Um inquérito, a que responderam 42 médicos em serviço nas Urgências do Hospital Egas Moniz, em Lisboa, permite concluir que a ausência de formação específica nesta valência é um factor negativo, embora a maioria dos clínicos garanta que gosta de trabalhar no Serviço de Urgência.
A existência de um elevado número de “falsas urgências” (30%) e a escassez de recursos humanos (27%), são outros factores negativos apontados pelos inquiridos.
A quase totalidade dos médicos que responderam ao inquérito (95%), sente a falta de formação ad-hoc em Urgências.
Metade considera que as equipas de Medicina não permitem uma formação adequada aos internos (médicos que ainda não concluíram a formação na respectiva especialidade), e 33% afirmam que as mesmas não permitem um bom desempenho clínico
Cerca de 62% concorda com a solução de criar uma equipa fixa no Serviço de Urgência, no entanto, a maioria não aceitaria fazer parte dela.
Os resultados deste inquérito vão ser divulgados sob a forma de poster, esta sexta-feira, dia 26 de Maio, às 08:30h, durante o 12.º Congresso Nacional de Medicina Interna, que está a decorrer no Porto.
» “NA LINHA DA FRENTE – OPINIÃO DE MÉDICOS SOBRE O TRABALHO NO SERVIÇO DE URGÊNCIAS DE UM HOSPITAL CENTRAL”
» SEXTA-FEIRA, DIA 26 DE MAIO, ÀS 08:30h, SALA DE POSTERS
» 12.º CONGRESSO NACIONAL DE MEDICINA INTERNA
» ALFÂNDEGA DO PORTO, RUA NOVA DA ALFÂNDEGA, PORT
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