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Indústria Farmacêutica e Alto Comissariado da Saúde produzem campanha nacional de apelo ao teste da sida: ”Viver às escuras” pode potenciar aumento dos casos de sida em Portugal

“Não vivas às escuras” é o nome da campanha de publicidade desenvolvida pela Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida e a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica / Comissão Especializada de Meios Diagnósticos in vitro (CEMD). A campanha, resultado de um protocolo entre as duas entidades, irá marcar presença a partir de 9 de Outubro na televisão e a partir de 19 de Outubro nos outdoors, para alertar a população para a necessidade da realização dos testes da SIDA.

Um estudo recentemente divulgado demonstrou que 73% dos adultos portugueses nunca realizaram o teste da sida, desconhecendo por isso se estão ou não infectados. Henrique Barros, Coordenador Nacional para a Infecção VIH/sida, sublinha que “o desconhecimento do estatuto serológico pela maior parte da população é preocupante, na medida em manter-se “às escuras”, como refere a campanha, não só impede que as pessoas VIH positivas iniciem o tratamento mais rapidamente, como pode multiplicar o número de pessoas infectadas, pela falta de percepção do risco”.

A campanha, desenvolvida pela Addmore, pretende despertar consciências e promover a acção. Nos spots televisivos encontram-se diálogos do dia-a-dia, vulgarmente utilizados, que pretendem demonstrar que qualquer pessoa que tenha um comportamento de risco pode ter o VIH, não havendo assim grupos de risco delimitados. Deste modo, o diagnóstico é essencial.

João Gomes Esteves, Presidente da APIFARMA, refere que “os dados do estudo que divulgámos sobre a percepção dos portugueses em relação ao VIH/sida demonstram que os portugueses precisam de ter uma percepção mais forte em relação às efectivas consequências provenientes do desconhecimento.

A adopção de uma campanha mais agressiva, utilizando o negro, sem caras porque todos podemos ser atingidos, é resultado de uma necessidade imediata de maior esclarecimento da população de uma quase “exigência” de diagnóstico para o bem nacional e mesmo mundial”.

O Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), entra no organismo através do contacto sexual desprotegido com uma pessoa infectada, contactos sanguíneos, e da mãe infectada para o filho, apesar desta última forma de transmissão poder ser evitada mediante diagnóstico e tratamento precoce. Ao entrar no organismo, o VIH ataca o sistema imunológico, tornando a pessoa infectada (seropositiva) permeável a outras doenças, as chamadas infecções oportunistas.

Em Portugal, a estimativa da UNAIDS aponta para cerca de 32.000 pessoas infectadas, afectando principalmente a faixa etária entre os 15 e 40 anos de idade.

Ficha técnica da campanha

Agência: Addmore

Criatividade: André Torrado/Luis Wengorovius

Contacto: João Damas

Produtora AudioVisual: Dreambox

Realizador: José Sacramento

Um estudo recentemente divulgado demonstrou que 73% dos adultos portugueses nunca realizaram o teste da sida, desconhecendo por isso se estão ou não infectados. Henrique Barros, Coordenador Nacional para a Infecção VIH/sida, sublinha que “o desconhecimento do estatuto serológico pela maior parte da população é preocupante, na medida em manter-se “às escuras”, como refere a campanha, não só impede que as pessoas VIH positivas iniciem o tratamento mais rapidamente, como pode multiplicar o número de pessoas infectadas, pela falta de percepção do risco”.

A campanha, desenvolvida pela Addmore, pretende despertar consciências e promover a acção. Nos spots televisivos encontram-se diálogos do dia-a-dia, vulgarmente utilizados, que pretendem demonstrar que qualquer pessoa que tenha um comportamento de risco pode ter o VIH, não havendo assim grupos de risco delimitados. Deste modo, o diagnóstico é essencial.

João Gomes Esteves, Presidente da APIFARMA, refere que “os dados do estudo que divulgámos sobre a percepção dos portugueses em relação ao VIH/sida demonstram que os portugueses precisam de ter uma percepção mais forte em relação às efectivas consequências provenientes do desconhecimento.

A adopção de uma campanha mais agressiva, utilizando o negro, sem caras porque todos podemos ser atingidos, é resultado de uma necessidade imediata de maior esclarecimento da população de uma quase “exigência” de diagnóstico para o bem nacional e mesmo mundial”.

O Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), entra no organismo através do contacto sexual desprotegido com uma pessoa infectada, contactos sanguíneos, e da mãe infectada para o filho, apesar desta última forma de transmissão poder ser evitada mediante diagnóstico e tratamento precoce. Ao entrar no organismo, o VIH ataca o sistema imunológico, tornando a pessoa infectada (seropositiva) permeável a outras doenças, as chamadas infecções oportunistas.

Em Portugal, a estimativa da UNAIDS aponta para cerca de 32.000 pessoas infectadas, afectando principalmente a faixa etária entre os 15 e 40 anos de idade.

Ficha técnica da campanha

Agência: Addmore

Criatividade: André Torrado/Luis Wengorovius

Contacto: João Damas

Produtora AudioVisual: Dreambox

Realizador: José Sacramento

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