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Médicos estão a abandonar o tabaco

O trabalho de investigação “OS MÉDICOS E O TABACO” procura determinar qual a prevalência do tabagismo na classe médica em todo o país. “O estudo conclui que a grande maioria dos médicos está a abandonar o tabaco. Cerca de 50% dos médicos questionados fumavam e agora percebemos que 40% já deixou de fumar”, explica Miguel Natal, Coordenador da USF de Pinhal de Frades, no Seixal.

De acordo com Miguel Natal “é sempre importante lembrar que parte do sucesso da cessação tabágica reside na motivação própria como primeiro passo. A força de vontade é crucial num processo de desabituação tabágica. Outros motivos que levaram os médicos a deixar de fumar passam essencialmente pela influência dos familiares ou por motivos de saúde, à cabeça das quais as doenças respiratórias”.

Foram inquiridos 327 médicos do Continente e Ilhas, sendo 45% Homens e 54% Mulheres. O estudo conclui que a iniciação ao tabagismo aconteceu por volta dos 16 anos e que há mais fumadores masculinos do que femininos. No entanto, adquirido o hábito, as mulheres têm mais dificuldade em deixar de fumar.

“A cessação tabágica significa qualidade de vida. Considero que os profissionais de saúde devem intervir de forma incisiva desde a pré-adolescência, por forma a fazer prevenção e ajudar a evitar a epidemia do tabagismo”, diz Miguel Natal.

“OS MÉDICOS E O TABACO” é apresentado dia 7 de Novembro, pelas 11 horas, durante as 1ªs Jornadas de Patologia Respiratória em Medicina Familiar.

De acordo com Miguel Natal “é sempre importante lembrar que parte do sucesso da cessação tabágica reside na motivação própria como primeiro passo. A força de vontade é crucial num processo de desabituação tabágica. Outros motivos que levaram os médicos a deixar de fumar passam essencialmente pela influência dos familiares ou por motivos de saúde, à cabeça das quais as doenças respiratórias”.

Foram inquiridos 327 médicos do Continente e Ilhas, sendo 45% Homens e 54% Mulheres. O estudo conclui que a iniciação ao tabagismo aconteceu por volta dos 16 anos e que há mais fumadores masculinos do que femininos. No entanto, adquirido o hábito, as mulheres têm mais dificuldade em deixar de fumar.

“A cessação tabágica significa qualidade de vida. Considero que os profissionais de saúde devem intervir de forma incisiva desde a pré-adolescência, por forma a fazer prevenção e ajudar a evitar a epidemia do tabagismo”, diz Miguel Natal.

“OS MÉDICOS E O TABACO” é apresentado dia 7 de Novembro, pelas 11 horas, durante as 1ªs Jornadas de Patologia Respiratória em Medicina Familiar.

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