais simples, bastará usar cremes antifúngicos, que podem aliviar os sintomas com rapidez.
Nos casos mais complicados, que não melhoraram com o tratamento local, poderá ser recomendável o recurso a antifúngicos administrados por via oral, sempre com recomendação médica.
As infecções nas unhas são mais problemáticas. As investigações científicas continuam em curso para que se encontrem os métodos mais eficientes para o tratamento eficaz das infecções fúngicas nas unhas dos pés.
É extremamente importante que a pessoa atingida nunca interrompa os tratamentos prescritos e tome todos os medicamentos. Embora a pele possa parecer melhor, a infecção pode ainda manter-se durante algum tempo e reaparecer se o tratamento for suspenso.
No dia-a-dia
Existem algumas regras simples que podem contribuir para evitar o pé de atleta:
• Lave os pés diariamente e seque-os cuidadosamente, em especial entre os dedos;
• Evite sapatos muito fechados ou quentes, especialmente durante o Verão. As sandálias são uma boa solução;
• Use meias de algodão e mude-as diariamente. Não use meias de materiais sintéticos porque contribuem para manter os pés húmidos;
• Não ande descalço em balneários públicos, ginásios ou outras áreas públicas;
• Ande descalço em casa, sempre que possível;
• Se já teve pé de atleta, pode ser aconselhável, durante o Verão, polvilhar os sapatos com pós antifúngicos.
Aconselhe-se com o seu farmacêutico.
A crença comum é que o pé de atleta é altamente contagioso e que é possível contraí-lo ao caminhar descalço numa casa de banho. Mas a verdade é que os pés suados ou mal enxutos após a natação ou o banho têm as suas responsabilidades no desenvolvimento da infecção.
É frequente que um membro da família sofra de pé de atleta sem que os restantes familiares que vivem na mesma casa sejam afectados. Isto demonstra que o fungo precisa de condições propícias para se desenvolver.
O pé de atleta é muito comum. Ocorre principalmente entre os rapazes e os homens adultos e pouco nas mulheres e crianças com menos de 12 anos. Pode tratar-se facilmente, mas também pode mostrar-se extremamente resistente ao tratamento.
Pé de atleta é um termo que se generalizou para classificar uma infecção por fungos localizada nos pés. O termo científico é tinea pedis. Os fungos que provocam a enfermidade são germes vivos, como pequenas plantas, que crescem e se multiplicam em todos os seres humanos. Na verdade, um grande número de pessoas pode ter estes fungos na sua pele. Mas se as condições não forem as mais propícias, o pé de atleta não se desenvolve.
Uma vez que a infecção tende para nunca ocorrer em pessoas que andam habitualmente descalças, parece poder concluir-se que o suor, a humidade e uma deficiente ventilação dos pés criam as condições para o desenvolvimento dos fungos. Ou seja, o Verão pode estar associado ao pé de atleta.
Comichão intensa
O pé de atleta afecta as pessoas de formas muito diversificadas. Em certos casos, a pele entre os dedos dos pés pode apresentar um aspecto avermelhado e escamoso, acompanhado por fendas. Noutras pessoas, para além do tom avermelhado, a infecção pode manifestar-se sob a forma de bolhas na pele.
Estas manifestações associadas ao pé de atleta são muitas vezes acompanhadas por prurido (comichão), por vezes muito intenso.
Existem ainda outras manifestações da enfermidade como infecções nas unhas dos pés que, quando ocorrem, mostram-se quase sempre mais difíceis de tratar. Estas infecções podem conduzir ao enfraquecimento das unhas e, por vezes, resultam na sua queda total.
Mas nem todas as fendas e rachas que surgem na pele dos pés se devem ao pé de atleta. Antes de iniciar um tratamento, é conveniente consultar um médico que aconselhará a terapêutica mais conveniente. Recorrer a um medicamento disponível sem receita médica só com o conselho do seu farmacêutico. Mas convém não perder tempo porque se o pé de atleta não for tratado, pode evoluir e o período de tratamento ser maior. As complicações graves são raras.
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Diagnosticado o fungo, o tratamento deve iniciar-se imediatamente. Nos casos mais simples, bastará usar cremes antifúngicos, que podem aliviar os sintomas com rapidez.
Nos casos mais complicados, que não melhoraram com o tratamento local, poderá ser recomendável o recurso a antifúngicos administrados por via oral, sempre com recomendação médica.
As infecções nas unhas são mais problemáticas. As investigações científicas continuam em curso para que se encontrem os métodos mais eficientes para o tratamento eficaz das infecções fúngicas nas unhas dos pés.
É extremamente importante que a pessoa atingida nunca interrompa os tratamentos prescritos e tome todos os medicamentos. Embora a pele possa parecer melhor, a infecção pode ainda manter-se durante algum tempo e reaparecer se o tratamento for suspenso.
No dia-a-dia
Existem algumas regras simples que podem contribuir para evitar o pé de atleta:
• Lave os pés diariamente e seque-os cuidadosamente, em especial entre os dedos;
• Evite sapatos muito fechados ou quentes, especialmente durante o Verão. As sandálias são uma boa solução;
• Use meias de algodão e mude-as diariamente. Não use meias de materiais sintéticos porque contribuem para manter os pés húmidos;
• Não ande descalço em balneários públicos, ginásios ou outras áreas públicas;
• Ande descalço em casa, sempre que possível;
• Se já teve pé de atleta, pode ser aconselhável, durante o Verão, polvilhar os sapatos com pós antifúngicos.
Aconselhe-se com o seu farmacêutico.