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No âmbito do Dia Mundial de Luta Contra a Dor » Especialistas nacionais revelam o panorama da dor em Portugal

Dia 17 de Outubro (2ªfeira), pelas 11h30m, no Hotel Sana Lisboa (Av. Fontes Pereira de Melo, nº 8 – Lisboa), a Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED), na pessoa do seu Presidente, Prof. Castro Lopres, assinala o Dia Mundial de Luta Contra a Dor com a realização de uma conferência de imprensa destinada a sensibilizar e alertar a população portuguesa para a “Dor nos Idosos” e que contará com a presença de um doente.

Esta iniciativa, inserida nas comemorações da Semana Europeia Contra a Dor, que decorre entre 17 e 22 de Outubro, é apenas uma de várias actividades que irão ser realizadas por toda a Europa, incluindo Portugal, e que servirá também, para analisar a incidência da problemática em Portugal.

Umas das mais sérias e perturbantes formas de dor crónica é a dor neuropática. Esta doença incapacitante que está subdiagnosticada e subtratada afecta cerca de 7% da população europeia e 15 milhões de pessoas em todo o mundo.

A dor neuropática, uma das formas mais debilitantes da dor, é habitualmente muito intensa e de difícil tratamento, muitas vezes descrita como uma sensação de queimadura ou choque eléctrico. A dor neuropática corresponde a uma lesão ou disfunção do sistema nervoso e está frequentemente associada a doenças muito comuns como a neuropatia diabética.

Pela sua cronicidade, intensidade e características refractárias ao tratamento, a dor neuropática perturba o normal funcionamento das pessoas afectadas, diminuindo assim a sua qualidade de vida. Muitos dos doentes apresentam sintomas depressivos e de ansiedade associados à dor que também interfere, de forma importante, no sono, criando um ciclo de agravamento da dor e das perturbações comórbidas.

Esta iniciativa, inserida nas comemorações da Semana Europeia Contra a Dor, que decorre entre 17 e 22 de Outubro, é apenas uma de várias actividades que irão ser realizadas por toda a Europa, incluindo Portugal, e que servirá também, para analisar a incidência da problemática em Portugal.

Umas das mais sérias e perturbantes formas de dor crónica é a dor neuropática. Esta doença incapacitante que está subdiagnosticada e subtratada afecta cerca de 7% da população europeia e 15 milhões de pessoas em todo o mundo.

A dor neuropática, uma das formas mais debilitantes da dor, é habitualmente muito intensa e de difícil tratamento, muitas vezes descrita como uma sensação de queimadura ou choque eléctrico. A dor neuropática corresponde a uma lesão ou disfunção do sistema nervoso e está frequentemente associada a doenças muito comuns como a neuropatia diabética.

Pela sua cronicidade, intensidade e características refractárias ao tratamento, a dor neuropática perturba o normal funcionamento das pessoas afectadas, diminuindo assim a sua qualidade de vida. Muitos dos doentes apresentam sintomas depressivos e de ansiedade associados à dor que também interfere, de forma importante, no sono, criando um ciclo de agravamento da dor e das perturbações comórbidas.

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