No Outono e Inverno, as alterações climatéricas tornam mais propícias a transmissão e propagação de doenças do trato respiratório, vulgarmente conhecidas por constipações e gripes.
Para a maioria das pessoas, estas doenças comportam-se como infecções banais que curam num curto espaço de tempo.
No entanto, existem grupos de risco, para os quais estas infecções atingem níveis de maior gravidade.
Tendo em consideração a grande afluência de utentes aos serviços de saúde com estas ocorrências e, algumas delas, desnecessárias e arriscadas, elaborámos as presentes orientações com os objectivos de prevenir infecções do tracto respiratório e de utilizar da maneira mais correcta os serviços de saúde.
Gripes e constipações
Tanto as gripes como as constipações são infecções respiratórias causadas por tipos de vírus diferentes mas que se transmitem da mesma forma:
a) Gotículas de saliva ou expectoração que o doente expele ao espirrar, tossir ou na expiração;
b) Pelas mãos contaminadas pelas secreções (por exemplo, cumprimentar com um aperto de mão, ou tocar nos puxadores das portas).
Não existe uma cura específica, nem para as constipações, nem para as gripes. O seu tratamento consiste em aliviar os sintomas:
– Descansar;
– Beber muitos líquidos, tais como água, bebidas ricas em vitaminas e bebidas quentes (o corpo precisa de mais líquidos quando temos febre e ajuda a fluidificar as secreções nasais);
– Evitar bebidas com cafeína;
– Inalar vapores para aliviar a congestão nasal (por exemplo tomar um banho quente);
– Utilizar um descongestionante nasal, mas com moderação;
– Usar lenços de papel para evitar a contaminação;
– Tomar medicamentos para alívio das dores musculares, e para baixar a febre, que tenham sido receitados pelo seu médico;
– Evitar ambientes poluídos e mudanças bruscas de temperatura;
– Manter um ambiente confortável e arejado;
– Usar roupa e calçado adequado;
– Ter cuidados redobrados no caso de:
* Idosos (mais de 65 anos)
* Doentes pulmonares (asma, bronquites, etc.)
* Doentes cardíacos
* Doentes com problemas metabólicos (diabetes, etc.)
* Doentes com problemas do sistema imunitário (SIDA)
Recorra ao seu médico no caso de persistência dos seguintes sintomas:
– Febre alta;
– Debilidade intensa e confusão mental;
– Dor de cabeça forte com ou sem vómitos;
– Rigidez da nuca;
– Dor intensa ao engolir;
– Rouquidão ou “tosse de cão”;
– Dor intensa no peito ou costas;
– Dificuldade em respirar – “falta de ar”;
– Dor forte nas articulações com ou sem inchaço;
– Corrimento nasal esverdeado;
– Pálpebras inchadas.
Prevenção
Tendo em conta a facilidade com que estas doenças se transmitem é necessário tomar medidas que evitem a sua propagação, tais como:
– Lavagem das mãos;
– Espirrar ou tossir sempre para lenço de papel;
– Evitar contacto próximo e prolongado com pessoas infectadas;
– Vacinar as pessoas de risco.
“No frio desta estação tenha o nosso número sempre à mão”:
Linha Saúde Pública – Tel.: 808 211 311
(das 8 às 24 horas, todos os dias).
Para a maioria das pessoas, estas doenças comportam-se como infecções banais que curam num curto espaço de tempo.
No entanto, existem grupos de risco, para os quais estas infecções atingem níveis de maior gravidade.
Tendo em consideração a grande afluência de utentes aos serviços de saúde com estas ocorrências e, algumas delas, desnecessárias e arriscadas, elaborámos as presentes orientações com os objectivos de prevenir infecções do tracto respiratório e de utilizar da maneira mais correcta os serviços de saúde.
Gripes e constipações
Tanto as gripes como as constipações são infecções respiratórias causadas por tipos de vírus diferentes mas que se transmitem da mesma forma:
a) Gotículas de saliva ou expectoração que o doente expele ao espirrar, tossir ou na expiração;
b) Pelas mãos contaminadas pelas secreções (por exemplo, cumprimentar com um aperto de mão, ou tocar nos puxadores das portas).
Não existe uma cura específica, nem para as constipações, nem para as gripes. O seu tratamento consiste em aliviar os sintomas:
– Descansar;
– Beber muitos líquidos, tais como água, bebidas ricas em vitaminas e bebidas quentes (o corpo precisa de mais líquidos quando temos febre e ajuda a fluidificar as secreções nasais);
– Evitar bebidas com cafeína;
– Inalar vapores para aliviar a congestão nasal (por exemplo tomar um banho quente);
– Utilizar um descongestionante nasal, mas com moderação;
– Usar lenços de papel para evitar a contaminação;
– Tomar medicamentos para alívio das dores musculares, e para baixar a febre, que tenham sido receitados pelo seu médico;
– Evitar ambientes poluídos e mudanças bruscas de temperatura;
– Manter um ambiente confortável e arejado;
– Usar roupa e calçado adequado;
– Ter cuidados redobrados no caso de:
* Idosos (mais de 65 anos)
* Doentes pulmonares (asma, bronquites, etc.)
* Doentes cardíacos
* Doentes com problemas metabólicos (diabetes, etc.)
* Doentes com problemas do sistema imunitário (SIDA)
Recorra ao seu médico no caso de persistência dos seguintes sintomas:
– Febre alta;
– Debilidade intensa e confusão mental;
– Dor de cabeça forte com ou sem vómitos;
– Rigidez da nuca;
– Dor intensa ao engolir;
– Rouquidão ou “tosse de cão”;
– Dor intensa no peito ou costas;
– Dificuldade em respirar – “falta de ar”;
– Dor forte nas articulações com ou sem inchaço;
– Corrimento nasal esverdeado;
– Pálpebras inchadas.
Prevenção
Tendo em conta a facilidade com que estas doenças se transmitem é necessário tomar medidas que evitem a sua propagação, tais como:
– Lavagem das mãos;
– Espirrar ou tossir sempre para lenço de papel;
– Evitar contacto próximo e prolongado com pessoas infectadas;
– Vacinar as pessoas de risco.
“No frio desta estação tenha o nosso número sempre à mão”:
Linha Saúde Pública – Tel.: 808 211 311
(das 8 às 24 horas, todos os dias).