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Já imaginou o seu dia sem fumo?

Fumar é prejudicial à saúde. Fumar é responsável pelo aparecimento de imensas patologias que ninguém deseja ter. Fumar mata. E mesmo sabendo tudo isto, o leitor continua a ser amigo do tabaco? Damos-lhe bons motivos para começar a equacionar a hipótese de abandonar o vício.

As desculpas que os fumadores arranjam para continuarem a comprar tabaco são variadas e persistentes. Sabe-se que não vale a pena tentar deixar de fumar se não houver força de vontade. Há quem ainda tente reduzir o consumo ou mesmo parar por alguns períodos mas as recaídas acabam por ser tentadoras. “Ninguém fuma e deixa de fumar por acaso. Por vezes, não é fácil e há pessoas que recaem nas tentativas de abandonar o tabaco. É fundamental que o doente tenha êxito para o resto da sua vida quando decide que o tabaco deixe de fazer parte das suas rotinas diárias”, fundamenta o Dr. Sérgio Vinagre, Médico de Saúde Pública e Coordenador do Programa de Prevenção e Tratamento do Tabagismo da região Norte.

À partida, todos os fumadores podem deixar de o ser. “Este passo representa grandes ganhos em saúde. Na maior parte dos casos, é muito menos difícil deixar de fumar do que os doentes pensam e mesmo quando não é tão fácil, há que contar com o apoio dos médicos de família no Centro de Saúde. Esta consciência é essencial em todo o processo”, indica Sérgio Vinagre.

A Administração Regional de Saúde do Norte possui um programa integrado de prevenção do tabagismo que integra a implementação de consultas de cessação tabágica nos Centros de Saúde.

 

Consultas de cessação tabágica

A maioria das pessoas pode ser tratada pelos seus médicos de Medicina Geral e Familiar que, habitualmente, “têm formação nessa área. Os casos mais difíceis ou que não tenham êxito serão referenciados para profissionais mais experientes nessa área de forma a realizarem um tratamento mais intensivo”, salienta Sérgio Vinagre.

Muitas vezes, os fumadores têm medo do que vão encontrar ou subestimam a gravidade do acto de fumar. “Muitos começam a preocupar-se verdadeiramente quando apanham um susto ou quando surge uma patologia associada ao tabaco. O importante trabalho dos profissionais tem proporcionado uma mudança cultural que leva os fumadores a entenderem que já estão doentes. Enquanto as pessoas não perceberem que a dependência tabágica, é uma doença grave, é óbvio que não se querem tratar”, adianta o médico de Saúde Pública.

Na primeira consulta, será feito um diagnóstico e o médico responsável indicará qual o plano terapêutico para determinado doente. Sérgio Vinagre acrescenta que “serão combinados prazos com o doente para que haja um acompanhamento mais próximo nos primeiros três meses e ao longo do primeiro ano, numa fase posterior. Em princípio, terá alta ao final de um ano com a garantia que não fumou durante esse período. As consultas de cessação tabágica são muito semelhantes a todas as outras e têm como objectivo apoiar o doente, acompanhando-o da forma mais eficaz e menos custosa para que retome a sua vida normal e tenha uma vida mais saudável”.

 

Mais importante que deixar de fumar é não começar!

– Os pais não devem fumar porque constituem um modelo muito importante para os jovens. “Sabe-se que, nas famílias em que os pais fumam, a probabilidade dos filhos fumarem é muito maior do que em ambientes familiares sem fumo”, indica Sérgio Vinagre.

– As escolas, os professores e os profissionais de saúde também constituem modelos de imitação. “Muitos professores já conseguem evitar que se fume à porta das escolas para que essa imagem não influencie negativamente os alunos”, adianta o especialista.

– “Se é moda fumar dentro do grupo, nomeadamente com jovens dos 13 aos 15 anos, estes começam com algumas experiências até consumos mais ou menos regulares. Na região Norte, temos um programa intitulado: “Escolas livres de tabaco” em que têm participado muitas escolas. Desenvolvemos programas curriculares que permitam que estas instituições promovam uma prevenção mais concentrada entre os alunos do 7º ao 9º ano”, conclui Sérgio Vinagre.

As desculpas que os fumadores arranjam para continuarem a comprar tabaco são variadas e persistentes. Sabe-se que não vale a pena tentar deixar de fumar se não houver força de vontade. Há quem ainda tente reduzir o consumo ou mesmo parar por alguns períodos mas as recaídas acabam por ser tentadoras. “Ninguém fuma e deixa de fumar por acaso. Por vezes, não é fácil e há pessoas que recaem nas tentativas de abandonar o tabaco. É fundamental que o doente tenha êxito para o resto da sua vida quando decide que o tabaco deixe de fazer parte das suas rotinas diárias”, fundamenta o Dr. Sérgio Vinagre, Médico de Saúde Pública e Coordenador do Programa de Prevenção e Tratamento do Tabagismo da região Norte.

À partida, todos os fumadores podem deixar de o ser. “Este passo representa grandes ganhos em saúde. Na maior parte dos casos, é muito menos difícil deixar de fumar do que os doentes pensam e mesmo quando não é tão fácil, há que contar com o apoio dos médicos de família no Centro de Saúde. Esta consciência é essencial em todo o processo“, indica Sérgio Vinagre.

A Administração Regional de Saúde do Norte possui um programa integrado de prevenção do tabagismo que integra a implementação de consultas de cessação tabágica nos Centros de Saúde.

 

Consultas de cessação tabágica

A maioria das pessoas pode ser tratada pelos seus médicos de Medicina Geral e Familiar que, habitualmente, “têm formação nessa área. Os casos mais difíceis ou que não tenham êxito serão referenciados para profissionais mais experientes nessa área de forma a realizarem um tratamento mais intensivo”, salienta Sérgio Vinagre.

Muitas vezes, os fumadores têm medo do que vão encontrar ou subestimam a gravidade do acto de fumar. “Muitos começam a preocupar-se verdadeiramente quando apanham um susto ou quando surge uma patologia associada ao tabaco. O importante trabalho dos profissionais tem proporcionado uma mudança cultural que leva os fumadores a entenderem que já estão doentes. Enquanto as pessoas não perceberem que a dependência tabágica, é uma doença grave, é óbvio que não se querem tratar”, adianta o médico de Saúde Pública.

Na primeira consulta, será feito um diagnóstico e o médico responsável indicará qual o plano terapêutico para determinado doente. Sérgio Vinagre acrescenta que “serão combinados prazos com o doente para que haja um acompanhamento mais próximo nos primeiros três meses e ao longo do primeiro ano, numa fase posterior. Em princípio, terá alta ao final de um ano com a garantia que não fumou durante esse período. As consultas de cessação tabágica são muito semelhantes a todas as outras e têm como objectivo apoiar o doente, acompanhando-o da forma mais eficaz e menos custosa para que retome a sua vida normal e tenha uma vida mais saudável”.

 

Mais importante que deixar de fumar é não começar!

– Os pais não devem fumar porque constituem um modelo muito importante para os jovens. “Sabe-se que, nas famílias em que os pais fumam, a probabilidade dos filhos fumarem é muito maior do que em ambientes familiares sem fumo”, indica Sérgio Vinagre.

– As escolas, os professores e os profissionais de saúde também constituem modelos de imitação. “Muitos professores já conseguem evitar que se fume à porta das escolas para que essa imagem não influencie negativamente os alunos”, adianta o especialista.

– “Se é moda fumar dentro do grupo, nomeadamente com jovens dos 13 aos 15 anos, estes começam com algumas experiências até consumos mais ou menos regulares. Na região Norte, temos um programa intitulado: “Escolas livres de tabaco” em que têm participado muitas escolas. Desenvolvemos programas curriculares que permitam que estas instituições promovam uma prevenção mais concentrada entre os alunos do 7º ao 9º ano”, conclui Sérgio Vinagre.

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